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Visita ao Jardim Botânico de São Paulo – parte 1

Visita ao Jardim Botânico de São Paulo – parte 1

Jardim Botânico de São Paulo – parte 1: visite comigo e aprenda com a Dra. Rosângela Simão-Bianchini. Vamos lá?

Jardim Botânico de São Paulo – parte 1

O que é um jardim botânico?

 
Um jardim botânico abriga coleções de plantas (ou partes de plantas) vivas e não vivas, devidamente identificadas, catalogadas e registradas que recebem tratamentos especiais que dão longevidade a esse patrimônio que é destinado à conservação da biodiversidade, pesquisas científicas e educação.

O conhecimento sobre as plantas sempre despertou a curiosidade do homem que, ao longo da história, foi cultivando plantas de diferentes regiões e formando coleções para estudos. Assim, no século XVI surgiram os primeiros jardins botânicos na Europa. No Brasil existem 34 Jardins botânicos, a maioria na região sudeste.

 

Para que serve um Jardim Botânico?

 

A maioria dos jardins botânicos está localizada em grandes centros urbanos e oferecem uma ótima oportunidade aos seus visitantes de se reconectarem ao ambiente natural, despertando sensações agradáveis que promovem o bem estar, o reconhecimento da beleza existente na natureza, a motivação para observação e aprendizagem.Os programas educativos oferecem visitas educativas especialmente às escolas, nas quais o aluno é estimulado a desenvolver a percepção do ambiente, entrar em contato com os diferentes grupos vegetais, observar as relações ecológicas e ampliar seu conhecimento sobre a biodiversidade. 

 

O Jardim Botânico de São Paulo

O Jardim Botânico de São Paulo foi fundado em 1928 por Frederico Carlos Hoehne em uma área de Mata Atlântica que abriga as nascentes do histórico riacho Ipiranga, às margens do qual Dom Pedro I proclamou a independência do Brasil.

 

A Missão

A missão do Jardim Botânico de São Paulo é a preservação e o uso sustentável da biodiversidade paulista e brasileira, por meio da conservação “in-situ” e “ex-situ”, e o conhecimento de todos os grupos de plantas e fungos, bem como de suas relações com o meio ambiente.

Os Jardins Botânicos têm um papel fundamental neste processo conservacionista e educacional, cujo objetivo é ensinar a importância da vegetação, da conservação da biodiversidade, da pesquisa científica e do desenvolvimento sustentável.

 

Centro de Pesquisa

O Jardim Botânico de São Paulo é um importante centro de pesquisa em biodiversidade e realiza estudos sobre os diferentes grupos vegetais, fungos, ecologia de florestas e ambientes aquáticos. Estes estudos contribuem para:

  • Ampliar o conhecimento científico e contribuir para a conservação da biodiversidade;
  • Entender o funcionamento dos ambientes naturais para sua manutenção conservação e restauração;
  • Ampliar o entendimento do público sobre o valor da biodiversidade;
  • Amenizar os problemas ambientais como poluição, contaminação de água e solo, desmatamento, aquecimento global e recuperação de áreas desmatadas;
  • Promover a conservação da biodiversidade em Unidades de Conservação;
  • Desenvolver técnicas de coleta, cultivo, semeadura e reintrodução de plantas.

 

Histórico do Jardim Botânico

No final do século passado, a área do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga era uma vasta região com mata nativa, ocupada por sitiantes e chacareiros. Por ordem do governo, as desapropriações na área vinham ocorrendo desde 1893, visando à recuperação da floresta, à utilização dos recursos hídricos e à preservação das nascentes do Riacho do Ipiranga.

Em 1917, a região tornou-se propriedade do Governo, passando a denominar-se Parque do Estado. Até 1928 serviu para captação de águas, que abasteciam o bairro do Ipiranga. Neste mesmo ano, o naturalista Frederico Carlos Hoehne foi convidado para implantar um Jardim Botânico na região.

