Plantas com Flor

Procurando plantas com flores? Aqui você encontra várias dicas de cultivo e sugestões de plantas com lindas flores

Como Cultivar Gerânio – Canal Rural

Como Cultivar Gerânio – Canal Rural

Confira as dicas da paisagista Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde para o quadro Dicas de Jardinagem do programa Arte Brasil com Rogério Chiaravalli do canal Rural:

 

Este programa foi gravado no Paraíso das Plantas em 15 de março de 2012 e foi ao ar em 8 de junho de 2012.

Para mais dicas de cultivo de gerânios, acesse: Gerânios 

 

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Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

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Cultivo de Rosas

Cultivo de Rosas

As rosas adoram locais ensolarados e bem arejados. Para florescer bem e praticamente o ano todo, a roseira precisa de sol pleno, ou seja, pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta e que o local seja arejado, para evitar a o surgimento de fungos nas folhas e flores, especialmente em regiões chuvosas.

As roseiras desenvolvem-se bem em qualquer tipo de solo, mas preferem uma terra mais para argilosa e com boa drenagem. E elas adoram solo rico em húmus. Quanto ao pH, o índice ideal situa-se entre 6,5 e 7 (neutro). Em lojas de produtos para jardinagem, é possível adquirir kits para medir o pH do solo. Aprenda como MEDIR pH do SOLO.

Se for necessário fazer a correção do pH, adicione 150g de calcário dolomítico por m2 de canteiro para elevar em 1 ponto o índice de pH; e para diminuir em 1 ponto o pH adicione 150g de sulfato de ferro por m2.

 

COMO PLANTAR ROSAS

Uma semana antes de plantar as mudas, cave bem a terra até uns 40 cm de profundidade. Para cada m2 de canteiro, incorpore uma mistura de 15 Kg de esterco curtido de gado e 200g de farinha de ossos.

O espaçamento entre as mudas vai depender do tipo de roseira que for ser plantada:
· arbustivas: 1 metro entre as mudas
· trepadeiras: de 1 a 2 metros entre as mudas
· cercas-vivas: 50 a 80 cm entre as mudas
· híbridas-de-chá e sempre-floridas: 50 cm entre as mudas
· miniaturas: 20 a 30 cm entre as mudas
· rasteiras: 30 cm entre as mudas

O plantio de mudas “envasadas” (normalmente vendidas em sacos plásticos), pode ser feito em qualquer época do ano, mas é preferível evitar os meses mais quentes do ano. Já para o plantio com mudas chamadas de “raiz nua”, o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

 

COMO REGAR ROSAS

Nos meses muito quentes, proteja as mudas recém plantadas, durante 15 ou 20 dias com ramos de folhagem. Regue-as diariamente, de preferência no fim da tarde, até o início da floração.

Depois, regue apenas nos dias quentes. Roseira não gosta muito de água. O solo deve estar ligeiramente úmido, mas não encharcado. Mantenha a terra do canteiro sempre fofa e livre de mato. Se tiver disponível grama seca cortada do jardim, faça uma cobertura do solo com ela. Ajudará a manter a terra úmida e solta. Importante: Logo que surgirem as primeiras folhas faça aplicações de fungicida, pois nesse período o ataque das doenças é mais severo.

 

 

PODA

PODA ANUAL:
Anualmente as roseiras deverão ser bem podadas, de preferência no inverno (Junho, Julho ou Agosto). Corte as hastes deixando de 4 a 5 gemas em cada uma. É através das gemas que a roseira brota novamente. Roseiras trepadeiras devem ser podadas no máximo de 1/3 da rama. Ex: Um galho de 3 m perde 1 m. Em seguida conduza a haste para a posição que desejar. Formações de hastes em arcos favorecem a brotação e aumentarão a floração.

PODA DE LIMPEZA:
Livre suas roseiras das flores murchas, durante todo ano, cortando-as com 3 a 4 folhas. Essa limpeza impede a formação de sementes garantindo maior quantidade de flores.

 

ADUBAÇÃO DE ROSAS

Deve-se fazer de 2 a 3 adubações anuais: a primeira logo após a poda anual (entre julho e agosto); a segunda entre novembro e dezembro e a terceira entre os meses de janeiro e fevereiro. A melhor adubação é a orgânica, baseada em esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona. As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são as seguintes:

· 20 litros de esterco curtido ou 2 Kg de composto orgânico
· 200g de farinha de ossos
· 100g de torta de mamona
Espalhe a mistura em volta das plantas e incorpore-a ao solo.

COMO COLHER ROSAS

Em roseiras novas, corte as primeiras rosas com hastes bem curtas e as subseqüentes com hastes um pouco mais longas. Em plantas formadas, as hastes podem ser cortadas até 2/3 do comprimento do galho. Ex: de um galho de 90 cm corta-se uma haste de 60 cm.

