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Respondendo comentários do Youtube #02

Respondendo comentários do Youtube #02

Respondendo comentários do Youtube #02: Veja agora o vídeo que fiz respondendo às mensagens e comentários que recebo no meu canal do Youtube e tirando várias dicas de cultivo de plantas.

Respondendo comentários do Youtube #02

Jardinagem:  a arte da Paciência

Gosto muito de deixar claro que jardinagem é a arte da paciência! Não adianta querer apressar a planta. A planta tem o ritmo dela, a gente é que tem que entrar no ritmo dela. Não dá para a gente querer que ela entre no nosso.

 

Adaptação da Planta à sua casa

Infância

Imagina que você comprou uma planta que estava num produtor, onde ela foi cultivada desde pequenininha num ambiente especifico e controlado de luz, temperatura, vento, umidade. Ela cresceu naquele ambiente.

Adolescência

Um belo dia pegaram a planta e a colocaram numa caixa dentro de um caminhão fechado e levaram-na para um Garden Center. Aí ela chegou nesse Garden Center, saiu da caixa e teve que se adaptar ao novo lugar. Onde as condições de clima, iluminação e temperatura eram diferentes de onde ela estava acostumada, de onde ela tinha nascido.

Maturidade

Aí você vai lá no Garden, compra a planta e a leva para sua casa. Então é a terceira mudança, fora os transportes. Terceira mudança de casa dela. Ela chega na sua casa e tem que se adaptar a esse novo espaço. Ela tem que entender como é que funciona esse espaço. Como que é a luz desse espaço. Como é que é o sol, de onde ele vem. Aonde ele nasce, aonde ele se põe. Qual é o caminho que ele faz. Tem que entender como é que é a umidade. Se na sua casa ou local onde ela está é mais seco, se é mais úmido. Tem que entender como é que é a água, como é que é a chuva, como é que é o vento, enfim. Tem um monte de varáveis. Então ela demora um tempo para se adaptar, né?

 

Você numa casa nova?

Imagina, você sai da sua casa e muda para uma casa nova. Você vai demorar um tempo para se adaptar também, não é? Até você descobrir em que armário que está cada coisa. Qual o melhor armário para você deixar cada coisa. Tem um tempo de adaptação, né?

Com a planta é a mesma coisa. Tenha paciência com ela. Converse com ela. Fale para ela o quanto você a ama. O quanto você quer que ela fique bem, que ela fique florida. Que ela te presenteie com muitas flores, que ela seja feliz na sua casa. Fale isso para ela. Se puder fale diariamente que você vai ver que logo, logo ela vai te presentear com muitas flores.

Como regar Plantas

Se você observa que sua planta está ficando murcha é porque provavelmente você está dando pouca água.

Importante: Na hora que for regar, regue pela manhã cedo até no máximo 10:00 da manhã ou depois das 16:00 / 17:00 da tarde, quando

o sol já está mais fraco.

Veja aqui mais sobre rega.

 

Poinsétia florida no Natal?

O Paulo Ale comentou que tem uma poinsétia plantada no jardim e ele gostaria que ela tivesse as folhas vermelhas no natal.

E pergunta: Como faço para isso acontecer?”

Olha, Paulo. É bem difícil você conseguir fazer isso acontecer no jardim aqui no Brasil. Porque essa planta ela fica bonita, ela floresce  agora no inverno. Ela gosta de clima mais frio.

Aquelas poinsétias que encontramos para comprar “floridas”, (na verdade o que achamos que é a flor, é a inflorescência. A flor é bem pequena. Veja mais aqui), na verdade foram cultivadas em estufas, em condições manipuladas de iluminação e temperatura. Os produtores enganam a planta. Eles diminuem a quantidade de horas de iluminação para a planta achar que está no inverno e florir.

 

Planta sabe quando é dia ou noite? Verão ou inverno?

Como é que a planta percebe quando é dia, quando é noite, quando é verão e quando é inverno? A planta possui a capacidade de perceber a quantidade de horas que ela recebe o sol por dia.