Entretanto, somente em 1938 o Jardim Botânico de São Paulo foi oficializado, juntamente com a criação do Departamento de Botânica, na época órgão da Secretaria da Agricultura, Indústria e Comércio de São Paulo. Em 1969, o Parque do Estado, onde o Instituto de Botânica e o Jardim Botânico estão localizados, passou a denominar-se Parque Estadual das Fontes do Ipiranga.

 

Localização geográfica

O Jardim Botânico de São Paulo está inserido no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI) que é o terceiro maior fragmento de Mata Atlântica da cidade, com aproximadamente 5,5 Km². O PEFI também abriga o Jardim Zoológico, Zoo Safári, Parque Cientec, além de 162 hectares de matas conservadas.

PEFI – PARQUE ESTADUAL DAS FONTES DO IPIRANGA

A Mata Atlântica é um dos mais ricos biomas do planeta em diversidade biológica e endemismo (espécies que somente ocorrem em um determinado local). É o 5º bioma mais ameaçado do mundo, restando somente 7% da sua área original. Possui aproximadamente 250 espécies de mamíferos, mais de mil espécies de aves e cerca de 20 mil espécies de plantas vasculares, das quais 8 mil só ocorrem neste bioma.

Você sabia que um trecho da Mata Atlântica nativa do tamanho de um campo de futebol pode ter até 3 vezes mais espécies de árvores do que a Inglaterra?

Essa enorme riqueza é um dos ambientes mais ameaçados do mundo. A biodiversidade é a maior riqueza do planeta, mas não é vista ou reconhecida como tal. A maioria das pessoas vê o valor da biodiversidade apenas quando plantas, animais e microrganismos são utilizados como produtos alimentícios, farmacêuticos ou cosméticos.

A importância de manter a mata do PEFI está relacionada com duas funções:

Ecológica: 

  • Manter a rica diversidade biológica;
  • Preservar 2 aquíferos subterrâneos e 24 nascentes;
  • Contribui para a qualidade ambiental da região, uma vez que ameniza o clima, mantém a qualidade do ar e controla as cheias, pois a floresta permite a absorção de água no solo.

Social: 

  • Constitui um importante patrimônio cultural e histórico;
  • Disponibiliza à população áreas que proporcionam acesso à cultura, lazer e educação, contribuindo para o bem estar físico e psíquico;
  • Produz conhecimento para a utilização racional e sustentável dos nossos recurso.

 

Informações sobre funcionamento do Jardim Botânico

 
Aberto: de terça a domingo e feriados (incluindo feriados que caem na segunda-feira), das 9 às 17 horas.

Quarta-feira de Cinzas aberto a partir das 12h.

No horário de verão: aberto das 9 às 18 horas.

Fechado: sexta-feira santa, 25 de dezembro e 1º de janeiro.

Visitas educativas – clique aqui 

 

Informações gerais

INGRESSOS:
Estudantes ………………………………………………… R$ 5,00
Público em geral ………………………………………… R$ 10,00

* Crianças até 04 anos, idosos acima de 60 anos e portadores de necessidades especiais são isentos.

ESTACIONAMENTO:
Carro de passeio ………………………………………… R$ 15,00
Moto e Afins ……………………………………………… R$ 10,00
Vans, Ônibus e micro-ônibus ……………………… R$ 45,00

Os pagamentos do Ingresso e Estacionamento deve ser feitos em dinheiro ou cheques.

ALIMENTAÇÃO:

Restaurante e Lanchonete

A lanchonete funciona todos os dias, das 9 às 17h.

O restaurante funciona de segunda a sexta-feira para almoço, das 12 às 14h30 e aos sábados, domingos e feriados, das 11h30 às 15h30. O buffet servido é cobrado por quilo.

O serviço de buffet também pode ser contratado para aniversários, casamentos e confraternizações em geral.

Telefones: (11) 3031-2961 ou 3037-7253

 

Saiba mais no site: http://jardimbotanico.sp.gov.br/

 

Conheça outros parques e praças em São Paulo.