 

Saiba mais sobre ROSAS

 

 

Site consultado: www.roselandia.com.br

Fotos: Nô Figueiredo

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

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As flores do verão

As flores do verão

Aqui no Brasil somos muito privilegiados! Temos flores o ano inteiro! E é claro que no verão também! Confira agora as flores que estavam no programa Manhã Gazeta, dia 24 de janeiro de 2012:

Curcuma alismatifolia (curcuma ou açafrão-da-cochinchina)

Essa linda e exótica planta é herbácea, ereta, rizomatosa e pouco entouceirada. É originária da Cochinchina e atinge de 40 a 60cm de altura. Tanto sua folhagem como seus florescimentos são muito decorativos. Suas folhas são marcadas por nervuras paralelas, lisas, de cor verde azulada com uma faixa arroxeada ao longo da nervura central.

O que achamos que é a flor, na verdade são as brácteas (folhas modificadas) rósea-lilas, que protegem as pequenas flores de cor lilás, formadas durante os meses do verão.

As flores são muito utilizadas como flor de corte. No jardim fica ótimo formando maciços em canteiros a pleno sol ou a meia-sombra, bem estercados e irrigados com frequência. Não gosta de geadas. Multiplica-se por rizomas, separados no inverno e plantados na primavera.

 

Globba winittii (globa-roxa)

Essa planta também é herbácea, rizomatosa, perene, ereta e de florescimento decorativo. É originária da Tailândia e atinge de 60cm a 1m de altura. Suas folhas são dispostas em duas séries ao longo das hastes e são pilosas na face de baixo. No inverno elas desaparecem.

Suas inflorescências são pendentes ou recurvadas, envolvidas por brácteas longitudinais rosa-arroxeadas. As flores são pequeninas e aparecem solitárias ou em grupos, de cor amarela. São formadas no fim do verão.

Pode ser cultivada em vasos mantidos em locais protegidos ou em canteiros ou bordaduras a meia-sombra, com solo rico em matéria orgânica e mantido sempre úmido. Não tolera geadas, apesar de sobreviver ao inverno através dos rizomas. Multiplica-se por divisão da planta adulta, cada divisão com o respectivo rizoma, no fim do inverno e começo da primavera.

 

Tillandsia cyanea (tilândsia-azul ou tilândsia)

Mais uma planta herbácea, perene, epífita, rizomatosa e de florescimento muito ornamental. Essa é das Américas, originária do Equador e atinge de 20 a 25cm de altura. Suas folhas formam um desenho de rosa na base, chamado de roseta basal. São lineares, acanaladas e marrom-arroxeadas na base.

Mais uma flor que não é flor! Sua inflorescência é ereta, fica acima da folhagem, e tem a forma de uma espiga achatada ou um remo. É larga, com brácteas róseas dispostas em leque característico e flores numerosas sucessivas azul-violetas, formadas na primavera-outono.

Deve ser cultivada em vasos preenchidos com fibra de coco e húmus e mantidos em local protegido, com tolerância para lugares abertos, evitando o sol direto. Multiplica-se por sementes postas para germinação em local protegido, bem como por divisão da planta quando aparecem brotações laterais.

 

Ixora chinensis (ixora, ixora-chinesa, ixora-vermelha)

Esse arbusto tem a textura lenhosa é ereto, muito ramificado e de ramagem densa e reclinada. É originário da China e Malásia e atinge de 1 a 2m de altura, com florescimento muito vistoso. Suas folhas são simples, coriáceas e curtas.

Inflorescências umbeladas terminais, com flores numerosas, vermelhas, vermelho-alaranjadas, róseas ou amarelas, muito visitadas por beija-flores. Formam-se durante quase o ano todo, mas principalmente no verão. Há uma variedade anã (mini-ixora ou ixora anã) de flores vermelhas e amarelas muito utilizadas para forração de canteiros.

É cultivada de maneira isolada e em grupos formando conjuntos ou renques, a pleno sol, em canteiros com boa fertilidade e irrigados periodicamente. É sensível a geadas sendo indicada apenas para as regiões tropicais e subtropicais. Multiplica-se por estacas.

 

Hemerocallis flava (lírio, lírio-de-são-josé, lírio-de-um-dia)

Planta herbácea, rizomatosa, perene e acaule. É originária da Europa e da Ásia e atinge de 40 a 60cm de altura.

Suas inflorescências são eretas, com poucas flores de cor amarela de vários tons, alaranjados, marrons e rosa, simples ou dobradas, formadas durante grande parte do ano, mas principalmente no verão.

Essa planta é muito utilizada como bordadura de canteiros ou formando conjuntos isolados, sempre a pleno sol, com terra rica em matéria orgânica. É tolerante ao frio. Multiplica-se facilmente pela divisão da touceira, colocada em recipiente individual em local protegido.