Verão

No verão a gente tem muito mais horas de sol do que no inverno. No verão o sol nasce bem cedo, nasce às vezes 5:00, 5:00 e pouco da manhã e vai se por às 19:00 / 20:00 horas da noite. No Hemisfério Norte, nos países mais ao norte, às vezes o sol vai se por às 22:00 / 23:00 horas da noite. E amanhece muito cedo, por volta das 3:00 / 3:30 da manhã e o sol se punha as 23:30 da noite. Muitas horas de sol e poucas horas de escuro de noite, né?

Inverno

E no inverno é o contrário. No inverno temos menos horas de sol, de luz e mais horas de escuro. E a planta ela percebe essa diferença de quantidade de horas de luz.

Então se sua planta está no jardim eu acho que você não vai conseguir que ela fique bonita para o natal. Sinto muito!

 

E aí? Você já tinha pensado que a planta precisa se adaptar? Que ela percebe a diferença entre dia e noite? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

ENTRE EM CONTATO COMIGO:

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Tumbérgia: Trepadeira ou arbusto?

Tumbérgia: Trepadeira ou arbusto?

Tumbérgia: trepadeira ou arbusto? Tenho recebido muitas perguntas com dúvidas a esse respeito. Então resolvi fazer esse post para explicar as diferenças, semelhanças e dicas de cultivo de cada uma.

Tumbérgia: Trepadeira ou Arbusto?

O ARBUSTO

O arbusto conhecido por tumbérgia, tumbérgia-azul-arbustiva e manto-de-rei é um arbusto de textura semi-herbácea e ereto, como já diz o seu nome científico que é Thunbergia erecta. É originário da África Tropical e pode atingir de 2 a 2,5m de altura. Fica lindo na formação de cercas-vivas!

 

As folhas:

Suas folhas são verde-brilhantes, espessas e muito ornamentais!

 

As flores:

Suas flores são azuis arroxeadas nas bordas e amarelas no miolo e são formadas quase o ano todo, principalmente na primavera e no verão. Existe uma variedade com flores brancas com o miolo amarelo, menos comum. As flores são muito visitadas por beija-flores!

Tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta)

Tumbérgia arbustiva (Thunbergia erecta)

 

Dicas de Cultivo:

Essa tumbérgia arbustiva fica linda plantada isoladamente no jardim ou em grupos formando renques ao longo de muros, muretas, paredes e cercas.

Gosta de solo rico em matéria orgânica e irrigação a intervalos.

Para multiplicar, faça estacas principalmente após o florescimento.

 

A TREPADEIRA

Já a trepadeira tumbérgia, também conhecida por tumbérgia-azul e azulzinha é nativa da Índia. É uma trepadeira semi-lenhosa, muito, muito vigorosa, de folhagem e florescimentos muito ornamentais. Seu nome científico é Thunbergia grandiflora.

 

As folhas:

As folhas são ovaladas ou triangulares com alguns dentes, verde-escuras e brilhantes.

 

As flores:

As flores são grandes, azuis com o centro claro e formadas durante o ano todo, principalmente na primavera e verão. É talvez a trepadeira mais cultivada no Brasil. Existe uma variedade de flores brancas. Ela é muito atrativa para as abelhas mamangavas.

Tumbérgia trepadeira (Thunbergia grandiflora)

Tumbérgia trepadeira (Thunbergia grandiflora)

 

Dicas de cultivo:

Ela gosta de ser cultivada a pleno sol, mas já vi sendo cultivada na meia sombra também, onde floresce menos, claro.

Fica linda revestindo caramanchões, pérgolas, arcos, muros e cercas extensas. Como já falei antes, ela é muito vigorosa.

É uma trepadeira muito rústica, mas que tem que ser conduzida, pois ela não gruda na parede ou se enrosca na grade.

Gosta de solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares.

Faça adubações com farinha de ossos para estimular uma intensa floração.

Tolera bem o frio subtropical.

Multiplica-se por estacas.

 

Existem outras tumbergias, mas aqui optei por falar apenas das que tem flores parecidas e que geralmente são confundidas.

 

E aí? Você já conhecia as tumbérgias? Já tentou cultivar alguma delas? Qual foi a sua experiência? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Praça Victor Civita: Área Verde Abandonada em SP

Praça Victor Civita: Área Verde Abandonada em SP

Praça Victor Civita: um projeto super bacana de sustentabilidade em SP que infelizmente está abandonado e mal cuidado. E todos saem perdendo…

Praça Victor Civita

A Decepção

Sabe quando você sai para gravar super empolgada de mostrar um lugar bacana, com um projeto super inteligente e inovador, chega lá e percebe que o local está abandonado e jogado “às traças”? Pois é, foi essa sensação que tive quando cheguei lá na Praça Victor Civita essa 5af para gravar o vídeo acima.

