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ANTÚRIOS: COMO FAZER MUDAS + DICAS DE CULTIVO

ANTÚRIOS: COMO FAZER MUDAS + DICAS DE CULTIVO

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Antúrios: Como Fazer Mudas + Dicas de Cultivo. Aprenda agora como fazer mudas de antúrio de 3 formas e ainda como cultivar essa linda planta!

ANTÚRIOS: COMO FAZER MUDAS + DICAS DE CULTIVO

Os antúrios podem ser multiplicados de várias formas:

divisão de touceira

Se o seu vaso ou canteiro de antúrios está bem cheio, você pode dividir as touceiras e multiplicar suas plantas, já que mudinhas costumam se formar ao lado da planta mãe. Para isso, retire a planta do vaso ou da terra, e delicadamente com as mãos ou com o auxílio de uma faca, ou tesoura, separe as mudas, tomando cuidado para não danificar as raízes. Depois replante em novos vasos ou no jardim e mantenha a terra úmida, mas não encharcada.

 

muda por estacas

Mas se o seu antúrio está alto, comprido, estiolado, o melhor a fazer é uma bela poda e depois aproveitar os pedaços do caule para fazer estacas. Com o tempo o antúrio vai crescendo e seu caule vai ficando alto, comprido, estiolado. A planta fica meio desengonçada. E raízes vão surgindo ao longo do caule. Então dependendo do tamanho do caule, podemos fazer várias mudas.

 

Esse antúrio está no xaxim de palmeira. Ele foi plantado em  novembro de 2018 e ficou produzindo flores direto. Ele amou esse xaxim! Geralmente esses xaxins duram uns 3 a 4 anos, mas eu bobeei e deixei o xaxim direto em contato com o jardim, daí ele começou a se decompor rapidamente. Por isso está na hora de replantá-lo.

 

xaxim de palmeira = 100% natural

Os Xaxins de Palmeira são 100% naturais. São feitos com fibra de palmeiras e seiva de árvore. Eles funcionam como se fossem substratos estruturados, permitindo um perfeito enraizamento das plantas e aumentando a durabilidade da floração. O meu antúrio ficou florindo direto por mais de ano no xaxim de palmeira! 

Além de aumentar o tempo de floração, o xaxim de palmeira ainda te ajuda e economizar água, já que suas paredes armazenam água, fazendo com que você precise regar menos vezes. E também não é preciso fazer drenagem nos xaxim na hora de plantar. As paredes do vaso absorvem o excesso de água da rega, proporcionando isolação térmica para as raízes, evitando stress hídrico.

Na hora de plantar, podemos plantar direto no xaxim de Palmeira, NÃO precisa deixar o vaso de molho de um dia para outro e esse vaso também NÃO tem tanino!

antúrios nos xaxins de palmeira

 

inspiração: xaxim original

O xaxim de palmeira é inspirado no xaxim original, aquele que a sua mãe ou avó tinham e que já não pode mais ser comercializado. O xaxim original era feito com o tronco da samambaia-açu, uma samambaia que parece uma palmeira, nativa da nossa Mata Atlântica, que que está em extinção.  Então tanto a sua venda como sua comercialização estão proibidas pelo Ibama.

 

substratos biogreen

Bom, continuando o transplante, vou usar o substrato para plantas em geral da Biogreen, que é empresa que fabrica o Xaxim de Palmeira.

Esse substrato cria um ambiente com retenção de água e nutrientes ideal para o desenvolvimento de qualquer planta, além de facilitar a aeração das raízes. Esse substrato ainda funciona com adubo, pois como sua decomposição é lenta, ele vai liberando aos poucos nutrientes para as plantas. Usei 1 parte de substrato para todas as plantas Biogreen e Terra Vegetal Biogreen:

Substrato Biogreen para todas as plantas

terra vegetal Biogreen

 

Ah, essas embalagens novas ficam lindas, né?

 

Substrato para antúrio

O antúrio gosta de substrato rico em matéria orgânica, como fibra de palmeira , húmus de minhoca, casca de pinus… então esse substrato é perfeito para ele!