 

Eustoma grandiflorum (lisianto, genciana-do-prado)

Planta herbácea, bienal, de caule ereto e pouco ramificada. É originária dos Estados Unidos e atinge de 30 a 60cm de altura.

Suas flores são duráveis, grandes, em forma de sino, simples ou dobradas em diversas cores simples ou mistas (brancas, róseas, roxas, vermelhas, etc) e são formadas no final da primavera e no verão.

É cultivada como flor anual, em vasos mantidos em estufas. Muito utilizada como flor de corte. É tolerante a geada e gosta de clima ameno para um bom desenvolvimento. Multiplica-se por sementes, que deverão ser plantadas na primavera.

 

Aster trandescantii (áster, áster-arbustiva, monte-cassino)

Esse arbusto tem textura herbácea, é perene, muito ramificado e florífero. É originário da América do Norte e atinge de 80cm a 1m de altura. Suas folhas são pequenas e lineares.

As inflorescências são muito ramificadas e numerosas, com flores brancas com o centro amarelo, formadas no verão. É utilizado para bordadura ou para a formação de conjuntos isolados em canteiros a pleno sol com solo rico em matéria orgânica e com boa fertilidade. Deve ser irrigado periodicamente. É também muito utlizado como flor de corte e pra a composição de buquês.

Atenção: apesar de ser uma espécie perene, deve ser renovada anualmente para reativar a vegetação.

Pode ser multiplicada por sementes e também por estacas cortadas após o florescimento e deixadas enraizar em estufas.

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Pequeno dicionário dos termos utilizados acima:

Herbácea: planta que possui tecidos pouco consistentes.

Lenhosa: planta que possui tecidos espessos e endurecidos, que formam o lenho.

Perene: planta cujo ciclo de vida é indeterminado ou longo.

Anual: planta cujo ciclo de vida ocorre durante uma ou duas estações no ano.

Bienal: planta cujo ciclo de vida se estende por mais de quatro estações do ano.

Ereta: planta que cresce de forma erguida, devido ao caule ereto.

Acaule: que não possui caule.

Entouceirada: planta da mesma espécie constituída de diversos eixos, ou que crescem muito próximas a outras de mesma espécie, formando um conjunto espesso.

Coriácea: folha cuja textura é semelhante à do couro e se quebra facilmente.

Epífita: planta que vive sobre outro vegetal sem prejudicá-lo, usando-o apenas como suporte

Rizoma: caule subterrâneo dotado de reservas, com nós, gemas e escamas. Mais ou menos cilíndrico e cresce lateralmente formando touceira. As plantas rizomatosas podem ser perenes ou passar por um período de repouso. São multiplicadas arrancando-se a touceira e separando-a por partes. Quando passam pelo período de repouso acontece o desaparecimento temporário da parte aérea, voltando depois a brotar. Deve-se fazer a divisão dos rizomas no período de repouso, arrancando-as do solo.

Umbelada: inflorescência em forma de guarda-chuva

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Referências bibliográficas:

Lorenzi, Harri e Souza, Hermes Moreira de. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3a edição – Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2001.

Vilaça, J. Plantas tropicais: guia prático par o novo paisagismo brasileiro. São Paulo, SP: Editora Nobel, 2005.

 

Crédito foto detalhe tillandsiahttp://marvingardensusa.com

Todas as outras fotos: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde paisagismo e decorações florais

 

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Como Cultivar Poinsétia ou Bico de Papagaio – Canal Rural

Como Cultivar Poinsétia ou Bico de Papagaio – Canal Rural

Assista à minha participação no Especial de Natal do programa Arte Brasil do Rogério Chiaravalli no canal rural, onde explico por que o bico-de-papagaio é considerado a “flor” do Natal:

Esta participação foi ao ar dia 23 de dezembro de 2011.

Veja mais sobre BICO DE PAPAGAIO

Para saber mais sobre o programa Arte Brasil acesse: Programa Arte Brasil

As plantas foram gentilmente cedidas pelas meninas do “Flores na Varanda”, um espaço delicioso na Vila Romana, onde você pode tomar um café acompanhado de um bolo caseiro e ainda comprar flores!

Lá tem ainda delicioso brunch nos finais de semana, almoço com quiches e saladas e aos sábados música ao vivo! Entre no site do Flores na Varanda: www.floresnavaranda.com.br e descubra esse oasis em São Paulo!

O Flores na Varanda fica na rua Camilo, 455 na Vila Romana. Tel 3675-8486 e 3675-8485.