 

A Praça Victor Civita

Essa praça foi um marco na história de São Paulo. Ela está localizada no bairro de Pinheiros, perto do Largo da Batata e da Marginal, a apenas alguns passos do metrô Pinheiros, na Rua Sumidouro, 580.

No local onde hoje está a praça funcionou um incinerador de lixo (de 1949 e 1989), que acabou sendo desativado pelo desenvolvimento do bairro. Após a desativação cooperativas de reciclagem passaram a dar novo uso para o local. Mas o incinerador já tinha deixado a sua marca: um solo profundamente contaminado e impróprio para a vida humana. Então no começo dos anos 2000, a Prefeitura fez um então acordo com o Grupo Abril para revitalizar o espaço.

 

Cronologia

2001 – Parceria entre Prefeitura e Grupo Abril;

2002 – Análise do solo e do prédio feita pela Cetesb e confirmação da presença de resíduos tóxicos;

2006 – Início dos trabalhos de recuperação da área sob coordenação da Emurb e da Subprefeitura de Pinheiros;

2007 – Grupo Abril e Prefeitura assinam documento que cria a Praça Victor Civita;

2008 – Inauguração da Praça em novembro;

2010 – Ganha o VII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa na categoria Obras Públicas Green;

2011 – Gestão assumida pela Associação Amigos;

2015 – Termina a parceira do Grupo Abril;

2016 – Administração pela gestão municipal, por meio da Subprefeitura de Pinheiros.

 

O projeto

A praça é o resultado de um inteligente processo arquitetônico que acabou ganhando grandes prêmios de sustentabilidade. Para evitar o contato com o solo contaminado, a praça é em sua maioria construída em cima de deck elevado de madeira — assim é possível caminhar por lá sem tocar no chão. Para deixar a praça mais atraente e verde, um projeto de paisagismo feito pelo Benedito Abud que incluiu a implantação de árvores, horta circular e jardim suspenso, além de novas terras e tecnologia. Além disso, a água da chuva também é reaproveitada para as plantas e, após tratamento, para limpeza e sanitários. E se não bastasse, a iluminação da área feita com LED e há um ponto de coleta de reciclagem.

O projeto teve início em 2006, quando a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Abril, assessorados por Levisky Arquitetos, firmaram parceria para viabilizar a recuperação do antigo incinerador, cujo terreno encontrava-se em profundo estado de degradação. Com base nessa questão, Adriana Levisky e Anna Dietzsch criaram um projeto com soluções que se apropriam da temática de modo positivo, focando o problema e ao mesmo tempo mostrando como superá-lo. As arquitetas buscaram utilizar, tanto quanto possível, alternativas ecológicas e sustentáveis para a Praça Victor Civita.

O Deck

Um grande deck de madeira certificada pousa sobre o terreno, sustentado por estrutura metálica, de modo a impedir o contato com o solo contaminado. O deck se estende na diagonal do terreno, propondo um percurso que enfatiza a perspectiva natural do espaço e convida o usuário a percorrer os caminhos da Praça. Como o casco de um grande barco, o deck se desdobra do plano horizontal ao vertical com formas curvilíneas, criando ambientes que se delimitam pela tridimensionalidade da forma, grandes “salas urbanas” que diversificam e incentivam o uso público do espaço.

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, perspectiva axonométrica detalhe deck de madeira, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Desenho escritório

 

Este deck, suspenso a aproximadamente 1,00 m do nível do piso existente, leva o usuário a um passeio pelo conhecimento de processos ligados à sustentabilidade, como a certificação da madeira, laboratório de plantas com espécies em pesquisa para produção de biocombustíveis, hidroponia, renovação de solos, fitoterapia e engenharia genética. Também conduz ao conhecimento de sistemas orgânicos para o reuso de águas pluviais e servidas, adotados no funcionamento da praça, além do racionamento energético alcançado com a utilização de placas solares.