 

E aí? O que você achou do Jardim Botânico de São Paulo? Já conhecia esse jardim botânico? Qual foi sua experiência com ele? Conhece outros jardins botânicos? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

ENTRE EM CONTATO COMIGO:

Sempre que você quiser entrar em contato comigo, é só escrever para: falecom@nofigueiredo.com.br e mandar fotos das plantas ou as suas dúvidas que eu respondo. Não respondo sempre de imediato, tá? Porque nem sempre eu consigo. Mas assim que eu tiver um tempinho eu sempre respondo, com certeza!

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Boldos: Benefícios e dicas de cultivo

Boldos: Benefícios e dicas de cultivo

Boldos: conheça os benefícios para a saúde e aprenda como cultivá-los com as dicas da querida herborista Sabrina Jeha nessa visita que a Nô Figueiredo fez no Sabor de Fazenda.

Boldos: Benefícios e dicas de cultivo

Sabia que aqui no Brasil existem 3 plantas conhecidas como boldo? Aprenda agora sobre seus benefícios, propriedades e como cultivá-las.

 

Boldo africano

O boldo africano (Plectranthus barbatus) também conhecido por boldo da terra, boldo de jardim, boldo do reino, falso boldo, malva santa, indian coleus (inglês), boldo brasilero (espanhol), boldo de la índia (espanhol), coleus (espanhol) é originário da Índia.

Boldo africano

Boldo africano (Plectranthus barbatus)

 


Características botânicas:

Planta herbácea ou subarbustiva, aromática e perene. Atinge em torno de 1,5 m de altura, sendo pouco ramificada.

 

Cultivo-Solo/Clima: 

Pode ser plantado em todas as regiões do Brasil, sendo somente sensível à geada. É bem resistente a pragas e doenças. Seis meses após o plantio a colheita já pode ser iniciada. Para se ter uma planta volumosa é aconselhável à poda das inflorescências um pouco antes da colheita. A propagação é feita por estaquia.

 

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: 

A maceração das folhas é um tônico amargo que facilita o trabalho da vesícula biliar estimulando a secreção da bílis, favorecendo a digestão de gorduras, porém se tomado em exagero ou se o uso for prolongado, pode causar irritação gástrica. Se tomado em exagero ou usado prolongadamente, pode ser tóxico e causar irritação no tubo digestivo.

 

Partes usadas: folhas.


Boldo miúdo

O boldo miúdo (Plectranthus neochilus), também conhecido por boldo gambá, spur flower (inglês), boldo paraguayo (espanhol), boldo rastrero (espanhol), el coleus azul (espanhol), espanta mascotas (espanhol) é originário da África.

Boldo miúdo

Boldo miúdo (Plectranthus neochilus)

 

Características botânicas:

Planta herbácea, perene, ramificada, de aroma muito intenso. Folhas inteiras, carnosas e opostas. Folhas verdes-cinza e flores com colorações azuis e roxas. Atinge altura de 30-90 cm.

 

Cultivo-Solo/Clima:

Responde bem às chuvas de inverno e de irrigação ocasional. Podem florescer ao longo de todo ano. Pode ser cultivada em vasos e em canteiros, formando uma bonita forragem. A reprodução pode ser feita por estaquia.

 

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais:

A maceração das folhas é um tônico amargo que facilita o trabalho da vesícula biliar estimulando a secreção da bílis, favorecendo a digestão de gorduras, porém se tomado em exagero ou se o uso for prolongado, pode causar irritação gástrica. Se tomado em exagero ou usado prolongadamente, pode ser tóxico e causar irritação no tubo digestivo.

 

Partes usadas: folhas.

 

Boldo indígena

O boldo indígena (Vernonia condensata), também conhecido por alumã, boldo baiano, boldo chinês, boldo indígena, boldo japonês, figatil (inglês), necroton (inglês) é nativo da África.

Boldo indígena

Boldo indígena (Vernonia condensata)

 

Características botânicas:

Grande arbusto, pouco ramificado e de 2-4 m de altura. Flores pequenas e de coloração branca, quais florescem no verão.