 

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Como Cultivar Bico de Papagaio

Como Cultivar Bico de Papagaio

O bico-de-papagaio, poinsétia ou Euphorbia pulcherrima, é nativo do México e cresce rapidamente nos climas quentes atingindo até 3m de altura em uma única temporada, formando um arbusto comprido, meio desajeitado, perene e lenhoso. Em lugares onde o inverno é mais rigoroso, suas folhas podem ser decíduas. Suas folhas são ásperas e medem de 10 a 20cm. É muito apreciado não pelas suas verdadeiras flores, que são minúsculas protuberâncias verde-amareladas na forma de cálices nas pontas dos galhos adultos, mas por suas grandes brácteas coloridas, que chegam a 30cm de largura e são formadas no inverno. As mais comuns são as de brácteas vermelhas, mas elas também podem ser rosadas, brancas e mescladas.

História: No México, os astecas consideravam o bico-de-papagaio como símbolo de pureza e chamavam-no de cuetlaxachitil e o utilizavam para a produção de tintas usadas em cosméticos ou tingimento de tecidos; com a seiva, produziam medicamentos contra a febre; as brácteas brancas são atualmente empregadas na produção de cremes depilatórios.

Do México ela foi levada para a Europa e no século XVII passou a ser usada como flor natalina, uma vez que ela floresce no inverno (época do Natal Europeu) e a forma das suas brácteas lembra a estrela de Belém.

O nome ponsétia é derivado de J.R. Poinsett (1779-1851), primeiro embaixador americano que serviu no México e que foi o responsável pela introdução e disseminação desta planta nos Estados Unidos. Em homenagem a ele essa planta passou a ser conhecida por poinsétia tanto nos Estados Unidos como na Europa. Os floricultores das Escandinávia e Estados Unidos foram os responsáveis pela criação de cultivares mais adaptados à decoração doméstica.

Aqui no Brasil, como o natal acontece no verão, os produtores que comercializam essas plantas forçam seu florescimento nesta época do ano manipulando fatores como noite artificial, temperatura e fertilizantes.

Utilização: Essas plantas são ótimas para a formação de renques, conjuntos ou plantadas isoladas, podendo ser podadas para formar uma ramagem mais compacta. Elas gostam de sol direto, noites longas e solo rico em matéria orgânica, úmido, bem drenado e ligeiramente ácido. Mas como são plantas tropicais que não gostam de geada. Multiplicam-se facilmente por estaquia, preparadas no final do inverno.

Em plantas mantidas no interior, as plantas de brácteas vermelhas mantêm-se como tal por umas 6 semanas enquanto que as com as brácteas brancas duram uns 2 meses.

Dica: se desejar muitas brácteas de tamanho médio, estimule o crescimento dos galhos cortando a ponta dos caules a cada dois meses até meados de fevereiro. Se quiser brácteas maiores, mas em menor quantidade, limite o número de caules. Na primavera de cada ano, pode as plantas a 15cm do solo para que nasça uma folhagem inteiramente nova.

Curiosidades: O gênero Euphorbia, com cerca de 2 mil espécies, recebeu este nome em homenagem a Euphorbus, médico grego do rei Juba II (52 a.C. a 23 d.C.) da Numíbia (hoje Argélia), que tratou uma doença do monarca com uma planta suculenta, denominada pelo rei de Euphorbia, nome depois mantido por Lineu.

As Euphorbias, são uma das poucas plantas que conseguem conservar por muito tempo suas flores em boas condições e o bico-de-papagaio é um belo exemplo disso.

Cuidado/atenção: seu látex (aquele leite) que sai do caule é tóxico! É importante tomar cuidado para que crianças não mastiguem partes desta planta, nem brinquem com seu látex. E se animais apresentarem sinais de mal-estar, é melhor procurar um veterinário.

 

Veja minha participação no programa Arte Brasil 

 

Referências bibliográficas:

Lorenzi, Harri e Souza, Hermes Moreira de. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3a edição – Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2001.

Felippe, Gil. Venenosas: plantas que matam também curam/Gil Felippe; Maria Cecília Tomasi (aquarelas) – São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2009.

Smith, Jean Irwin. Árvores ornamentais na cidade de São Paulo. 1a edição – São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2000.

Enciclopédia de Plantas e Flores. São Paulo: Editora Abril Cultural, 1977.

Texto e fotos: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde paisagismo, decoração floral e design ambiental.

 

 

 

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Plantas com bulbos – TV Gazeta

Plantas com bulbos – TV Gazeta

Assista agora à minha participação no programa Manhã Gazeta da Olga Bongiovanni, dando dicas de cultivo de plantas com bulbos:

Programa foi ao ar em 22 de abril de 2011.


As plantas foram gentilmente cedidas pela Natus Verde Plantas Ornamentais, que infelizmente não existe mais.

 

 

Saiba mais sobre PLANTAS COM BULBOS

 

Assistir minhas outras participações na TV Gazeta 

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