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, corte deck de madeira, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Desenho escritório

 

Educação Ambiental

Junto a essas experiências, o usuário tem também acesso a outros programas, como à arena coberta, ao Museu da Reabilitação instalado no edifício do Incinerador, ao Centro da Terceira Idade, à Oficina de Educação Ambiental, ao Núcleo de Investigação de Águas e Solos subterrâneos e à Praça de Paralelepípedos.

 

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, perspectiva axonométrica jardineira (“planter”) com sistema de auto-irrigação tec-garden, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Desenho escritório

Sustentabilidade

Sustentabilidade econômica

Através de parceria público-privada, a gestão privada viabiliza a transformação e reabilitação do espaço para uso público. Usos públicos, como espetáculos, exposições e cursos, tornam o empreendimento auto-sustentável. A gestão da praça ocorrerá com a participação de parceiros “Amigos da Praça”.

 

Sustentabilidade cultural

O projeto busca usar o espaço como catalisador de desenvolvimento comunitário, cultural e educacional, oferecendo acesso a programas como a Arena Coberta, os Museus da Reabilitação, o Centro da Terceira Idade, a Oficina de Educação Ambiental, o Núcleo de Investigação de Solos e Águas subterrâneas, a Praça de Paralelepípedos e o Museu Aberto da Sustentabilidade. Para isso conta com a parceria de instituições como Verdescola, CETESB, GTZ e MASP.

 

Sustentabilidade Ecológica

Através da parceria com instituições como o IPT, CETESB e GTZ, a Praça Victor Civita apresenta uma oportunidade de investimento na pesquisa de temas ligados à sustentabilidade, como a certificação da madeira, laboratório de plantas, uso de sistemas orgânicos para a reciclagem de água e racionamento energético.

 

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, especificação de plantas, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Imagem escritório

 

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, ciclo da água – “planter”, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Esquema escritório

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, ciclo de água filtro, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 2008 Esquema escritório

Praça Victor Civita – Museu Aberto da Sustentabilidade, ciclo de água deck, São Paulo. Levisky Arquitetos Associados, 200 Esquema escritório

 

Lazer, Convívio e Cultura

Essa revitalização permitiu dar uma nova vida a uma área perdida na cidade, além de criar um espaço público de convívio e de cultura. Assim há também uma arquibancada no local que pode abrigar até 400 pessoas. Lá já foi palco de shows e festivais, como o da Agricultura Urbana e às 5afs às 19h costumava acontecer o Cine na Praça, um cinema gratuito ao ar livre com direito a pipoca.

O prédio do incinerador, também renovado, abrigava o museu da sustentabilidade, que estava vazio e fechado nessa visita.

A Praça Victor Civita também era um local de prática de exercícios, disponibilizando equipamentos de ginástica para terceira idade, e recebendo professores de yoga e pilates diariamente.

Que essa praça e todas as outras áreas verdes abandonadas na nossa cidade, estado e país sejam recuperadas e bem tratadas! Precisamos de mais verde no mundo!

 

Esse projeto foi inspirado no High Line Park de NY.

Veja outras áreas verdes escondidas em São Paulo.

 

Fontes:

Vitruvius

São Paulo Saudável 

Sustentarqui

 

 

E aí? O que você achou da praça Victor Civita? Já conhecia essa praça? Qual foi sua experiência com ela? Conhece outras áreas bacanas que também estão abandonadas? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Babosa: Benefícios Medicinais, Curiosidades e Cultivo

Babosa: Benefícios Medicinais, Curiosidades e Cultivo

Babosa: saiba tudo! Aprenda sobre os benefícios medicinais, as curiosidades envolvendo essa planta que é cultivada desde a Antiguidade e as dicas de cultivo.

Babosa: Benefícios Medicinais, Curiosidades e Dicas de Cultivo

Nomes populares e origem

A babosa, também conhecida por aloé, babosa-grande, babosa-medicinal, erva-de-azebre, caraguatá, caraguatá-de-jardim, erva-babosa, aloé-do-cabo.

A babosa é uma planta herbácea, suculenta e que atinge até 1 metro de altura. É provável que sua origem seja africana.

 

História e Curiosidades

É uma das plantas medicinais mais antigas cultivadas, inclusive pelos judeus, que costumavam envolver os mortos com lençol embebido em sumo de babosa para a retardar a putrefação e extrato de mirra, para disfarçar o cheiro de morte. Dizem até que o corpo de Jesus Cristo foi embalsamado assim.

