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Respondendo dúvidas sobre lírio da paz

Respondendo dúvidas sobre lírio da paz

Se você ainda tem dúvidas de cultivo de lírio-da-paz aposto agora elas serão todas solucionadas! Veja o vídeo e leia o post!

Respondendo dúvidas sobre lírio da paz

Onde podar a folha velha?

Quando for podar a folha seca, observe bem de onde ela sai e pode ali. Tome cuidado para não podar os brotinhos que estão nascendo.

 

E a flor seca? Onde podar?

Se a flor estiver bem seca, é só puxar com cuidado que ela sai facinho. Se não, observe de onde ela sai e pode-a. Lembrando sempre de usar uma tesoura limpa e bem afiada.

 

Podemos usar a borra de café como adubo?

Sim, podemos usar a borra de café como adubo em quase todas as plantas. Elas vão adorar! É um ótimo adubo orgânico.

 

Existe lírio da paz com cheiro?

Sim, o Spathiphyllum cannifolium tem um forte cheiro de narciso. Mas geralmente encontramos para comprar o Spathiphyllum wallisi, que infelizmente não tem cheiro. Os 2 são bem parecidos e conhecidos popularmente por lírio-da-paz.

 

O que fazer quando a flor fica verde?

Se a flor nasceu branca e depois ficou verde, é normal. Está acabando o ciclo dela. Breve ela secará. Mas se ela nasceu verde, pode-a rapidamente.

 

Qual melhor local para cultivar lírio-da-paz?

O lírio-da-paz gosta de claridade, mas não gosta de sol direto. Se ele ficar no sol direto ele acaba queimando. Você cultivá-lo dentro de casa perto de uma janela bem iluminada, debaixo do sombrite e até num local que receba aquele solzinho da manhã, até no máximo às 10h.

 

Ele mostra quando está com sede!

Se você notar que seu lírio-da-paz está meio caidinho, meio murcho, é sinal de que ele está precisando de água. Regue-o abundantemente. Você pode inclusive fazer o truque do balde que ensino aqui.

 

Por que é necessário transplantar quando compramos uma planta?

Sempre que compramos uma planta devemos transplanta-la para um vaso maior. O fornecedor de plantas vende a planta no auge da beleza naquele tamanho de vaso. Não compensa para ele colocar uma planta pequena em um vaso grande, vai ficar muito caro. O vaso maior é mais caro, vai ter mais substrato, vai ficar mais pesado, o transporte vai ser mais caro. Vai ser tudo mais caro. Então ele vai vender a planta em um vaso menor. E aí cabe à nós transplantá-la para um vaso maior.

 

Substrato para lírio-da-paz

Eu gosto de usar o substrato simples para o lírio-da-paz:

1 medida de terra vegetal ou terra de jardim

1 medida de húmus de minhoca

1 medida de areia de construção (não pode ser areia de praia porque tem muito sal)

Depois misture bem tudo.

 

E como faz para plantar?

Verifique que o vaso tenha um furo embaixo para saída de água. Depois coloque uma camadinha de argila expandida. Se não tiver argila expandida pode ser brita, pode ser isopor picado, caco de telha. Depois coloque a manta de drenagem ou manda de bidim, se não tiver a manta, coloque areia de construção.

E aí você coloca o substrato. Retira a planta do vaso virando-a de ponta cabeça e centralize a muda no centro do vaso novo e complete com mais substrato nas laterais. Regue bem e deixe-a em um lugar com bastante claridade.

 

Quer fazer mudas?

Então dá uma olhada aqui.

 

E para adubar?

Tire suas dúvidas de adubação aqui e veja aqui receitas de adubação para estimular a floração.

 

E aí? O que você achou? Ficou mais alguma dúvida? Você já cultivou o lírio-da-paz? Conta para mim nos comentários abaixo

 

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Sempre que você quiser entrar em contato comigo, é só escrever para: falecom@nofigueiredo.com.br e mandar fotos das plantas ou as suas dúvidas que eu respondo. Não respondo sempre de imediato, tá? Porque nem sempre eu consigo. Mas assim que eu tiver um tempinho eu sempre respondo, com certeza!

