Posts Tagged "Zantedeschia"

Como Cultivar Plantas com bulbos – TV Gazeta

Como Cultivar Plantas com bulbos – TV Gazeta

Confira o vídeo com as dicas de cultivo das plantas com bulbos da Nô para o programa Revista da Cidade da TV Gazeta:

O programa foi ao ar dia 16 de julho de 2012.

Para saber mais sobre plantas com bulbos acesse o post: Plantas com bulbos

 

Gostou do post? Do site? Conecte-se com a natureza comentando, curtindo e compartilhando meus posts e vídeos nas redes sociais! Eu te agradeço!

 

Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

Cultivo de Plantas com bulbos

Cultivo de Plantas com bulbos

Os bulbos são mecanismos de reserva de alimento que normalmente ficam localizados dentro do solo. Dentro dos bulbos desenvolvem-se as gemas, que são os embriões de novas plantas. E para armazenar o alimento, o bulbo precisa que as folhas façam a fotossíntese, absorvendo a energia solar e a transformando em alimento.

Então, depois que as lindas flores murcharem, espere até que as folhas murchem e sequem para que o bulbo possa acumular energia suficiente para suportar o período de dormência e posteriormente possa alimentar a próxima geração, para então cortar as hastes das folhas e flores e retirar o bulbo do solo.

Amarílis, Açucena ou Flor-da-imperatriz (Hipeastrum hibridum)

Originária da América do Sul, essa planta pode ter flores vermelhas, brancas ou mescladas. Da ponta de cada haste podem brotar de 6 a 16 flores muito ornamentais, que são semelhantes ao lírio. Seu crescimento é rápido e sua floração acontece 1 mês após o plantio.

O nome da grande família Amaryllidacea, à qual o amarílis pertence, origina-se da palavra grega amarusso, que quer dizer “eu brilho”!

Modo de plantar: pegue um vaso que tenha pelo menos 1 furo no fundo e faça a drenagem com argila expandida e manta de bidim. Coloque um pouco de substrato (para receitas de substratos acesse: substratos) no fundo e então coloque bulbo no centro do vaso deixando o pescoço dele para fora da terra. Molhe bem e coloque o vaso num local quente e bem iluminado. Regue a cada 5 dias com 1 xícara de água. A floração deverá aparecer em 1 mês e pode durar até 25 dias.

Cuidados após a floração: aguarde até que as folhas tenham secado completamente para então cortar a haste deixando apenas 1cm acima do solo. Se quiser, retire cuidadosamente o bulbo do vaso e plante-o no jardim ou então plante-o num outro vaso com terra nova.

Rega: 1 vez por semana com 1 xícara de água durante 5 meses e então suspenda a rega pois a planta entrará em estado de dormência. Ela deverá florir na primavera.

 

Tulipa (Tulipa gesneriana)

Por mais incrível que pareça, as tulipas não são originárias da Holanda. São originárias da Ásia Central e foram levadas para a Holanda no século XVI. A origem do nome tulipa é atribuída à forma latinizada da palavra árabe dulband, ou turbante, uma referência entre a flor desabrochada e esta peça do vestuário.

De 1630 a 1637 a Holanda passou pelo período da “tulipomania” ou “loucura das tulipas”: os holandeses gastavam fortunas para obter tipos raros de tulipas. Em 1630 um simples bulbo de tulipa valia duas cargas de trigo, quatro de centeio, quatro bois gordos, oito porcos, doze belos carneiros, duas barricas de vinho, 500kg de queijo, uma cama, um aguarda-roupa e um vaso de prata…

Somas ainda mais elevadas foram pagas no auge deste comércio louco de tulipas. Milhares e milhares de florins trocavam de mãos a todo instante. Negociantes, nobres, fazendeiros, operários, todos ficaram enlouquecidos. Era possível tornar-se muito rico com apenas um bulbo. Mas esse mercado de risco e especulação, cujo investimento era feito sob a expectativa de se conseguir uma flor excepcional, pela qual se poderia conseguir uma grande fortuna, acabou provocando uma grave crise financeira na Holanda, similar à queda da bolsa de Nova York em 1929.