Dizem também que Cleópatra usava a babosa na pele e por isso era tão linda.

Características

Folhas

Suas folhas são grossas, carnosas, suculentas, afinadas em direção à base, cerosas e com espinhos nas margens. As folhas, verde-azuladas, são dispostas em roseta e presas a um caule curto. Quando cortadas deixam escorrer um suco viscoso, amarelado e muito amargo.

Detalhe das folhas da Babosa

Detalhe das folhas da Babosa

 

Inflorescências

As inflorescências são longas e ficam acima das folhas. As flores são duráveis, muito visitadas por beija-flores e formadas principalmente durante o inverno.

Detalhe das inflorescências da Babosa

Detalhe das inflorescências da Babosa

 

Dicas de Cultivo

Onde cultivar

É uma planta que deve ser cultivada no sol direto, ficando linda em jardins de pedra, isoladamente ou em grupos como bordaduras ou formando conjuntos no meio de canteiros. Podem também ser cultivadas em vasos e jardineiras.

 

Tipo de solo

É uma planta de muito fácil cultivo, pois é resistente a terras pobres e secas. A babosa gosta de solo arenoso e não precisa de muita água para sobreviver. No Nordeste do Brasil ela cresce naturalmente em algumas regiões.

 

Temperatura

A babosa também tolera baixas temperaturas do inverno, podendo ser cultivada em quase todas as regiões secas do Brasil.

 

Multiplicação

Para multiplicá-la, separe os brotos que nascem ao redor da planta mãe.

 

Propriedades Medicinais

A babosa é muito cultivada para fins medicinais e cosméticos.

 

Para os cabelos

Na medicina popular ela é muito usada por mulheres para tratar os cabelos.

 

Cicatrizante e antimicrobiana

A babosa tem propriedades cicatrizantes e antimicrobianas sobre bactérias e fungos.

 

Queimaduras e ferimentos

Como o sumo da babosa é muito cicatrizante, é usado em casos de queimaduras e ferimentos superficiais da pele. Esse gel claro acelera a cicatrização e reduz o risco de infecção.

Pode-se cortar uma folha e aplicar o sumo diretamente ou usar a parte interna como um pincel. Pode-se aplicar umas 2x por dia.

Detalhe da folha da Babosa usada como pincel

Detalhe da folha da Babosa usada como pincel

 

Hemorróidas

Para hemorróidas inflamadas, usam pedaços pequenos, sem a casca, como supositório.

 

Contusões, entorses e dores reumáticas

Para tratar contusões, entorses e dores reumáticas, geralmente é feito uma alcoolatura, misturando pequenos pedaços das folhas, aproximadamente 50g com meio litro de uma mistura da álcool e água e depois passada através de um pano limpo. Essa mistura pode então ser aplicada em forma de compressas e massagens nas partes doloridas.

 

Laxante

Pode-se fazer também uma mucilagem obtida das folhas cortadas e deixadas escoar por 1 a 2 dias, que é aproveitada pela indústria cosmética ou é posta para secar ao sol ou ao fogo até que saia toda a água até formar uma espécie de resina, que apresenta propriedades laxantes.

 

Úlcera péptica e para síndrome do intestino irritável

Graças ao poder curativo e protetor da babosa, ela também é usada internamente. Seu gel ou suco pode ser usado para úlcera péptica e para síndrome do intestino irritável.

 

Atenção!

Não use a babosa internamente se estiver grávida ou amamentando, nem se tiver hemorroidas ou problema renal.

Evite ingerir babosa em grande quantidade por que ela pode ser tóxica em altas doses. A diferença entre o remédio e o veneno é a dose!

Aliás, é sempre bom consultar um médico ou fitoterapeuta antes de ingerir qualquer medicamento caseiro.

 

A babosa “verdadeira”, a Aloe Vera, tem as flores amarelas. A que tenho em casa é a Aloe arborescens, também conhecida por aloe-candelabro, áloe e babosa. E existe ainda a Aloe ferox, cuja floração é um pouco diferente e avermelhada. Todas são parentes e utilizadas da mesma forma.