 

ESTRÉIA DE VÍDEOS NO YOUTUBE

Agora é possível programar uma estréia no Youtube. Então uns dias antes da 5af e do domingo eu já posto no canal a miniatura do vídeo que será postado. Aquela fotinho da capa do vídeo. E você pode clicar ali para receber um lembrete avisando que o vídeo irá começar. É muito legal saber antes o assunto do vídeo que irá ao ar, né?

 

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Como Cultivar e Fazer Mudas de Lírio da Paz

Como Cultivar e Fazer Mudas de Lírio da Paz

Confira as dicas de cultivo de lírio da paz, também conhecido como bandeira branca (Spathiphylum wallisii), essa linda planta que vai super bem dentro de casa. Nesse vídeo está a íntegra do vídeo que foi postado no site GShow da Rede Globo dia 22 de novembro de 2016.

 

 

 

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Plantas que gostam de água – TV Gazeta

Plantas que gostam de água – TV Gazeta

Assista agora à minha participação no programa Manhã Gazeta da Olga Bongiovanni, onde ensino a montar um vaso branco e o cultivo de plantas que gostam de muita água como: papirus, sombrinha-chinesa, copo-de-leite, junco e lírio-da-paz:

Programa foi ao ar em 28 de janeiro de 2011.

 

As plantas foram gentilmente cedidas pela Chácara 3 Paineiras tel 3743-3727

Para mais dicas de cultivo sobre essas plantas clique: Deixa a chuva chover!

 

Veja outras participações na TV Gazeta 

 

Anna Paola, eu e Olga

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Plantas que gostam de água

Plantas que gostam de água

Conheça algumas plantas que gostam de muita água:

 

COPO DE LEITE

 

Essa planta herbácea robusta, que adora lugares muito úmidos, é originária da África. É perene e atinge de 60cm a 1m de altura. É muito florífera e sua folhagem é ornamental e brilhante.

Floresce na primavera-verão, sendo muito utilizada como flor de corte, podendo ser cultivada a pleno sol ou à meia sombra, acompanhando muros, muretas, paredes, margens de tanques e lagos ou formando conjuntos, que dão um lindo efeito paisagístico, em terra com muita matéria orgânica e umidade constante. É tolerante a baixas temperaturas e não prospera bem em climas quentes.
Multiplica-se pelas mudas formadas junto ao rizoma da planta-mãe, separadas após o florescimento.

 

JUNCO

 

O junco apresenta desenvolvimento vertical, criando um belo contraste de formas com as outras plantas.

Quando plantada isolada, em vasos dentro de espelhos d’água, têm sua beleza valorizada refletindo suas folhas na água. Ele possui folhas afiladas e cilíndricas, em forma de pequenas lanças de verde intenso.

O junco é planta marginal de crescimento rápido, contudo, se plantada juntamente com outras plantas ou em solo com pouca umidade, pode não se desenvolver satisfatoriamente.

 

Desenvolve-se a sol-pleno ou meia-sombra, não suportando geadas ou sol muito forte. Seu tamanho depende das condições locais, podendo ficar entre 30cm a 120cm de altura. Prefere substrato rico em matéria orgânica, sempre úmido ou submerso com coluna d’água entre 5 a 10cm. É planta resistente a pragas e não é exigente quanto ao pH da água.

 

Em lagos ornamentais, serve de refúgio aos alevinos. Neste caso, deve ser colocada uma camada de seixo-de-rio sobre o substrato para evitar que os peixes o revirem, deixando a água turva. Em lagos naturais, pode ser plantado na zona marginal. Sua propagação geralmente se dá por divisão de rizoma na primavera, mas pode ser por sementes.

 

Já os chamados móveis de junco, tão populares entre nós, não são feito com essa planta. São tecidos com os longos ramos de espécie de chorão (Salix).

 

MINI PAPIRUS

 

 

Planta aquática, ideal para espelhos d’água e lagos.

 

Também pode ser planta em vasos.

 

Gosta de clima quente e de sol.