 

Cultivo-Solo/Clima:

Sua propagação é feita por estaca de galhos ou através de sementes em solo fértil, não sendo muito exigente quanto ao clima e solo. Típica de quintais e hortas, podendo ser plantada tanto em vasos quanto em canteiros. É bem resistente às pragas e doenças. Quando plantado em lugares sombreados, sua produção é menor. Seis meses após o plantio a colheita já pode ser iniciada, a colheita pode ser feita em qualquer época do ano, de preferência antes do surgimento da inflorescência. Para se ter uma planta volumosa é aconselhável a poda das inflorescências um pouco antes da colheita.

 

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais:

As folhas são usadas em infusão para o combate de gases intestinais, insuficiências hepáticas, analgésico e protetor estomacal. A maceração das folhas é um tônico amargo que facilita o trabalho da vesícula biliar estimulando a secreção da bílis favorecendo a digestão de gorduras.

 

Partes usadas: folhas.

 

O nome popular “boldo” é utilizado para denominar diversas plantas. O verdadeiro boldo (Peumus boldus) é uma pequena árvore do Chile, qual possui aroma de mastruço (Chenopodium ambrosioides), suas folhas são encontradas no comércio, porém não são cultivadas no Brasil. Existe ainda o falso boldo ou boldo-grande (Plectranthus grandis), muito parecido com o P. barbatus do qual difere por ter os talos e as folhas igualmente amargas e, o boldo-miúdo ou boldo-gambá (Plectranthus neochilus). Outra planta denominada boldo usada é a Vernonia condensata da família Asteraceae, conhecida também por alumã ou macelão (Lorenzi & Matos 2002).

 

 

Veja mais sobre horta e temperos.

 

 

Você encontra mudas desses boldos na Sabor de Fazenda:

http://www.sabordefazenda.com.br/

Loja: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo, SP

Tel: +55 (11) 2631-4915

Segunda: das 13h as 17h
Terça a sábado: das 8h as 17h

Instagram: @sabordefazenda

Facebook: SabordeFazendaErvaseTemperos

 

 

E aí? Você conhecia esses boldos? Sabia que existiam tantas plantas com esse nome? Já usou algum deles? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Respondendo comentários do Youtube #02

Respondendo comentários do Youtube #02

Respondendo comentários do Youtube #02: Veja agora o vídeo que fiz respondendo às mensagens e comentários que recebo no meu canal do Youtube e tirando várias dicas de cultivo de plantas.

Respondendo comentários do Youtube #02

Jardinagem:  a arte da Paciência

Gosto muito de deixar claro que jardinagem é a arte da paciência! Não adianta querer apressar a planta. A planta tem o ritmo dela, a gente é que tem que entrar no ritmo dela. Não dá para a gente querer que ela entre no nosso.

 

Adaptação da Planta à sua casa

Infância

Imagina que você comprou uma planta que estava num produtor, onde ela foi cultivada desde pequenininha num ambiente especifico e controlado de luz, temperatura, vento, umidade. Ela cresceu naquele ambiente.

Adolescência

Um belo dia pegaram a planta e a colocaram numa caixa dentro de um caminhão fechado e levaram-na para um Garden Center. Aí ela chegou nesse Garden Center, saiu da caixa e teve que se adaptar ao novo lugar. Onde as condições de clima, iluminação e temperatura eram diferentes de onde ela estava acostumada, de onde ela tinha nascido.

Maturidade

Aí você vai lá no Garden, compra a planta e a leva para sua casa. Então é a terceira mudança, fora os transportes. Terceira mudança de casa dela. Ela chega na sua casa e tem que se adaptar a esse novo espaço. Ela tem que entender como é que funciona esse espaço. Como que é a luz desse espaço. Como é que é o sol, de onde ele vem. Aonde ele nasce, aonde ele se põe. Qual é o caminho que ele faz. Tem que entender como é que é a umidade. Se na sua casa ou local onde ela está é mais seco, se é mais úmido. Tem que entender como é que é a água, como é que é a chuva, como é que é o vento, enfim. Tem um monte de varáveis. Então ela demora um tempo para se adaptar, né?

