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O aniversariante do dia

O aniversariante do dia

Quando casei, meu marido e eu conversamos muito sobre os rituais e costumes de cada família. Decidimos então que na nossa família, a que estávamos montando juntos, íamos manter os rituais que achávamos legais de cada lado e criar nosso próprios rituais.
Um dos rituais que foi mantido e que eu acho muito legal é o de acordar o aniversariante com bolo. Todos os habitantes da casa se reúnem e entram no quarto carregando o bolo e cantando parabéns para o felizardo do dia. É uma delícia ser acordado assim!
Meu filho mais velho fez aniversário em maio e pediu bolo de maçã (uma receita que peguei de um blog que sigo de uma amiga antiga, a Lu Betenson)…

 

 

E meu caçula, que faz aniversário hoje, pediu bolo de cenoura para ser acordado e bolo formigueiro para levar para a escola. O de cenoura eu fiz ontem à noite, mas coloquei numa forma muito grande e ele ficou muito magrinho. Ficou gostoso, mas o visual não ficou legal.
Eu ia encomendar um bolo, mas esqueci e quando liguei, a moça não podia fazer. Resolvi então fazer eu mesma. Acordei cedo e fui xeretar na internet a procura de uma receita de bolo formigueiro, já que eu não tinha uma. Achei uma receita que era muito parecida com um bolo que eu adoro e que a minha avó fazia, o Bolo Vovozinha… Então resolvi seguir a receita da minha avó e acrescentar o chocolate granulado para transformá-lo em formigueiro. As receitas que li na internet falavam em colocar coco ralado, mas eu não gosto de coco ralado, então não coloquei.

 

Bolo Vovozinha adaptado a Bolo Formigueiro

 

4 ovos
100gr de manteiga
2 xícaras de chá de farinha de trigo
2 xícaras de chá de açúcar
1 xícara de chá de leite
1 colher de sopa de fermento
1 saquinho de chocolate granulado (para o bolo virar formigueiro)

 

Modo de fazer:
  • Ligue o forno em temperatura baixa 180ºC
  • Unte com manteiga e farinha uma assadeira
  • Separe as gemas das claras e bata na batedeira as claras em neve. Para saber se estão em neve, quando a mistura estiver meio dura, vire a bacia de ponta cabeça. Se não cair, é por que está em neve.
  • Pique a manteiga e bata em outro recipiente até ficar branca. Acrescente o açúcar, as gemas, a farinha e as claras. Bata bem. Adicione o leite e o fermento e bata até a massa ficar homogênea.
  • Desligue a batedeira e então coloque meio saquinho de chocolate granulado e misture bem com uma colher de pau
  • Coloque no forno, que deve continuar em temperatura baixa, por uns 30 a 40 minutos. Para saber se o bolo está bom, coloque um palito de dentes na massa, se ele sair liso está pronto.

Cobertura de chocolate

1/2 xícara de chá de leite
1 1/2 xícaras de chá de açúcar
4 colheres de sopa de nescau ou chocolate em pó
2 colheres de sopa de manteiga
Coloque todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo até engrossar. Despejar sobre o bolo até cobrir tudo. O ideal é despejar enquanto a calda ainda está quente. Use uma faca para ajudar a espalhar a cobertura sobre o bolo.
Depois que eu coloquei a cobertura, joguei por cima o resto do granulado. Mas achei que o bolo estava sem graça… que precisava de algo a mais. Foi aí que tive a idéia de colocar bis para fazer a decoração. Olha que lindo que ficou!

 

Bolo formigueiro

 

Mas sensacional mesmo foi a minha entrada na escola carregando o bolo. Não teve uma criança que não ficou com água na boca! Estou louca para ir buscar meu filhote na escola e saber se o bolo ficou bom… Acho que amanhã farei outro, por que eu fiquei morrendo de vontade de prová-lo!

 

p.s.: a receita do bolo vovozinha sem o granulado é deliciosa. Acho que é o meu bolo preferido. Um bolo branco, fofinho com casquinha… Ideal para quem gosta de bolo sem cobertura, para acompanhar um café,  um chá, ou mesmo para o café da manhã ou lanche da tarde… Sucesso garantido!

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
Conexão com a natureza.

Primavera na TV

Primavera na TV

Assista a minha participação no programa Manhã Gazeta da Olga Bongiovanni, onde dou dicas de cultivo de hortênsias, girassóis e violetas.

 

Programa que foi ao ar em 01 de outubro de 2010.

As flores e acessórios foram gentilmente cedidos pela Milplantas Comercial Ltda.
R. Baumann, 1187- Vila Leopoldina, São Paulo – SP Tel: 3836-9743

Para saber mais sobre essas plantas acesse: Primavera

Para assistir minhas outras participações na TV Gazeta clique: TV Gazeta

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Primavera

Primavera

Olha as fotos que tirei das plantas que foram ao ar hoje… girassóis, hortênsias e violetas…

Helianthus annus (girassol)

Hidrangea macrophilla (hortênsia)

Sainthpaulia ionantha (violeta)

E as dicas que passei no ar:

SUBSTRATO PARA PLANTAS DE FLOR
(receita da profa. Creunícia Pereira Marques – do curso do Manequinho Lopes) :
1 1/2 copo de humus de minhoca
1 1/2 copo de terra
3 copos de fibra de coco ou casca de pinus triturada
2 copos de areia
2 copos de vermiculita

ADUBAÇÃO PARA PLANTAS DE FLOR E FRUTOS (também da profa. Créu)
3 colheres de sopa rasa de farinha de osso
1 colher de sopa rasa de torta de mamona ou algodão
1 colher de sopa rasa de NPK 4-14-8
8 colheres de sopa rasas de terra

DICAS DE CULTIVO

HORTÊNSIAS:

  • Adoram o sol
  • No inverno, aproveite para fazer uma poda, deixando-as com 30 a 40cm do solo para que rebrotem com força total na primavera. É um bom momento para fazer novas mudas com as ponteiras podadas
  • Florescem na primavera/verão
  • As flores adoram ser pulverizadas com água

Truque da cor: a cor da hortênsia varia de acordo com o teor de pH do solo.