 

Atinge uns 90cm de altura e a touceira tem uns 50cm de diâmetro.

 

É uma planta perene.

 

 

 

PAPIRUS

 

 

Quando estive em NY fiquei encantada com o papirus que está dentro do Metropolitan Museum of Art , o MET, na parte sobre o Egito. Olha que lindo!
Herbácea perene, ereta, entoucerada, aquática, nativa dos brejos do sudoeste do Brasil, de 1,5 a 2,5m de altura e 1m de diâmetro, com numeras hastes firmes, mais ou menos triangulares de medula macia, tendo na extremidade uma cabeceira de folhas finas e pendentes.

 

É uma planta de grande efeito ornamental quando plantada à beira de lagos, espelhos d’água e tanques, sempre a pleno sol, onde possam contar com umidade permanente. Pouco sensível a baixas temperaturas.

 

O famoso papiro usado no Egito antigo era feito com a polpa do caule de uma espécie de Cyperus, abundante no vale do rio Nilo.

 

A tiririca, a planta daninha mais disseminada e nociva em todo o mundo também é da família dos papiros. Seu nome científico é Cyperus rotundus L.

 

LÍRIO DA PAZ

Planta Herbácea, perene, entouceirada, atinge até 70cm de altura por 20cm de diâmetro, nativa da Venezuela. Cultivada em vasos, jardineiras e renques, ou formando conjuntos densos, sempre à meia sombra, em terra rica em matéria orgânica, mantida sempre umedecida ou dentro d’água. Planta tropical, que não gosta de frio.

 

Folhas em tufo, verde-brilhantes e marcadas pelas nervuras curvadas na face de cima, estreitas na base. Inflorecência em espádice branco, envolvido por espata carnosa lisa, livre, branca internamente e esverdeada do lado de fora, com perfume forte de narciso, formada na primavera-verão.

 

Existe uma outra espécie de lírio-da-paz, o Spathiphyllum wallisi Regel, que não gosta de tanta água como o de cima. Esta espécie também é mais baixa, atinge uns 30 a 40cm de altura, sua inflorescência é branca, sem perfume e com a idade ela torna-se verde. É muito utilizada como planta de interior em vasos.

 

 
 Spathiphyllum wallisi Regel (lírio-da-paz)

 

Há ainda um outro lírio-da-paz, o gigante, Spathiphyllum ortgiessi Regel “Sensation”, originário do México, com folhagem de grande efeito decorativo, que atinge de 90cm a 1,9m de altura. Cultivada principalmente em vasos grandes, para ambientes bem iluminados como terraços, ou plantadas isoladamente e em grupos, em canteiros a meia sombra, mantidos umedecidos. É sensível ao frio, não sendo indicada para terraços de apartamentos onde o vento é frio.

 

 
Spathiphyllum ortgiessi Regel “Sensation” (lírio-da-paz gigante)

 

FÓRMIO

 

 

Planta herbácea rizomatosa, acaule, perene, nativa da Nova Zelândia de 1,5m a 3m de altura e 70cm de diâmetro e muito resistente ao frio.

 

Suas folhagens são muito decorativas. As folhas são laminares, longas, verde escuras com margem avermelhada. Também podem ser vermelho-arroxeadas escuras, estriadas de verde, amarelo e branco e estriadas de verde, amarelo e vermelho. Inflorescência alta, vigorosa, com numerosas flores vermelho escuras, de importância ornamental secundária.

 

Pode ser cultivada em vasos, como planta isolada ou formando conjuntos, a pleno sol ou à meia-sombra. É tolerante a terrenos muito úmidos, prestando-se para plantio em beira de tanques e lagos.

 

 

 

Referências bibliográficas:

JOLY, Aylthon Brandão. Botânica: Introdução á taxonomia vegetal. 13ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2002.

LORENZI, Harri. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3a edição. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2001.

LORENZI, Harri. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 3a edição. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2000.
VILAÇA, Juliana. Plantas Tropicais: Guia prático para o novo paisagismo brasileiro. São Paulo: editora Nobel, 2005.

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