 

Você numa casa nova?

Imagina, você sai da sua casa e muda para uma casa nova. Você vai demorar um tempo para se adaptar também, não é? Até você descobrir em que armário que está cada coisa. Qual o melhor armário para você deixar cada coisa. Tem um tempo de adaptação, né?

Com a planta é a mesma coisa. Tenha paciência com ela. Converse com ela. Fale para ela o quanto você a ama. O quanto você quer que ela fique bem, que ela fique florida. Que ela te presenteie com muitas flores, que ela seja feliz na sua casa. Fale isso para ela. Se puder fale diariamente que você vai ver que logo, logo ela vai te presentear com muitas flores.

Como regar Plantas

Se você observa que sua planta está ficando murcha é porque provavelmente você está dando pouca água.

Importante: Na hora que for regar, regue pela manhã cedo até no máximo 10:00 da manhã ou depois das 16:00 / 17:00 da tarde, quando

o sol já está mais fraco.

Veja aqui mais sobre rega.

 

Poinsétia florida no Natal?

O Paulo Ale comentou que tem uma poinsétia plantada no jardim e ele gostaria que ela tivesse as folhas vermelhas no natal.

E pergunta: Como faço para isso acontecer?”

Olha, Paulo. É bem difícil você conseguir fazer isso acontecer no jardim aqui no Brasil. Porque essa planta ela fica bonita, ela floresce  agora no inverno. Ela gosta de clima mais frio.

Aquelas poinsétias que encontramos para comprar “floridas”, (na verdade o que achamos que é a flor, é a inflorescência. A flor é bem pequena. Veja mais aqui), na verdade foram cultivadas em estufas, em condições manipuladas de iluminação e temperatura. Os produtores enganam a planta. Eles diminuem a quantidade de horas de iluminação para a planta achar que está no inverno e florir.

 

Planta sabe quando é dia ou noite? Verão ou inverno?

Como é que a planta percebe quando é dia, quando é noite, quando é verão e quando é inverno? A planta possui a capacidade de perceber a quantidade de horas que ela recebe o sol por dia.

Verão

No verão a gente tem muito mais horas de sol do que no inverno. No verão o sol nasce bem cedo, nasce às vezes 5:00, 5:00 e pouco da manhã e vai se por às 19:00 / 20:00 horas da noite. No Hemisfério Norte, nos países mais ao norte, às vezes o sol vai se por às 22:00 / 23:00 horas da noite. E amanhece muito cedo, por volta das 3:00 / 3:30 da manhã e o sol se punha as 23:30 da noite. Muitas horas de sol e poucas horas de escuro de noite, né?

Inverno

E no inverno é o contrário. No inverno temos menos horas de sol, de luz e mais horas de escuro. E a planta ela percebe essa diferença de quantidade de horas de luz.

Então se sua planta está no jardim eu acho que você não vai conseguir que ela fique bonita para o natal. Sinto muito!

 

E aí? Você já tinha pensado que a planta precisa se adaptar? Que ela percebe a diferença entre dia e noite? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Como Salvar uma Planta quase Morrendo: dica da Nô na TV Record

Como Salvar uma Planta quase Morrendo: dica da Nô na TV Record

Confira agora a dica que dei para o programa Hoje em Dia da TV Record onde ensino como salvar uma planta quase morrendo.

Como Salvar uma Planta quase Morrendo

Nô Figueiredo em Como Salvar Uma Planta Seca na TV Record

Clique aqui para ver o vídeo no site do R7: Como Salvar uma Planta quase Morrendo – Dica Expressa

 

Você chega em casa e encontra a sua querida plantinha toda caidinha, seca e murcha. Bate aquele desespero e aquela culpa…

Calma! Nem tudo está perdido ainda. Você pode salvá-la usando o truque do balde!