 

Hora de podar!

Respire fundo, peça licença à planta, explique que irá deixá-la mais bonita e que irá fazer mais mudas para enfeitar o seu jardim ou dar de presente, utilize uma tesoura limpa e afiada e pode. Isso mesmo. Encha-se de coragem e pode!

A base da planta com o tempo irá formar novas folhas, a parte de cima da planta pode ser plantada num novo vaso e os seguimentos centrais também podem ser plantados e com o tempo irão formar folhas. Não tem desperdício!

Esse processo pode demorar uns 2 meses para a planta começar a brotar novamente. Então tenha paciência!

 

Água é fundamental

Importante regar diariamente nesse período para garantir o completo enraizamento das mudas. Mas se você tiver plantado no xaxim de palmeira não precisará regar todos os dias. É só garantir que o substrato esteja sempre úmido!

 

FLORES

Geralmente as flores do antúrio são formadas na primavera e verão e ornadas por espatas sulcadas (que é o que a gente acha que é a flor, mas na verdade é uma bráctea, uma folha modificada para atrair os polinizadores), em diversas cores: brancas, vermelhas brilhantes, cor-de-rosa, cor-de-salmão, vermelho-sanguínea, verdes mais claras que as folhas e novas cores estão surgindo de cruzamentos de espécies. Esse meu antúrio ficou florindo direto por mais de ano! Ele amou o xaxim de palmeira!

 

MULTIPLICAÇÃO POR SEMENTES

Existe mais uma forma de multiplicar antúrios. É a forma mais demorada de todas, que é por semente. E é a forma que acontece na natureza.

O que a gente acha que é a flor do antúrio na verdade é a espata, ou seja uma folha modificada para atrair os polinizadores para as pequeninas florzinhas que ficam aqui nessa parte comprida chamada de espádice. E é aqui que irão aparecer os frutinhos, depois que as florzinhas foram polinizadas. Quando esses frutinhos estão maduros, ou seja, quando eles estão se soltando, é só colhê-los e colocá-los num local para enraizar. Pode até ser em papel umedecido ou então direto no vaso ou berçário com terra bem adubada e bastante areia (1 parte de cada). Demora até 3 meses para germinar.

 

Dicas de cultivo

Os antúrios podem ser cultivados em vasos, jardineiras, ou em conjuntos isolados no jardim, sempre a meia-sombra, mas com bastante claridade. O antúrio gosta que suas raízes fiquem bem aeradas.

 

rega

Na primavera e no verão, mantenha o substrato úmido para que sua folhagem fique sempre linda e brilhante. No inverno diminua um pouco a rega.

 

clima

Os antúrios são nativos das florestas tropicais e úmidas da Colômbia, então adoram umidade nas folhas.

 

pontas das folhas amareladas?

Se as pontinhas das folhas começarem a ficar amareladas, provavelmente é falta de umidade. Borrife água nas folhas todos os dias pela manhã. Sua planta vai ficar muito feliz!

 

Ou será cloro?

Mas atenção, pode ser também excesso de cloro na água da sua cidade. Então deixe a água da rega num balde sem tampa descansando por 24 horas antes de regar seu antúrio para o cloro evaporar.

 

Veja mais dicas de cultivo de antúrio aqui, aqui e aqui.

 

E ai? O que você achou? Já cultivou antúrio? Já multiplicou essa planta? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Plantas tóxicas – TV Gazeta

Plantas tóxicas – TV Gazeta

Conhecimento é prevenção de acidentes: assista agora à minha participação no programa Manhã Gazeta, da Olga Bongiovanni, falando sobre as plantas tóxicas:

Programa foi ao ar em 13 de maio de 2011.

 

As plantas foram gentilmente cedidas pela Natus Verde Plantas Ornamentais, que infelizmente não existe mais.
Mais sobre PLANTAS TÓXICAS

 

Para assistir minhas outras participações na TV Gazeta clique:  TV Gazeta

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Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

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Cultivo e Identificação de Plantas Tóxicas

Cultivo e Identificação de Plantas Tóxicas

Aprenda a identificar e cultivar algumas plantas que são lindas e venenosas. É importante saber identificá-las para evitar acidentes.