  • Flor azul: solo ácido, pH abaixo de 6,5. Para intensificar o azul, coloque palha de aço de molho num pote com água da noite para o dia e então regue suas hortênsias com essa água “enferrujada”.  Vá alternando as regas com água normal.
  • Flor branca: solo neutro.
  • Flor rosa: solo alcalino, pH acima de 7,5. Para deixar suas flores rosadas, acrescente no solo calcário dolomítico, 300gr por m2.

GIRASSÓIS:

  • Amam o sol. Sua flor segue o movimento do sol, como que a reverenciá-lo
  • Florescem na primavera/verão
  • Gostam de solo umido, mas não encharcado
  • São flores anuais, isso significa que deverão ser semeadas novas plantas a cada ano
  • Possuem raízes profundas, que descem perpendicularmente ao solo, chegando a medir até 1,5m. A planta pode atingir até 3m de altura. Mas através de melhoramentos genéticos, chegaram a uma nova espécie que atinge apenas 1m de altura
  • O grão pode ser utilizado para consumo animal, extração de óleo e obtenção de farinhas que servem para a produção de pães e outros alimentos
  • A plantação do girassol também pode servir como base para a produção de mel

VIOLETAS:

  • Gostam de claridade, mas não sol direto. Em casa uso o peitoril da janela do banheiro como estufa. Deixo as minhas violetinhas lá, tomando o vapor dos banhos e quando elas florescem, levo-as para enfeitar a sala.
  • Florescem o ano todo, lembre-se de colocar adubo 1x por mês para ela ficar forte, bem nutrida para produzir lindas floradas
  • Se quiser novas mudas, coloque uma folhinha na terra, que ela logo enraizará e formará uma nova mudinha. Ou então, espere que sua violeta produzirá novos brotos, daí é só transplantá-los para outro vaso e curtir a florada!
  • Elas não gostam de água em sua folhas, por isso, quando for regar, coloque a água no prato, espere uns 15 minutos e depois descarte a água que sobrou.
As plantas do programa foram gentilmente cedidas pela Milplantas, que recebe as plantas diretamente dos produtores da Holambra diariamente! Adoro comprar minhas plantas e flores lá!

Para assistir ao programa clique: Primavera na TV

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Tapete dourado

Tapete dourado

Quando ando na rua, sempre olho para o chão e adoro quando vejo um tapete amarelo dourado como esse:

É sinal de que tem um ipê amarelo logo acima!

Tabebuia chrysotricha (ipê amarelo)

Uma vez estava voltando de uma viagem à Tiradentes quando vi esse ipê…O ipê amarelo é a árvore nacional do Brasil, por que quando ela floresce ela fica desprovida de folhas, uma massa amarela destacando-se do verde das nossas matas… poético, né?

 

Tabebuia chrysotricha (ipê amarelo)

crescendo soberano na beira da estradinha… Fiquei apaixonada por ele! Pedi para meu marido parar o carro porque eu precisava fotografá-lo!

Que presente maravilhoso da natureza!

Flor de Tabebuia chrysotricha (ipê amarelo)
Existem vários tipos de ipês amarelos. Aqui em São Paulo, o mais comum é a Tabebuia chrysotricha, que atinge de 4 a 10m de altura, cujo tronco varia de 30 a 40cm de diâmetro e floresce durante os meses de agosto e setembro. Segundo Lorenzi, é uma árvore extremamente ornamental, principalmente quando em flor; é a espécie de ipê-amarelo mais cultivada em praças e ruas de nossas cidades. É particularmente útil para arborização de ruas estreitas e sobre redes elétricas em virtude de seu pequeno porte.
Há também a Tabebuia ochracea, cuja altura varia de 6 a 14m e apresenta o tronco mais tortuoso de 30 a 50cm de diâmetro. Segundo Lorenzi, seu florescimento exuberante é um belo espetáculo da natureza, que estimula seu emprego no paisagismo em geral; infelizmente seu uso na arborização urbana é bastante escasso até o momento. Como planta adaptada a terrenos secos, é útil para plantios em áreas degradas de preservação permanente.
No norte do nosso país, a Tabebuia serratifolia, que varia de 8 a 20m de altura e tronco de 60 a 80cm de diâmetro, já vem sendo largamente utilizada nas cidades. Segundo Lorenzi, durante sobrevôo da floresta amazônica ela destaca-se por ser extremamente bela quando florida, sobressaindo do resto da vegetação.
Nos terrenos brejosos e reflorestamento de áreas ciliares degradadas, a Tabebuia umbrellata é presença indispensável. Com seus 10 a 15m de altura e tronco que varia de 40 a 50cm de diâmetro, é extremamente ornamental e perfeitamente adaptada tanta na mata primária quanto na formações secundárias.
E o mais alto de todos os ipês amarelos, o Tabebuia vellosoi, com seus 15 a 25m de altura e 40 a 70cm de diâmetro, foi a escolhida por decreto federal como “árvore símbolo do país”, é mais apropriado para arborização de parques e praças.
Referência bibliográfica:
LORENZI, Harri. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil. vol. 1. 4a edição. Nova odessa, SP: Instituto Plantarum, 2002.

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