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Chapada dos Veadeiros

Chapada dos Veadeiros

Nada é melhor do que um belo feriadão para tirar a barriga da miséria e mergulhar na natureza! Adoro! Esse carnaval resolvemos deixar de lado a fantasia da escola de samba e colocar a fantasia de trilha: botinha de caminhada, calça de tactel que seca rápido, camiseta com fator de proteção solar, chapéu e óculos escuros. Ah, e o item mais importante: um bikini por baixo de tudo isso para poder aproveitar as cachoeiras!

Nô Figueiredo chapada de alegria na frente da Cachoeira dos Couros na Chapada dos Veadeiros, GO

Na 6af logo depois do almoço pegamos um voo para Brasília com mais 2 casais amigos com filhos na idade dos nossos. Lá nos esperava um van para nos levar até a cidade de Alto Paraíso de Goiás, onde fica a Chapada dos Veadeiros. Ficamos hospedados numa pousada BBB: boa, bonita e barata chamada Casa Rosa. Gostei muito das camas. Colchões firmes e altos. Super confortáveis. Dormimos os 4 no mesmo quarto. Meu marido e eu numa cama king, e mais 2 camas de solteiro para meus filhos. No final do quarto tinha uma pia no meio, aberta para o quarto e de cada lado uma porta. Uma tinha o vaso sanitário e a outra o chuveiro. Achei super prático. Na entrada do chalé tinha uma varandinha com rede, muito útil para secar a roupa…

Bom, vamos ao que interessa: A Chapada. Fiquei encantada com a vegetação do cerrado. Que plantas lindas! São totalmente diferentes das que temos aqui em SP:

Flor nativa do Cerrado da Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Flor nativa do Cerrado da Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Olha só os líquens, parecem pingos de tinta fluorescente! Os guias falaram que a Nasa esteve por lá estudando esses líquens e que eles disseram que são dessa cor por que o ar lá é puríssimo!

Líquen amarelo fluorescente na Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Líquen amarelo e laranja fluorescente na Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Lá nascem muitos rios. E tem montes de cachoeiras. Uma mais linda que a outra!

Cachoeira das Siriemas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Vale da Lua – Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Cada uma com um tipo de rocha. A água pode se esbaldar e criar mil formas diferentes!

Cachoeira das Siriemas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Cachoeira Almécegas I na Fazenda São Bento, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Sente o clima das cachoeiras, peguei uns vídeozinhos que o Fábio Mazza, nosso amigo companheiro de viagem, fez e fiz uma montagem…

 

Que vontade de voltar para lá e tomar mais um banho gostoso de cachoeira como esse…

Nô Figueiredo nas Cachoeira dos Couros na Chapada dos Veadeiros, GO – Brasil – foto: Fábio Mazza

 

Eu adoro o mar, mas acho banho de cachoeira uma das melhores coisas do mundo! Sinto que energia e a força da água limpam até a alma! Bom demais!

Se quiser ver mais fotos da viagem, acesse o álbum da Chapada dos Veadeiros no facebook.

 

Dicas da viagem:

Onde ficamos: POUSADA CASA ROSA 

Nossos guias foram a Rosa Almeida e o Zé Pereira da ALTERNATIVAS ECOTURISMO 

O que visitamos:

 DIA  01/03 – CATARATAS DO RIO DOS COUROS

–          Após o café da manhã, saimos com direção a serra de São Vicente. Traslado de 53km,  onde estão localizadas as Cataratas dos Couros. Este é um trecho do Riodos Couros em área particular – uma dos mais impressionantes complexos, com várias cachoeiras, quedas, corredeiras e maravilhosos poços para natação. Essa formidável sucessão de quedas com nomes tais como “Muralha, Franja, Bujão e Parafuso”. Cerca de 2km de caminhada, margeando o Rio dos Couros. Grau de dificuldade: médio.   Paradas para banho e lanche de trilha nas cachoeiras, incluído.

Obs: Amei esse passeio! Vale a pena! 