As crianças pequenas muitas vezes são atraídas pela beleza das folhas e inflorescências da comigo-ninguém-pode (cujo nome popular que não precisa de maiores explicações), do antúrio e do caladium (ou tinhorão). Essas plantas são encontradas em muitos lares brasileiros, já que são plantas de meia sombra e fáceis de cultivar.

 

Veja agora as 3 plantas responsáveis pela maioria dos casos de intoxicação por plantas. A Dieffenbachia é a maior responsável por casos de intoxicação, seguida pelo Anthurium e Caladium. Acredita-se que os mecanismos de ação tóxica dessas plantas sejam semelhantes, por isso vou explicar apenas o da Dieffenbachia.

 

Dieffenbachia amoena (comigo-ninguém-pode ou difenbáquia)

Originária da Colômbia e Costa Rica, essa planta herbácea perene, que atinge de 20 a 50cm de altura, possui caule espesso, suculento e folhagem muito ornamental, com desenhos variados. Já sua flores, que são produzidas no verão e não possuem importância ornamental.
É cultivada em vasos, em conjuntos isolados ou em jardineiras a sombra ou meia sombra, protegida do vento, com terra enriquecida de húmus e bem suprida de água.

Dieffenbachia amoena (comigo-ninguém-pode ou difenbáquia)

 

No caso de contato com os olhos, há necessidade de maiores cuidados, pois pode haver lesão na córnea, acompanhada de dor e fotofobia.

As crianças são atraídas pela exuberância das folhas e levam partes destas à boca. A mastigação, mesmo que de pequenos pedaços, causa uma intensa irritação das mucosas da boca, faringe e laringe. Os sintomas iniciam-se com salivação abundante, dores na boca, na língua e nos lábios. Nos casos mais graves, aparecem efeitos gastrointestinais, como náuseas e vômitos. O tratamento no caso de ingestão é apenas sintomático.

 

Anthurium andraeanum Linden (antúrio)

Essa planta semi-herbácea, ereta e perene, também é originária da Colômbia. Ela atinge de 30cm até 1m de altura e possui uma folhagem muito ornamental.

Anthurium andraeanum Linden (antúrio)

Suas flores são brancas, cremes ou esverdeadas, formadas na primavera e verão e ornadas por espatas sulcadas (que é o que a gente acha que é a flor, mas na verdade é uma bráctea para atração de polinizadores), em diversas cores: brancas, vermelhas brilhantes, cor-de-rosa, cor-de-salmão, vermelho-sanguínea, e novas cores estão surgindo de cruzamentos de espécies.
É cultivada em vasos, em conjuntos isolados ou jardineiras, sempre a meia-sombra, em canteiros com terra vegetal. Quando muito alta deve ser rebaixada dividindo-a em estacas. Muito utilizada como flor de corte, proporcionando arranjos bonitos e muito duráveis. Não gosta de frio.

Caladium sp. (caladium, tinhorão)

O caladium é composto por um grande grupo de plantas bulbosas, eretas e acaules, entouceradas e originárias da América Tropical, principalmente do Brasil.
Suas folhas são lindas, variadamente coloridas em diferentes desenhos, obtidos geralmente por hibridação de diversas espécies.
Caladium sp. (caladium, tinhorão)
São cultivados em vasos, mas podem ser formadas jardineiras ou conjuntos sempre a meia-sombra ou pleno sol, em locais protegidos de ventos, ricos em matéria orgânica e muita umidade.
Produzem bulbos que passam por um período de repouso vegetativo durante o inverno, perdendo totalmente as folhas. Aproveita-se essa fase para arrancar os bulbos, dividi-los ou não, reformar a terra e plantá-los novamente no fim do inverno.

 

As plantas a seguir normalmente estão em calçadas, jardins e praças e acabam atraindo crianças um pouco maiores com seus frutos, flores e folhas.

