Horta e Temperos

Aqui tem as dicas de cultivo sobre hortas, temperos, ervas aromáticas e ervas de proteção

Zaatar: Direto do Líbano para o Brasil!

Zaatar: Direto do Líbano para o Brasil!

Zaatar: Direto do Líbano para o Brasil com dicas de cultivo e histórias emocionantes da herborista Silvia Jeha da Sabor de Fazenda!

Zaatar: Direto do Líbano para o Brasil!

Zaatar?

Zaatar aqui no Brasil é uma mistura de sumac ou sumagre, gergelim e tomilho ou orégano seco. Só que a Silvia Jeha foi viajar para o Líbano e descobriu uma planta chamada zaatar! Deliciosa! Que lá eles comem fresca e que lembra super o sabor do zaatar da mistura acima.

Zaatar: muda sem flores

Zaatar: muda sem flores

 

Zaatar: muda com flores

Zaatar: muda com flores

Dicas de cultivo

É tudo muito novo. São as primeiras mudas de zaatar da Sabor de Fazenda, então elas ainda estão estudando e conhecendo a planta.

Até agora o que sabem:

É uma planta que gosta de sol e de solo bem drenado.

Não gosta de muita água, nem de solo encharcado e nem de vento.

As sementes ficaram 1 mês na geladeira para quebrar a dormência.

As flores são comestíveis. Mas quando tem flores, as folhas ficam menores por que a força vai toda para as flores.

Não sabem se é uma planta anual ou perene.

O sabor lembra tomilho e orégano.

 

Zaatar: detalhe das folhas

Zaatar: detalhe das folhas

 

Zaatar: detalhe das flores

Zaatar: detalhe das flores

 

 

Conheça outras ervas e temperos.

 

 

Quer saber como a Sílvia conseguiu essas mudas? Ah… veja o video acima que ela conta toda a história! Vale a pena!

 

 

Saiba mais sobre o cultivo dessas e outras ervas no site do viveiro de ervas e temperos orgânicos Sabor de Fazenda:

Sabor de Fazenda:

http://www.sabordefazenda.com.br/

Loja: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo, SP

Tel: +55 (11) 2631-4915

Segunda: das 13h as 17h
Terça a sábado: das 8h as 17h

Instagram: @sabordefazenda

Facebook: SabordeFazendaErvaseTemperos

 

 

E aí? O que você achou do zaatar? Já conhecia essa planta? Qual foi sua experiência com ela? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

 

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Boldos: Benefícios e dicas de cultivo

Boldos: Benefícios e dicas de cultivo

Boldos: conheça os benefícios para a saúde e aprenda como cultivá-los com as dicas da querida herborista Sabrina Jeha nessa visita que a Nô Figueiredo fez no Sabor de Fazenda.

Boldos: Benefícios e dicas de cultivo

Sabia que aqui no Brasil existem 3 plantas conhecidas como boldo? Aprenda agora sobre seus benefícios, propriedades e como cultivá-las.

 

Boldo africano

O boldo africano (Plectranthus barbatus) também conhecido por boldo da terra, boldo de jardim, boldo do reino, falso boldo, malva santa, indian coleus (inglês), boldo brasilero (espanhol), boldo de la índia (espanhol), coleus (espanhol) é originário da Índia.

Boldo africano

Boldo africano (Plectranthus barbatus)

 


Características botânicas:

Planta herbácea ou subarbustiva, aromática e perene. Atinge em torno de 1,5 m de altura, sendo pouco ramificada.

 

Cultivo-Solo/Clima: 

Pode ser plantado em todas as regiões do Brasil, sendo somente sensível à geada. É bem resistente a pragas e doenças. Seis meses após o plantio a colheita já pode ser iniciada. Para se ter uma planta volumosa é aconselhável à poda das inflorescências um pouco antes da colheita. A propagação é feita por estaquia.

 

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: 

A maceração das folhas é um tônico amargo que facilita o trabalho da vesícula biliar estimulando a secreção da bílis, favorecendo a digestão de gorduras, porém se tomado em exagero ou se o uso for prolongado, pode causar irritação gástrica. Se tomado em exagero ou usado prolongadamente, pode ser tóxico e causar irritação no tubo digestivo.

 

Partes usadas: folhas.


Boldo miúdo

O boldo miúdo (Plectranthus neochilus), também conhecido por boldo gambá, spur flower (inglês), boldo paraguayo (espanhol), boldo rastrero (espanhol), el coleus azul (espanhol), espanta mascotas (espanhol) é originário da África.

Boldo miúdo

Boldo miúdo (Plectranthus neochilus)

 

Características botânicas:

Planta herbácea, perene, ramificada, de aroma muito intenso. Folhas inteiras, carnosas e opostas. Folhas verdes-cinza e flores com colorações azuis e roxas. Atinge altura de 30-90 cm.

 

Cultivo-Solo/Clima:

Responde bem às chuvas de inverno e de irrigação ocasional. Podem florescer ao longo de todo ano. Pode ser cultivada em vasos e em canteiros, formando uma bonita forragem. A reprodução pode ser feita por estaquia.

 

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais:

A maceração das folhas é um tônico amargo que facilita o trabalho da vesícula biliar estimulando a secreção da bílis, favorecendo a digestão de gorduras, porém se tomado em exagero ou se o uso for prolongado, pode causar irritação gástrica. Se tomado em exagero ou usado prolongadamente, pode ser tóxico e causar irritação no tubo digestivo.