 

 DIA 02/03 – VALE DA LUA 

–          Após o café da manhã, deslocamento de 35km até o Pé da Serra do Segredo, onde está localizado o Vale da Lua. O atrativo mais visitado da Chapada. O Rio São Miguel percorre um trecho de cerca de 1 km entre rochas esculpidas pelas águas durante milhares de anos, formando piscinas, e inúmeras duchas, pausa para banho refrescante em suas águas cristalinas.  Caminhada de 1,2km ida e volta. Grau de dificuldade: leve.

–        Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros – Cachoeira das Siriemas

Obs: O Vale da Lua é lindo, vale muito a visita. A cachoeira das Siriemas também adorei!

 

3° DIA 02/03 – ALMÉCEGAS / CACHOEIRA SÃO BENTO

–          Após o café da manhã, deslocamento de 15km até a Fazenda São Bento, onde fizemos um rapel e depois visitamos as Cachoeiras: Almécegas I, Almécegas II. Duas quedas exuberantes, uma delas de grande porte e beleza, estas dão origem a piscinas excelentes para banho e descanso. Caminhada de 3km – ida e volta. Grau de dificuldade: médio leve. Lanche incluso.

–          No período da tarde, ali próximo, no Portal da Chapada, visitaremos a Cachoeira de São Bento. Um dos pontos mais visitados da Chapada.  Possui um ótimo poço para mergulho e natação, onde se costuma promover campeonatos nacionais de Pólo Aquático em águas correntes, 3,2km de trilha, sendo 2,4km de trilha de madeira suspensa o que é um atrativo a mais. Grau de dificuldade – Levíssimo 

Obs: O rapel foi legal. As crianças gostaram muito. Eu achei que poderia ser mais alto, pois fiquei parada no meio e tiveram que ir me buscar…

Adorei a Cachoeira Almécegas I! Linda demais e a piscina natural que se forma antes da queda é divina!

4° DIA 04/03 –LOQUINHAS / POÇO ENCANTADO

–          Após o café da manhã, deslocamento de 4km até as Cachoeiras das Loquinhas, Um santuário Ecológico, formado por um complexo de beleza única caracterizados por suas águas de tom verde esmeralda em suas sete piscinas e sete pequenas cachoeiras. A trilha suspensa de 1500m, toda em madeira, preservando a mata de galeria e ladeando o Córrego Passatempo, garante fácil visitação. Total de caminhada de 3km ida e volta. Grau de dificuldade: leve.

–          No período da tarde, deslocamento de 55km até a cachoeira do Poço Encantado que possui um poço que forma uma prainha com areia e tudo na sua borda. Bom para banho. Trilha de 1km – ida e volta. Grau de dificuldade: levíssimo (15 minutos de caminhada em média). Lanche incluso. –

Obs: Adorei a Cachoeira do Poço do Sol nas Loquinhas!

Não gostei muito do Poço Encantado, acho que por que estava muito cheio e chovendo…

 

Descobri que por baixo de toda a Chapada tem montes de cristais. A energia lá é incrível! Quero agora explorar o lado esotérico da Chapada. Quem quer ir comigo?

 

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Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

Bonito

Bonito

Imagine um lugar com cachoeiras, matas, pássaros e muitos bichos… Uma espécie de paraíso na Terra… Imaginou? Esse lugar existe e fica no coração do Brasil, no estado de Mato Grosso do Sul, numa cidadezinha chamada Bonito. Que merece o nome e a fama que tem.

Parque das Cachoeiras – Bonito, MS. foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Situada na Serra da Bodoquena, Bonito é formada por muitos rios que foram esculpindo a rocha calcária e criando cavernas, grutas, cachoeiras e lagos de águas cristalinas que com uma estrutura muito bem organizada tornaram essa cidade num maravilhoso destino de ecoturismo. Tanto que ano passado ganhou o prêmio de “Melhor Destino Para Turismo Responsável no Mundo graças ao controle rígido que garante um limite de visitantes por vez nas atrações e, por tabela, a preservação do lugar.

Meu marido sabe que adoro natureza e principalmente cachoeiras então ele resolveu nos fazer uma surpresa e comprou um pacote para passarmos o reveillon em Bonito. Eu amei a viagem e gostaria de compartilhar um pouco das belezas locais com vocês.