 

Veja mais sobre Ervas Aromáticas e Medicinais.

 

E aí? O que você achou da babosa? Já conhecia essa planta? Qual foi sua experiência com ela? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Conheça agora Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

Conheça agora Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

Conheça agora o Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera. Um cantinho escondido do Japão tradicional dentro do maior e mais querido parque de São Paulo.

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

Pavilhão Japonês, símbolo da amizade entre Brasil e Japão

Entrada do Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

Entrada do Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

 

Numa das margens do lago do Parque do Ibirapuera, escondido pelas árvores, encontra-se o Pavilhão Japonês, composto por um jardim ao estilo japonês, um edifício principal suspenso, que se articula em um salão nobre e diversas salas anexas, salão de exposição, além de um belíssimo lago de carpas.

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera - Lago de Carpas

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera – Lago de Carpas

 

O Pavilhão Japonês foi construído conjuntamente pelo governo japonês e pela comunidade nipo-brasileira e doado à cidade de São Paulo, em 1954, na comemoração do IV Centenário de sua fundação, época em que foi construído o Parque Ibirapuera.

 

O Projeto

O projeto, executado pelo professor Sutemi Horiguchi (da Universidade de Meiji), tem como principal característica o emprego dos materiais e técnicas tradicionais japonesas. E, teve como referência o Palácio Katsura, antiga residência de verão do Imperador, em Kyoto, construído entre 1620 e 1624, na era Edo que foi marcada pelo domínio do clã Tokugawa.

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera - vista jardim seco e construção

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera – vista jardim seco e construção

 

Pinheiro Negro: o mais importante vegetal do jardim do Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

Pinheiro Negro: o mais importante vegetal do jardim do Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

 

O Estilo Shoin

Sua estrutura baseia-se na tradicional arquitetura japonesa no estilo Shoin, adotado nas residências das casas dos samurais e da aristocracia – mais tarde adotado por outras classes. Ela baseia-se ainda em composições modulares de madeira (com divisórias deslizantes, externas e internas), organicamente articuladas, e marcadas pela presença do tokonoma (área destinada à exposição de pinturas, arranjos florais, cerâmica, etc), bem como de outros nichos embutidos, com prateleiras e pequenos gabinetes, decorativamente dispostos.

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera - integração interno e externo

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera – integração interno e externo

Espaço Interno do Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

Espaço Interno do Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

O estilo Shoin atende aos anseios de contemplação estética (dos próprios ambientes, de objetos, peças de arte e da paisagem), por introspecção e pela criação de um microcosmo apartado dos trâmites mundanos. Portanto, para este tipo de arquitetura, a relação entre a paisagem e o interior dos ambientes é de vital importância. A visita das áreas externas e o paisagismo lírico dos jardins tornam-se prolongamento dos ambientes interiores.

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera - integração interno e externo

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera – integração interno e externo

Símbolo da Amizade

Projetado como um monumento símbolo de amizade entre japoneses e brasileiros, o Pavilhão reúne materiais trazidos especialmente do Japão, tais como as madeiras, pedras vulcânicas do jardim, lama de Kyoto que dá textura às paredes, entre outros.

A construção do Pavilhão Japonês no Parque do Ibirapuera, em 1954, que foi transportado desmontado, em navio, contou com numerosos imigrantes japoneses que atuaram como voluntários para auxiliar o corpo técnico vindo do Japão. Essas atividades foram coordenadas pela Comissão Colaboradora da Colônia Japonesa Pró-IV Centenário de São Paulo.

O Pavilhão Japonês foi doado para a Prefeitura Municipal de São Paulo. Desde 1955, a Sociedade Paulista de Cultura Japonesa (atual Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social), foi, graças ao convênio estabelecido com a Prefeitura da cidade de São Paulo, a entidade tem sido responsável pela administração, manutenção e promoção de eventos nesse local.