Na linguagem da flores, tulipa significa honestidade e elas podem ser vermelhas, roxas, pink, amarelas, brancas e atingem de 60 a 90cm de altura.

Dica de compra: escolha o vaso que tiver os botões ainda fechados e coloque-o num local bem fresco, longe da luz solar direta.

Rega: coloque uma pedra de gelo diariamente sobre a terra, tomando cuidado para que o gelo não encoste no caule da planta, pois poderá queimá-la.

Para aumentar a durabilidade da flor: coloque o vaso para passar a noite na geladeira e pela manhã retire-o. Faça isso todos os dias enquanto a flor estiver bonita e verá que ela poderá durar até 10 dias!

Técnica para tentar fazer um bulbo de tulipa florescer mais de uma vez aqui no Brasil (o processo dura aproximadamente 1,5 anos):

1. Após a floração: corte as folhas e flores e retire o bulbo da terra. Limpe a terra do bulbo levemente com uma escova macia e deixe-o num local fresco e arejado por 3 meses evitando que ele se molhe.

2.  Após 3 meses: Plante o bulbo num vaso com terra vegetal umedecida, embrulhe o vaso num saco plástico e coloque no congelador.

3. Após 6 meses: Retire o vaso do congelador e coloque-o num local que receba bastante luminosidade, tomando o cuidado de deixar a terra sempre úmida.

4. Após 2 meses: Embrulhe o vaso novamente num saco plástico e volte com ele para o congelador.

5. Após 6 meses: Retire o vaso do congelador e coloque-o num local iluminado. Se tudo der certo e você tiver muita sorte, seu bulbo deverá florir dentro de 30 a 50 dias. Esse processo todo dura aproximadamente 1 ano e meio e visa simular as condições climáticas existentes no habitat natural das tulipas e estimulando os bulbos a rebrotar. Lembre-se de que a tulipa não gosta de sol muito forte nem de vento.

Não se decepcione nem fique triste se não der certo. Aqui no Brasil as tulipas são cultivadas e comercializadas por bulbos são trazidos da Holanda, que ao chegarem aqui são mantidos em câmaras, onde passam pelo tratamento adequado para controlar a temperatura, até que comecem a enraizar. A partir de março começam a ser retiradas as caixas da câmara para a produção propriamente dita. Inicia a fase 2, com as tulipas entrando em fase de crescimento, quando são fornecidas luz e adubação adequadas para garantir seu bom desenvolvimento. Na fase 3 as tulipas estão prontas para serem colocadas em vasos ou para o corte (no caso de flores de corte). Só então, vão para os pontos de venda. Se nem os produtores conseguem reproduzir as novas tulipas através de bulbos aqui no Brasil, imagine nós…

Copo-de-leite, callas, zantedeschia ou lírio-do-nilo (Zantedeschia aethiopica)

Essa planta é originária da África e só existia na cor branca, que parece um copo de leite. As novas cores foram criadas em laboratórios através de alterações genéticas.

Os jardineiros dizem que o copo-de-leite é uma planta de “pé frio” e “cabeça quente”, pois não tolera calor em excesso, nem tão pouco geada, embora aguente o frio.

Modo de plantar: pegue um vaso que tenha pelo menos 1 furo no fundo e faça a drenagem com argila expandida e manta de bidim. Coloque um pouco de substrato no fundo e coloque bulbo no centro do vaso cobrindo com uma leve camada de terra. Molhe bem e coloque o vaso num local quente e bem iluminado.

Se for plantar num canteiro, deixe 20cm de espaçamento entre cada bulbo para que a planta possa se desenvolver perfeitamente.

Luminosidade: O copo-de-leite gosta de locais úmidos e sol direto, mas só metade do dia, de preferência que receba o sol da manhã.

Rega: Mantenha o solo sempre úmido, então verifique diariamente a terra e regue sempre que necessário.