Começamos com o pé direito visitando o Parque das Cachoeiras, caminhando pela trilha feita de decks de madeira (para não impactar e compactar o solo) através da mata ciliar do Rio Mimoso, , onde pudemos mergulhar nas piscinas naturais e tomar deliciosos banhos nas 7 cachoeiras, além de apreciarmos a beleza da fauna e flora locais. O percurso é sempre feito em companhia de um guia treinado e o local oferece colete salva vidas para quem não sabe nadar. Tudo muito limpo, seguro e organizado! Ao final do passeio, almoçamos por lá mesmo, num restaurante simples que oferece comida típica de fazenda feita no fogão à lenha, com vista para o mata. Depois do almoço, soneca no redário. Uma deliciosa tradição local.

No outro dia fomos conhecer a famosa Gruta do Lago Azul.  O lago é realmente muito bonito, mas acho que não vale muito a pena. Eu adoro cavernas (aqui tem um post sobre as cavernas do Petar em SP) e confesso que fiquei meio decepcionada por ficar tão pouco tempo dentro dessa. A entrada da gruta é feita por degraus de pedra, sem corrimão, por isso não recomendam para crianças pequenas, mas depois há uma escada com corrimão e não dá para chegar perto do lago. Apesar do dia estar nublado, demos sorte e apareceu um solzinho para garantir a água azul para nosso deleite.

Parque das Cachoeiras – Bonito, MS. fotos: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Fomos também andar de Bote no Rio Formoso. Vários botes de borracha que acomodam umas 12 pessoas usando coletes salva vidas (para garantir a segurança) e um guia, descendo as corredeiras do Rio Formoso. Foi muito divertido. Viramos crianças remando, jogando água nos outros botes e apostando corrida para ver quem chegava em primeiro lugar! Tudo isso ladeado pela mata ciliar preservada. Depois do passeio, tomamos um sorvete e ficamos curtindo a cachoeira do parque.

O ponto alto da viagem foi a Flutuação no Rio da Prata, que fica na cidade vizinha de Jardim, a 51km de Bonito, por uma estrada que tem trechos de asfalto e terra (ou solo como eles falam por lá). No valor da atração está incluso o aluguel de uma roupa de neoprene de mangas compridas e que vai até os joelhos e botinhas também de neoprene, máscara e snorkel. Pequenos grupos são formados e levados de caminhão até o começo da mata ciliar da propriedade. Caminhamos pela mata até chegarmos na nascente do Olho d’Água onde o guia/instrutor ensina como usar o equipamento e a verdadeira aventura começa. A roupa de neoprene faz com que você flutue e a água cristalina oferece um maravilhoso espetáculo. A sensação é de mergulhar num aquário que não acaba! Peixes e mais peixes, pacus, pintados, dourados, trairas e por aí vai… Lindo demais! Esse passeio é IMPERDÍVEL! Ah, se gostar de filmar e fotografar, alugue na cidade uma camera subaquática, que é mais barato que na atração. Vale a pena!

Flutuação no Rio da Prata – Bonito, MS. fotos: Nô Figueiredo

Os guias locais nos haviam indicado a Boca da Onça, mas infelizmente o passeio foi cancelado por que havia chovido muito na véspera e o rio estava muito turvo. Então acabamos indo para a Fazenda Ceita Coré, que oferece uma trilha na mata ciliar passando por várias cachoeiras. Achei as cachoeiras bonitas, mas as do Parque das Cachoeiras eram melhores. Nesse passeio o nosso grupo estava grande demais e não foi tão legal.

A nossa super agente de viagens, a Giselle da Giloschiavo, nos indicou uma pousada fora do centro de Bonito, que era linda, calma e sossegada. A Pousada Olho d’Água, com seus jardins onde passeavam siriemas e cotias. Recanto perfeito para recarregar as energias depois de tantas aventuras!

Pousada Olho d’Água – Bonito, MS. fotos: Nô Figueiredo

Dicas:

Melhor época do ano para visitar: ano todo. Evite os meses de inverno se gostar de banhos de cachoeira pois a temperatura da água pode ficar muito fria. No verão foi delicioso, só que às vezes chove e algumas atrações ficam com rios barrentos e não cristalinos.