É muito fácil! Você vai precisar de :

 

Material:

1 balde de plastico

Água suficiente para cobrir o vaso (só o vaso, as folhas não)

Vaso com planta seca

 

Modo de fazer:

Pegue o balde, encha de água e mergulhe o vaso com a planta seca dentro do balde.

Mergulhe apenas o vaso dentro do balde. A planta deve ficar fora da água.

Observe que vão começar a sair bolhas de ar do substrato.

Mantenha o vaso mergulhado até as bolhas acabarem de sair.

Quando as bolhas terminarem significa que o substrato já absorveu toda a água possível. Levante o vaso e deixe escorrer o excesso de água no balde.

Depois você pode usar essa água do balde para regar outras plantas e até regar o jardim.

Depois é só esperar algumas horinhas para ver a sua plantinha ficando linda novamente!

 

E aí? Gostou da dica? O que mais você gostaria de saber? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Tumbérgia: Trepadeira ou arbusto?

Tumbérgia: Trepadeira ou arbusto?

Tumbérgia: trepadeira ou arbusto? Tenho recebido muitas perguntas com dúvidas a esse respeito. Então resolvi fazer esse post para explicar as diferenças, semelhanças e dicas de cultivo de cada uma.

Tumbérgia: Trepadeira ou Arbusto?

O ARBUSTO

O arbusto conhecido por tumbérgia, tumbérgia-azul-arbustiva e manto-de-rei é um arbusto de textura semi-herbácea e ereto, como já diz o seu nome científico que é Thunbergia erecta. É originário da África Tropical e pode atingir de 2 a 2,5m de altura. Fica lindo na formação de cercas-vivas!

 

As folhas:

Suas folhas são verde-brilhantes, espessas e muito ornamentais!

 

As flores:

Suas flores são azuis arroxeadas nas bordas e amarelas no miolo e são formadas quase o ano todo, principalmente na primavera e no verão. Existe uma variedade com flores brancas com o miolo amarelo, menos comum. As flores são muito visitadas por beija-flores!

Tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta)

Tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta)

 

Dicas de Cultivo:

Essa tumbérgia arbustiva fica linda plantada isoladamente no jardim ou em grupos formando renques ao longo de muros, muretas, paredes e cercas.

Gosta de solo rico em matéria orgânica e irrigação a intervalos.

Para multiplicar, faça estacas principalmente após o florescimento.

 

A TREPADEIRA

Já a trepadeira tumbérgia, também conhecida por tumbérgia-azul e azulzinha é nativa da Índia. É uma trepadeira semi-lenhosa, muito, muito vigorosa, de folhagem e florescimentos muito ornamentais. Seu nome científico é Thunbergia grandiflora.

 

As folhas:

As folhas são ovaladas ou triangulares com alguns dentes, verde-escuras e brilhantes.

 

As flores:

As flores são grandes, azuis com o centro claro e formadas durante o ano todo, principalmente na primavera e verão. É talvez a trepadeira mais cultivada no Brasil. Existe uma variedade de flores brancas. Ela é muito atrativa para as abelhas mamangavas.

Tumbérgia trepadeira (Thunbergia grandiflora)

Tumbérgia trepadeira (Thunbergia grandiflora)

 

Dicas de cultivo:

Ela gosta de ser cultivada a pleno sol, mas já vi sendo cultivada na meia sombra também, onde floresce menos, claro.

Fica linda revestindo caramanchões, pérgolas, arcos, muros e cercas extensas. Como já falei antes, ela é muito vigorosa.

É uma trepadeira muito rústica, mas que tem que ser conduzida, pois ela não gruda na parede ou se enrosca na grade.

Gosta de solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares.

Faça adubações com farinha de ossos para estimular uma intensa floração.

Tolera bem o frio subtropical.

Multiplica-se por estacas.

 

Existem outras tumbergias, mas aqui optei por falar apenas das que tem flores parecidas e que geralmente são confundidas.