Floração: Após o plantio do bulbo, ela deverá florescer entre 60 a 90 dias e se manter florida por 30 a 40 dias. Suas flores podem atingir até 90cm de altura.

Multiplicação: É feita pela separação dos bulbilhos formados junto à planta mãe e separados após o florescimento.

Narciso (Narcissus cyclamineus DC)

O profeta Maomé considerava que a beleza dessa flor era um presente para o espírito. Dizia: “Quem possui dois pães deve vender um e comprar narcisos, pois o pão é alimento para o corpo, enquanto o narciso é alimento para a alma‘! Mas não se deixe enganar pela beleza do narciso, ele é narcótico e venenoso!

Existem mais de 60 espécies dessa planta, que brota de um bulbo e tem florada abundante. Suas flores podem ser simples ou dobradas, muito perfumadas, nas cores branca, amarela e laranja e podem atingir de 30 a 40cm de altura. O narciso é originário da Europa, especialmente das regiões mediterrâneas e do Norte da África. Em Grasse, na França, são cultivados para a fabricação de perfumes, e na Holanda para a exportação de flores e das essências.

Narciso vem do grego narkê, que significa entorpecer. O significado da palavra está associado à lenda da mitologia grega que relata a história do jovem Narciso, filho do deus-rio Cephisus e da ninfa Liriope, transformado em flor. Para saber mais sobre o mito de Narciso acesse: http://www.palavraescuta.com.br/textos/o-mito-de-narciso

Plantio: Prepare o vaso, plante o bulbo com a ponta para cima e cubra-o com uns 3cm de terra. Se for plantar num canteiro, deixe 10cm de distância entre os bulbos, pois algumas variedades formam pequenas touceiras.

Luminosidade: O narciso gosta de luminosidade indireta abundante

Rega: O solo deve estar sempre úmido então verifique diariamente a terra e regue sempre que necessário.

Floração: floresce no inverno/começo da primavera e após 30 dias entra na fase de dormência.

Bulbo: deve ser manipulado na época de dormência. Retire-o do solo, limpe-o delicadamente com uma escova macia e guarde-o em um local seco, fresco e arejado. Aguarde o período de brotação para plantá-lo num vaso ou no jardim.

Atenção: O bulbo poderá ficar no solo durante o período de dormência, mas cuidado com as lagartas. Elas adoram bulbos de narcisos!

Trevo de 4 folhas, trevo da sorte (Oxallis deppei)

Na época dos celtas, por volta de 300 a.C., acreditavam-se que quem tivesse um trevo de 4 folhas poderia absorver os poderes da floresta, a sorte dos deuses e o dom da prosperidade. Esperança, fé, amor e sorte, também podem ser os significados atribuídos a cada uma das folhas do trevo da sorte.

Dizem também que a cada trevo colhido brotam 6 novos, multiplicando-se a sorte!

Como fazer um amuleto da sorte: corte uma folha de trevo bem rente à haste e coloque-a dentro de um livro bem grosso para que ela seque bem reta e lisa. Depois de uma semana, abra o livro e plastifique a folha ou coloque-a num saquinho e carregue-a sempre na carteira para atrair sorte e prosperidade.

O trevo é uma planta herbácea a bulbosa, originária do México, que atinge uns 30cm de altura.

Plantio: Prepare o vaso fazendo a drenagem,  plante o bulbo com a ponta para cima e cubra-o com uns 3cm de terra.

Atenção: Tome cuidado se for plantar direto no solo. Essa planta pode tornar-se uma planta invasora e difícil de erradicar.

Luminosidade: Gosta de sol direto, mas aguenta ficar dentro de casa, desde que perto de uma janela que receba bastante luz.

Rega: Mantenha o solo sempre úmido, então verifique diariamente a terra e regue sempre que necessário.

Floração: Na primavera e verão aparecem lindas florezinhas cor-de-rosa.

 

Para saber mais sobre bulbos acesse: Plantas com bulbos (outros posts do blog)

 

Para ver as fotos dos bastidores do programa Revista da Cidade sobre bulbos acesse o álbum de fotos da página da Menina no facebook: Nô Figueiredo e as plantas com bulbos 

Referências bibliográficas:

LORENZI, Harri. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3a edição. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2001.