O que levar: roupa de banho, chapéu, óculos escuros, tênis e/ou botinha para caminhada, toalha (adoro essa da Decatlon, que é leve e seca super rápido). No passeio das cachoeiras o ideal teria sido uma papete. Na flutuação do Rio da Prata não pode usar protetor solar nem repelente de mosquitos para não poluir a nascente do rio.

Como chegar:  Voamos de SP para Campo Grande pela TAM, mas depois ficamos sabendo que existem vôos da AZUL direto para Bonito. O voo de SP para Campo Grande dura quase 2 horas. Até aí, tudo bem. Duro é encarar mais 4 horas e pouco de ônibus até Bonito…

Meio de transporte para as atrações: ônibus compartilhado é a opção mais econômica. Alguns dias alugamos um FIAT velho para nos deslocarmos.

Onde comer: na maioria das atrações há a opção de incluir o almoço. Na cidade, o melhor peixe comemos no Restaurante Pantanal na rua principal. O único lugar que tinha um peixe delicioso que não era “à milanesa”. O restaurante A Casa do João tem um ambiente muito gostoso, uma lojinha charmosa e o cardápio mais divertido:

Quanto custa: Todas as atrações são pagas. E bem pagas. Não dá para chegar na atração sem ter comprado o voucher anteriormente e o valor de cada atração é tabelado. Um parte do valor vai para a agência de turismo, outra parte para o guia, outra para a prefeitura e restante fica para bancar os custos da atração. As opções em conta são os balneários públicos, mas são as atrações particulares, como as citadas acima, que reservam a grande diversão. Para você ter uma ideia de valores, segue os Preços por pessoa que pagamos na alta temporada:  

Parque das Cachoeiras: R$95,00 adulto/ R$70,00 criança – R$30,00 a refeição

Gruta do Lago Azul: R$60,00 adulto e criança

Bote no Rio Formoso: R$89,00 adulto/ R$80 criança – R$30,00 a refeição

Flutuação no Rio da Prata: R$162,00 adulto e criança

Fazenda Ceita Coré: R$121,00 adulto/ R$86,00 criança – R$30,00 a refeição

A cidade de Bonito não é grande coisa. Uma ruazinha de comércio, com uns restaurantes e lojinhas, sem nenhum charme. E à noite caminhonetes gigantes com caixas enormes de som pilotadas por jovens que ficam disputando quem toca a música mais alta e pior. Por tanto, se puder, fuja das pousadas do centro. Você não vai conseguir dormir à noite e no dia seguinte terá que acordar cedo…

Como já disse no começo do post, amei Bonito e quero um dia voltar. Desejo que essa estrutura premiada se mantenha preservando esse paraíso no coração do nosso querido Brasil. Deu orgulho de ser brasileira e ver que é possível desfrutarmos as belezas da natureza sem precisarmos destruir. Como dizem, da natureza só se leva fotos e boas lembranças!

 

 

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Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

Cavernas do Petar

Cavernas do Petar

Quando eu tinha uns 15 anos eu fiz uma viagem às cavernas do Petar que me marcou profundamente. Eu aprendi 2 coisas:

1. Nunca olhe para cima. Olhe para a frente: Durante a caminhada para uma das cavernas, quando me deparei com uma trilha super íngrime, me apavorei e falei para o monitor que não ia conseguir subir. Que era alto demais para mim. Ele então disse para eu não olhar para cima, mas para frente. E foi conversando comigo, distraindo a minha atenção enquanto caminhávamos. Quando percebi, já estava lá em cima!

2. O silêncio sagrado das cavernas: dentro das cavernas o silêncio é puro, intenso e delicioso! Quando se apagam as luzes das lanternas, escutamos um silêncio que não existe do lado de fora. Lá dentro não tem barulho algum. Ou tem o barulho da água criando alguma beleza… É muito bom estar envolvida por esse silêncio e escuros absolutos!

O mais louco é que do nada as cavernas começaram a aparecer nas minhas meditações. Senti que era o momento de voltar. Pedi ao meu marido essa viagem de presente de aniversário.