 

E aí? Você já conhecia as tumbérgias? Já tentou cultivar alguma delas? Qual foi a sua experiência? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Praça Victor Civita: Área Verde Abandonada em SP

Praça Victor Civita: Área Verde Abandonada em SP

Praça Victor Civita: um projeto super bacana de sustentabilidade em SP que infelizmente está abandonado e mal cuidado. E todos saem perdendo…

Praça Victor Civita

A Decepção

Sabe quando você sai para gravar super empolgada de mostrar um lugar bacana, com um projeto super inteligente e inovador, chega lá e percebe que o local está abandonado e jogado “às traças”? Pois é, foi essa sensação que tive quando cheguei lá na Praça Victor Civita essa 5af para gravar o vídeo acima.

 

A Praça Victor Civita

Essa praça foi um marco na história de São Paulo. Ela está localizada no bairro de Pinheiros, perto do Largo da Batata e da Marginal, a apenas alguns passos do metrô Pinheiros, na Rua Sumidouro, 580.

No local onde hoje está a praça funcionou um incinerador de lixo (de 1949 e 1989), que acabou sendo desativado pelo desenvolvimento do bairro. Após a desativação cooperativas de reciclagem passaram a dar novo uso para o local. Mas o incinerador já tinha deixado a sua marca: um solo profundamente contaminado e impróprio para a vida humana. Então no começo dos anos 2000, a Prefeitura fez um então acordo com o Grupo Abril para revitalizar o espaço.

 

Cronologia

2001 – Parceria entre Prefeitura e Grupo Abril;

2002 – Análise do solo e do prédio feita pela Cetesb e confirmação da presença de resíduos tóxicos;

2006 – Início dos trabalhos de recuperação da área sob coordenação da Emurb e da Subprefeitura de Pinheiros;

2007 – Grupo Abril e Prefeitura assinam documento que cria a Praça Victor Civita;

2008 – Inauguração da Praça em novembro;

2010 – Ganha o VII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa na categoria Obras Públicas Green;

2011 – Gestão assumida pela Associação Amigos;

2015 – Termina a parceira do Grupo Abril;

2016 – Administração pela gestão municipal, por meio da Subprefeitura de Pinheiros.

 

O projeto

A praça é o resultado de um inteligente processo arquitetônico que acabou ganhando grandes prêmios de sustentabilidade. Para evitar o contato com o solo contaminado, a praça é em sua maioria construída em cima de deck elevado de madeira — assim é possível caminhar por lá sem tocar no chão. Para deixar a praça mais atraente e verde, um projeto de paisagismo feito pelo Benedito Abud que incluiu a implantação de árvores, horta circular e jardim suspenso, além de novas terras e tecnologia. Além disso, a água da chuva também é reaproveitada para as plantas e, após tratamento, para limpeza e sanitários. E se não bastasse, a iluminação da área feita com LED e há um ponto de coleta de reciclagem.

O projeto teve início em 2006, quando a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Abril, assessorados por Levisky Arquitetos, firmaram parceria para viabilizar a recuperação do antigo incinerador, cujo terreno encontrava-se em profundo estado de degradação. Com base nessa questão, Adriana Levisky e Anna Dietzsch criaram um projeto com soluções que se apropriam da temática de modo positivo, focando o problema e ao mesmo tempo mostrando como superá-lo. As arquitetas buscaram utilizar, tanto quanto possível, alternativas ecológicas e sustentáveis para a Praça Victor Civita.

O Deck

Um grande deck de madeira certificada pousa sobre o terreno, sustentado por estrutura metálica, de modo a impedir o contato com o solo contaminado. O deck se estende na diagonal do terreno, propondo um percurso que enfatiza a perspectiva natural do espaço e convida o usuário a percorrer os caminhos da Praça. Como o casco de um grande barco, o deck se desdobra do plano horizontal ao vertical com formas curvilíneas, criando ambientes que se delimitam pela tridimensionalidade da forma, grandes “salas urbanas” que diversificam e incentivam o uso público do espaço.