Enciclopédia Plantas e Flores vol.1. São Paulo, SP: Editora Abril Cultural, anos 70.

SOARES, Cecília Beatriz L. da Veiga. O livro de ouro das flores. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002.

 

Gostou do post? Do site?
Conecte-se com a natureza curtindo e compartilhando meus posts e vídeos nas redes sociais! Eu te agradeço!

Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
Conexão com a natureza.

 

Plantas que gostam de água – TV Gazeta

Plantas que gostam de água – TV Gazeta

Assista agora à minha participação no programa Manhã Gazeta da Olga Bongiovanni, onde ensino a montar um vaso branco e o cultivo de plantas que gostam de muita água como: papirus, sombrinha-chinesa, copo-de-leite, junco e lírio-da-paz:

Programa foi ao ar em 28 de janeiro de 2011.

 

As plantas foram gentilmente cedidas pela Chácara 3 Paineiras tel 3743-3727

Para mais dicas de cultivo sobre essas plantas clique: Deixa a chuva chover!

 

Veja outras participações na TV Gazeta 

 

Anna Paola, eu e Olga

Gostou do post? Do site? Conecte-se com a natureza comentando, curtindo e compartilhando meus posts e vídeos nas redes sociais! Eu te agradeço!

 

Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

Plantas que gostam de água

Plantas que gostam de água

Conheça algumas plantas que gostam de muita água:

 

COPO DE LEITE

 

Essa planta herbácea robusta, que adora lugares muito úmidos, é originária da África. É perene e atinge de 60cm a 1m de altura. É muito florífera e sua folhagem é ornamental e brilhante.

Floresce na primavera-verão, sendo muito utilizada como flor de corte, podendo ser cultivada a pleno sol ou à meia sombra, acompanhando muros, muretas, paredes, margens de tanques e lagos ou formando conjuntos, que dão um lindo efeito paisagístico, em terra com muita matéria orgânica e umidade constante. É tolerante a baixas temperaturas e não prospera bem em climas quentes.
Multiplica-se pelas mudas formadas junto ao rizoma da planta-mãe, separadas após o florescimento.

 

JUNCO

 

O junco apresenta desenvolvimento vertical, criando um belo contraste de formas com as outras plantas.

Quando plantada isolada, em vasos dentro de espelhos d’água, têm sua beleza valorizada refletindo suas folhas na água. Ele possui folhas afiladas e cilíndricas, em forma de pequenas lanças de verde intenso.

O junco é planta marginal de crescimento rápido, contudo, se plantada juntamente com outras plantas ou em solo com pouca umidade, pode não se desenvolver satisfatoriamente.

 

Desenvolve-se a sol-pleno ou meia-sombra, não suportando geadas ou sol muito forte. Seu tamanho depende das condições locais, podendo ficar entre 30cm a 120cm de altura. Prefere substrato rico em matéria orgânica, sempre úmido ou submerso com coluna d’água entre 5 a 10cm. É planta resistente a pragas e não é exigente quanto ao pH da água.

 

Em lagos ornamentais, serve de refúgio aos alevinos. Neste caso, deve ser colocada uma camada de seixo-de-rio sobre o substrato para evitar que os peixes o revirem, deixando a água turva. Em lagos naturais, pode ser plantado na zona marginal. Sua propagação geralmente se dá por divisão de rizoma na primavera, mas pode ser por sementes.

 

Já os chamados móveis de junco, tão populares entre nós, não são feito com essa planta. São tecidos com os longos ramos de espécie de chorão (Salix).

 

MINI PAPIRUS

 

 

Planta aquática, ideal para espelhos d’água e lagos.

 

Também pode ser planta em vasos.

 

Gosta de clima quente e de sol.

 

Atinge uns 90cm de altura e a touceira tem uns 50cm de diâmetro.

 

É uma planta perene.