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera - Ipê e Sakura (Cerejeira) lado a lado

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera – Ipê e Sakura (Cerejeira) lado a lado

Pau Brasil no jardim do Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

Pau Brasil no jardim do Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera

 

Pavilhão Japonês

Endereço: Parque do Ibirapuera – portão 10 (próximo ao Planetário e ao Museu Afro Brasil)
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – São Paulo – SP (a cerca de 5 quilômetros do Metrô Santa Cruz)

Funcionamento: quarta-feira, sábado, domingo e feriados
Horário: das 10h às 12h e das 13h às 17h

Contribuição adulto: R$ 10,00
Estudante com carteirinha: R$ 5,00
Idosos a partir de 60 anos: R$ 5,00 (Lei 10.741/2003 – Estatuto do Idoso)
Crianças de 5 a 12 anos: R$ 5,00
Crianças até 4 anos: isento

Informações: Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera
(11) 5081-7296 ou pavilhao@bunkyo.org.br
(11) 3208-1755

 

Ninféia no Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera - foto: Nô Figueiredo

Ninféia no Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera – foto: Nô Figueiredo

 

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera: Que a Paz Prevalesça no Mundo

Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera: Que a Paz Prevalesça no Mundo – Linda Mensagem!

 

Agradeço ao Sr. Eduardo Goo Nakaskima que nos recebeu com todo carinho e atenção e nos contou tantas coisas interessantes sobre esse lindo Pavilhão!

 

E aí? Você sabia que existia um Pavilhão Japonês dentro do Parque Ibirapuera? Já tinha visitado esse lugar? Ao vivo e à cores é ainda mais bonito! Recomendo a visita!!!

 

Veja outros parques e praças escondidos em São Paulo.

 

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Flor Night Sky: um céu estrelado no jardim!

Flor Night Sky: um céu estrelado no jardim!

Flor Night Sky: Tenha um céu estrelado só seu enfeitando o jardim! Conheça essa flor que é a novidade do momento, além de ganhadora de vários prêmios.

Flor Night Sky

Estou completamente apaixonada por essa planta! Olha que floração mais deslumbrante!!!

Flor Night Sky

Flor Night Sky

 

Suas pétalas roxas, ultra violetas com manchas brancas lembram um céu extremamente estrelado, encantador.

E a cor ultra violeta, é a cor pantone de 2018, por isso que ela também foi eleita a flor do ano e da moda.

Cor Pantone 2018

 

Origem

As petúnias são originalmente da Argentina e tem também espécies nativas da América do Sul, inclusive do Brasil. A Night Sky é um híbrido de várias petúnias.

 

Como cultivar

Iluminação

A Night Sky gosta de ficar no sol direto. E pode ser plantada tanto no jardim como em vasos e jardineiras, onde pode enfeitar varandas e terraços onde bata bastante sol.

 

Substrato

Ela gosta de substrato com bastante matéria orgânica e bem drenado.

 

Temperatura

A Night Sky resiste bem a baixas temperaturas e prefere clima mais seco.

 

Rega

Essa planta gosta de água diariamente. Portanto não economize na hora de irrigar sua Night Sky. Principalmente na primavera e no verão, ou quando está quente e seco.

Mas, atenção! Evite molhar as flores e folhas para que elas não sejam danificadas.

Aliás, é bom retirar flores e folhas secas da planta, liberando espaço e dando mais força para as novas flores brotarem.

Mas apesar de gostar de solo levemente úmido, ela não gosta de chuva em abundância! Pois isso pode deteriorar suas flores.

Para que a sua planta não fique encharcada é importante garantir um bom sistema de drenagem para evitar o apodrecimento das raízes e, consequentemente, a morte da planta. Então, quando chegar com a sua planta em casa, transplante-a para um vaso ou jardineira, como ensino nesse vídeo.

 

Para estimular a floração

Para que ela te presenteie com muitas flores é importante adubar bastante a sua planta. Pode ser a cada 15 dias ou 1 x por mês, com húmus de minhoca, fertilizantes prontos para flores nas dosagens recomendadas pelos fabricantes ou com o adubo para estimular a floração, que ensino nesse vídeo. Só não exagere na dosagem por que pode intoxicar a planta.

 

Durabilidade

Ainda não sei qual é a durabilidade dela, não achei nenhuma informação sobre isso. Algumas petúnias são anuais. Ou seja, nascem, crescem, florescem e morrem no período de 1 ano. Mas vamos torcer para que ela dure mais tempo!

 

Saiba mais sobre cultivo de petúnias.

 

Demais essa planta, né? É como ter um céu estrelado só seu no jardim!

 

E aí? O que você achou da night sky? Já conhecia essa planta? Qual foi sua experiência com ela? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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