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, perspectiva axonométrica detalhe deck de madeira, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Desenho escritório

 

Este deck, suspenso a aproximadamente 1,00 m do nível do piso existente, leva o usuário a um passeio pelo conhecimento de processos ligados à sustentabilidade, como a certificação da madeira, laboratório de plantas com espécies em pesquisa para produção de biocombustíveis, hidroponia, renovação de solos, fitoterapia e engenharia genética. Também conduz ao conhecimento de sistemas orgânicos para o reuso de águas pluviais e servidas, adotados no funcionamento da praça, além do racionamento energético alcançado com a utilização de placas solares.

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, corte deck de madeira, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Desenho escritório

 

Educação Ambiental

Junto a essas experiências, o usuário tem também acesso a outros programas, como à arena coberta, ao Museu da Reabilitação instalado no edifício do Incinerador, ao Centro da Terceira Idade, à Oficina de Educação Ambiental, ao Núcleo de Investigação de Águas e Solos subterrâneos e à Praça de Paralelepípedos.

 

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, perspectiva axonométrica jardineira (“planter”) com sistema de auto-irrigação tec-garden, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Desenho escritório

Sustentabilidade

Sustentabilidade econômica

Através de parceria público-privada, a gestão privada viabiliza a transformação e reabilitação do espaço para uso público. Usos públicos, como espetáculos, exposições e cursos, tornam o empreendimento auto-sustentável. A gestão da praça ocorrerá com a participação de parceiros “Amigos da Praça”.

 

Sustentabilidade cultural

O projeto busca usar o espaço como catalisador de desenvolvimento comunitário, cultural e educacional, oferecendo acesso a programas como a Arena Coberta, os Museus da Reabilitação, o Centro da Terceira Idade, a Oficina de Educação Ambiental, o Núcleo de Investigação de Solos e Águas subterrâneas, a Praça de Paralelepípedos e o Museu Aberto da Sustentabilidade. Para isso conta com a parceria de instituições como Verdescola, CETESB, GTZ e MASP.

 

Sustentabilidade Ecológica

Através da parceria com instituições como o IPT, CETESB e GTZ, a Praça Victor Civita apresenta uma oportunidade de investimento na pesquisa de temas ligados à sustentabilidade, como a certificação da madeira, laboratório de plantas, uso de sistemas orgânicos para a reciclagem de água e racionamento energético.

 

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, especificação de plantas, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Imagem escritório

 

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, ciclo da água – “planter”, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Esquema escritório

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, ciclo de água filtro, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Esquema escritório

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, ciclo de água deck, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 200 Esquema escritório

 

Lazer, Convívio e Cultura

Essa revitalização permitiu dar uma nova vida a uma área perdida na cidade, além de criar um espaço público de convívio e de cultura. Assim há também uma arquibancada no local que pode abrigar até 400 pessoas. Lá já foi palco de shows e festivais, como o da Agricultura Urbana e às 5afs às 19h costumava acontecer o Cine na Praça, um cinema gratuito ao ar livre com direito a pipoca.

O prédio do incinerador, também renovado, abrigava o museu da sustentabilidade, que estava vazio e fechado nessa visita.

A Praça Victor Civita também era um local de prática de exercícios, disponibilizando equipamentos de ginástica para terceira idade, e recebendo professores de yoga e pilates diariamente.

Que essa praça e todas as outras áreas verdes abandonadas na nossa cidade, estado e país sejam recuperadas e bem tratadas! Precisamos de mais verde no mundo!

 

Esse projeto foi inspirado no High Line Park de NY.

Veja outras áreas verdes escondidas em São Paulo.

 

Fontes:

Vitruvius

São Paulo Saudável 

Sustentarqui

 

 

E aí? O que você achou da praça Victor Civita? Já conhecia essa praça? Qual foi sua experiência com ela? Conhece outras áreas bacanas que também estão abandonadas? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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