Foi só um final de semana… mas deu para aproveitar muito! Sábado acordamos cedo e fomos com o guia, o Cidão, para o núcleo Santana. Começamos com o filet mignon, a caverna Santana. Essa caverna é considerada uma das mais lindas da região. A água fez lindos trabalhos de esculturas lá dentro:

Depois fomos até a caverna Morro Preto que fica ao lado, paramos para tomar um lanche e recuperar as energias.

E então visitamos a caverna do Couto, considerada uma “baby” caverna, pois foi formada mais recentemente que as outras. Ela não tem muita graça, para falar bem a verdade… mas o Cidão preparou uma surpresa especial para mim lá dentro:

Uma festinha de aniversário com direito a bolo, velas de 42 anos, chapeuzinho e até 1 balão! Foi super emocionante! Jamais imaginei comemorar meu aniversário literalmente dentro da caverna!!! 

E na saída da caverna tomamos um super banho de cachoeira na cachoeira do Couto: 

Para limpar, energizar e revigorar!

 

 

Voltamos para a pousada super cansados, mas muito felizes! A sauna já estava ligada… Nos esperando! Depois da sauna, banho na piscina natural! Tudo de bom!

Voltamos para o quarto, outro banho, roupas secas, jantamos e antes de 9h já estávamos dormindo!

No domingo acordamos antes das 7h, café da manhã reforçado com direito a iogurte natural feito lá, granola natural, frutas, bolos, etc, encaramos uma trilha de 45 minutos, com uma parada para comprar um mel puríssimo da região direto do apicultor e chegamos na caverna Lambari. A maior parte dessa caverna é feita com a água na altura do peito. Meu caçula, de 10 anos, ficou o tempo todo segurando um cabo preso no alto. Emoção total!

Saindo de lá, caminhamos até a vilinha e pegamos umas boias para fazer o bóias-cross.

Infelizmente não tenho fotos nossas. Essas fotos são do site da Pousada das Cavernas. Tivemos que deixar a máquina num local seco, pois durante o boia-cross temos que estar com as duas mãos livres para manejar a boia! Os meninos adoraram descer o rio de barriga para baixo, deitado sobre a bóia com se fossem uma tartaruga! Uma delícia de passeio, cheio de adrenalina! E perfeito para o dia quente de sol do domingo!

O boia-cross acaba na frente da pousada. Subimos para o quarto, tomamos uma ducha quente, colocamos uma roupa seca, almoçamos e pegamos a estrada de volta. Ficamos com a impressão de que havíamos estado lá por muito mais do que os dois dias (na verdade 1 dia e 1/2) que ficamos. Foi tão intenso, tão bom, tão bonito, tão revigorante, que só indo lá conferir pessoalmente!

Quer ver mais fotos? Acesse o álbum: Cavernas do Petar no facebook

Dicas:

O que levar: 02 pares de tênis (velhos para as caminhadas e passeios), repelente contra insetos, protetor solar, capa de chuva, mochila, squezzi ou garrafinha de água, lanterna com pilhas extras, máquina fotográfica, toalha extra. Na caverna só pode entrar com camiseta que cobre os ombros e calça comprida.

A melhor pousada da região é a Pousada das Cavernas: http://www.pousadadascavernas.com.br/ Recomendo, é realmente ótima! As acomodações são amplas, confortáveis, com espaço para secar as roupas… e com uma comida caseira deliciosa!

E tiramos a sorte grande de ter como guia o Cidão, o cara que mais conhece e curte as cavernas! Ele é o homem das cavernas! Além disso ele faz um trabalho super legal de educação ambiental com as escolas da região! O tel dele é (015) 3556-1138 e e-mail: gapmabs@yahoo.com.br

PETAR quer dizer Parque Estadual do Alto Ribeira, está localizado na região do vale do Ribeira, a 340km da capital do Estado de São Paulo e a 185km de Curitiba. O Parque é dividido em 4 núcleos: Santana, Ouro Grosso, Caboclos e Casa de Pedra.


 

Para saber mais sobre o Petar acesse:

http://www.ambiente.sp.gov.br/verNoticia.php?id=47

http://www.ambiente.sp.gov.br/wp/trilhasdesaopaulo/2011/05/24/trilha-do-betari-no-petar/

http://www.fflorestal.sp.gov.br/index.php

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
Conexão com a natureza.