Allamanda cathartica L. (alamanda)

Originária do litoral norte, nordeste e leste do Brasil, essa trepadeira lactescente e semi-lenhosa é bastante vigorosa e possui folhas brilhantes e espessas.
Allamanda cathartica L. (alamanda)
Apresenta inflorescências com flores amarelas em forma de funil, formadas durante quase o ano todo, principalmente na primavera-verão. Adora o sol e quando jovem precisa ser conduzida com amarrilho, em suportes, caramanchões, portais e cercas. Tolera um pouco o frio. Multiplica-se principalmente por estacas cortadas na primavera-verão.
A ingestão da alamanda provoca distúrbio gastrointestinal intenso, caracterizado por náuseas, vômitos, cólicas abdominais e diarréia.

 

Nerium oleander (espirradeira, oleandro)

Esse arbusto grande, que é quase uma arvoreta, lactescente, é originário do Mediterrâneo e pode atingir de 3 a 5m de altura. É muito ramificado e flolífero. Suas flores podem ser brancas, róseas ou vermelhas e formam-se na primavera-verão. Tanto suas folhas como suas flores são muito tóxicas.

Nerium oleander (espirradeira, oleandro)

Cultivado com grande freqüência em parques e jardins e utilizado na arborização de ruas, inclusive em regiões de clima frio e mesmo áridas.

 

Euphorbia milii Des Moul. (coroa-de-cristo)
Muito utilizado como cerca viva graças aos seus espinhos agressivos, este arbusto de textura suculenta e lactescente, originário de Madagascar, atinge de 50 a 80 cm de altura.
Suas inflorescências com flores dispostas duas a duas, pequenas com brácteas vermelhas, róseas, amarelas ou brancas, são formadas durante o ano todo.

Euphorbia milii Des Moul. (coroa-de-cristo)

Os casos mais freqüentes de intoxicação pela coroa-de-cristo estão associados ao contato do látex com a pele e com as mucosas. É comum ocorrerem incidentes com jardineiros durante a poda, tanto do contato do látex com a pele como o contato da mão suja de látex com os olhos. Em crianças, o contato ocorre freqüentemente durante as brincadeiras, ao tirar leite da planta para fazer “comidinha”.

A exposição da pele ao látex causa uma inflamação caracterizada por vermelhidão, inchaço, dor e necrose dos tecidos. Quando partes da planta são ingeridas, desenvolve-se uma sensação de queimação nos lábios, na língua e na mucosa bucal, seguidas por dores intestinais, vômitos e diarréia. O contato com os olhos deve ser tratado imediatamente para evitar o desenvolvimento de conjuntivites, queratites e uveites, juntamente com inchaço das pálpebras e fechamento dos olhos devido ao edema. A demora na ajuda médica pode acarretar em complicações como úlcera corneal, perfuração da córnea e conseqüente cegueira.

 

Outras plantas tóxicas:
  • Euphorbia pulcherrima Willd. (bico-de-papagaio)
  • Ricinus communis L. (mamona)
  • Jatropha curcas L. (pinhão-papagaio)
  • Atropa belladona L. (beladona)
  • Nicotiana glauca Graham (couve-do-mato)
  • Brugmansia suaveolens (saia-branca)
  • Luffa operculata (buchinha)
  • Thevetia peruviana (chapéu-de-napoleão)
  • Lithraea molleoides (aroeira)
  • Scadoxus multiflorus (coroa-imperial)
  • Palicourea marcgravii (erva-de-rato)
  • Ficus pumila (unha-de-gato)
  • Murraya paniculata (murta-de-cheiro)
  • Polyscias fruticosa (árvore-da-felicidade fêmea)
  • Oxalis sp. (trevo)

 

Para mais informações sobre plantas tóxicas:
SINITOX – Sistema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas 

 

Assista ao vídeo PLANTA TÓXICAS – TV GAZETA

 

 

Referências bibliográficas:

LORENZI, Harri. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3a edição. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2001.
OLIVEIRA, Rejane Barbosa de; GODOY, Silvana Aparecida Pires de; COSTA, Fernando Batista. Plantas tóxicas. Conhecimento e prevenção de acidentes. Ribeirão Preto, SP: Holos, 2003.

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Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

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