 

 

 

PAPIRUS

 

 

Quando estive em NY fiquei encantada com o papirus que está dentro do Metropolitan Museum of Art , o MET, na parte sobre o Egito. Olha que lindo!
Herbácea perene, ereta, entoucerada, aquática, nativa dos brejos do sudoeste do Brasil, de 1,5 a 2,5m de altura e 1m de diâmetro, com numeras hastes firmes, mais ou menos triangulares de medula macia, tendo na extremidade uma cabeceira de folhas finas e pendentes.

 

É uma planta de grande efeito ornamental quando plantada à beira de lagos, espelhos d’água e tanques, sempre a pleno sol, onde possam contar com umidade permanente. Pouco sensível a baixas temperaturas.

 

O famoso papiro usado no Egito antigo era feito com a polpa do caule de uma espécie de Cyperus, abundante no vale do rio Nilo.

 

A tiririca, a planta daninha mais disseminada e nociva em todo o mundo também é da família dos papiros. Seu nome científico é Cyperus rotundus L.

 

LÍRIO DA PAZ

Planta Herbácea, perene, entouceirada, atinge até 70cm de altura por 20cm de diâmetro, nativa da Venezuela. Cultivada em vasos, jardineiras e renques, ou formando conjuntos densos, sempre à meia sombra, em terra rica em matéria orgânica, mantida sempre umedecida ou dentro d’água. Planta tropical, que não gosta de frio.

 

Folhas em tufo, verde-brilhantes e marcadas pelas nervuras curvadas na face de cima, estreitas na base. Inflorecência em espádice branco, envolvido por espata carnosa lisa, livre, branca internamente e esverdeada do lado de fora, com perfume forte de narciso, formada na primavera-verão.

 

Existe uma outra espécie de lírio-da-paz, o Spathiphyllum wallisi Regel, que não gosta de tanta água como o de cima. Esta espécie também é mais baixa, atinge uns 30 a 40cm de altura, sua inflorescência é branca, sem perfume e com a idade ela torna-se verde. É muito utilizada como planta de interior em vasos.

 

 
 Spathiphyllum wallisi Regel (lírio-da-paz)

 

Há ainda um outro lírio-da-paz, o gigante, Spathiphyllum ortgiessi Regel “Sensation”, originário do México, com folhagem de grande efeito decorativo, que atinge de 90cm a 1,9m de altura. Cultivada principalmente em vasos grandes, para ambientes bem iluminados como terraços, ou plantadas isoladamente e em grupos, em canteiros a meia sombra, mantidos umedecidos. É sensível ao frio, não sendo indicada para terraços de apartamentos onde o vento é frio.

 

 
Spathiphyllum ortgiessi Regel “Sensation” (lírio-da-paz gigante)

 

FÓRMIO

 

 

Planta herbácea rizomatosa, acaule, perene, nativa da Nova Zelândia de 1,5m a 3m de altura e 70cm de diâmetro e muito resistente ao frio.

 

Suas folhagens são muito decorativas. As folhas são laminares, longas, verde escuras com margem avermelhada. Também podem ser vermelho-arroxeadas escuras, estriadas de verde, amarelo e branco e estriadas de verde, amarelo e vermelho. Inflorescência alta, vigorosa, com numerosas flores vermelho escuras, de importância ornamental secundária.

 

Pode ser cultivada em vasos, como planta isolada ou formando conjuntos, a pleno sol ou à meia-sombra. É tolerante a terrenos muito úmidos, prestando-se para plantio em beira de tanques e lagos.

 

 

 

Referências bibliográficas:

JOLY, Aylthon Brandão. Botânica: Introdução á taxonomia vegetal. 13ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2002.

LORENZI, Harri. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3a edição. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2001.

LORENZI, Harri. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 3a edição. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2000.
VILAÇA, Juliana. Plantas Tropicais: Guia prático para o novo paisagismo brasileiro. São Paulo: editora Nobel, 2005.

Gostou do post? Do site?
Conecte-se com a natureza curtindo e compartilhando meus posts e vídeos nas redes sociais! Eu te agradeço!

Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
Conexão com a natureza.