 

Partes usadas: folhas.

 

Boldo indígena

O boldo indígena (Vernonia condensata), também conhecido por alumã, boldo baiano, boldo chinês, boldo indígena, boldo japonês, figatil (inglês), necroton (inglês) é nativo da África.

Boldo indígena

Boldo indígena (Vernonia condensata)

 

Características botânicas:

Grande arbusto, pouco ramificado e de 2-4 m de altura. Flores pequenas e de coloração branca, quais florescem no verão.

 

Cultivo-Solo/Clima:

Sua propagação é feita por estaca de galhos ou através de sementes em solo fértil, não sendo muito exigente quanto ao clima e solo. Típica de quintais e hortas, podendo ser plantada tanto em vasos quanto em canteiros. É bem resistente às pragas e doenças. Quando plantado em lugares sombreados, sua produção é menor. Seis meses após o plantio a colheita já pode ser iniciada, a colheita pode ser feita em qualquer época do ano, de preferência antes do surgimento da inflorescência. Para se ter uma planta volumosa é aconselhável a poda das inflorescências um pouco antes da colheita.

 

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais:

As folhas são usadas em infusão para o combate de gases intestinais, insuficiências hepáticas, analgésico e protetor estomacal. A maceração das folhas é um tônico amargo que facilita o trabalho da vesícula biliar estimulando a secreção da bílis favorecendo a digestão de gorduras.

 

Partes usadas: folhas.

 

O nome popular “boldo” é utilizado para denominar diversas plantas. O verdadeiro boldo (Peumus boldus) é uma pequena árvore do Chile, qual possui aroma de mastruço (Chenopodium ambrosioides), suas folhas são encontradas no comércio, porém não são cultivadas no Brasil. Existe ainda o falso boldo ou boldo-grande (Plectranthus grandis), muito parecido com o P. barbatus do qual difere por ter os talos e as folhas igualmente amargas e, o boldo-miúdo ou boldo-gambá (Plectranthus neochilus). Outra planta denominada boldo usada é a Vernonia condensata da família Asteraceae, conhecida também por alumã ou macelão (Lorenzi & Matos 2002).

 

 

Veja mais sobre horta e temperos.

 

 

Você encontra mudas desses boldos na Sabor de Fazenda:

http://www.sabordefazenda.com.br/

Loja: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo, SP

Tel: +55 (11) 2631-4915

Segunda: das 13h as 17h
Terça a sábado: das 8h as 17h

Instagram: @sabordefazenda

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E aí? Você conhecia esses boldos? Sabia que existiam tantas plantas com esse nome? Já usou algum deles? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Babosa: Benefícios Medicinais, Curiosidades e Cultivo

Babosa: Benefícios Medicinais, Curiosidades e Cultivo

Babosa: saiba tudo! Aprenda sobre os benefícios medicinais, as curiosidades envolvendo essa planta que é cultivada desde a Antiguidade e as dicas de cultivo.

Babosa: Benefícios Medicinais, Curiosidades e Dicas de Cultivo

Nomes populares e origem

A babosa, também conhecida por aloé, babosa-grande, babosa-medicinal, erva-de-azebre, caraguatá, caraguatá-de-jardim, erva-babosa, aloé-do-cabo.

A babosa é uma planta herbácea, suculenta e que atinge até 1 metro de altura. É provável que sua origem seja africana.

 

História e Curiosidades

É uma das plantas medicinais mais antigas cultivadas, inclusive pelos judeus, que costumavam envolver os mortos com lençol embebido em sumo de babosa para a retardar a putrefação e extrato de mirra, para disfarçar o cheiro de morte. Dizem até que o corpo de Jesus Cristo foi embalsamado assim.

Dizem também que Cleópatra usava a babosa na pele e por isso era tão linda.

Características

Folhas

Suas folhas são grossas, carnosas, suculentas, afinadas em direção à base, cerosas e com espinhos nas margens. As folhas, verde-azuladas, são dispostas em roseta e presas a um caule curto. Quando cortadas deixam escorrer um suco viscoso, amarelado e muito amargo.

Detalhe das folhas da Babosa

Detalhe das folhas da Babosa

 

Inflorescências

As inflorescências são longas e ficam acima das folhas. As flores são duráveis, muito visitadas por beija-flores e formadas principalmente durante o inverno.

Detalhe das inflorescências da Babosa

Detalhe das inflorescências da Babosa

 

Dicas de Cultivo

Onde cultivar

É uma planta que deve ser cultivada no sol direto, ficando linda em jardins de pedra, isoladamente ou em grupos como bordaduras ou formando conjuntos no meio de canteiros. Podem também ser cultivadas em vasos e jardineiras.

 

Tipo de solo

É uma planta de muito fácil cultivo, pois é resistente a terras pobres e secas. A babosa gosta de solo arenoso e não precisa de muita água para sobreviver. No Nordeste do Brasil ela cresce naturalmente em algumas regiões.

 

Temperatura

A babosa também tolera baixas temperaturas do inverno, podendo ser cultivada em quase todas as regiões secas do Brasil.

 

Multiplicação

Para multiplicá-la, separe os brotos que nascem ao redor da planta mãe.

 

Propriedades Medicinais

A babosa é muito cultivada para fins medicinais e cosméticos.

 

Para os cabelos

Na medicina popular ela é muito usada por mulheres para tratar os cabelos.

 

Cicatrizante e antimicrobiana

A babosa tem propriedades cicatrizantes e antimicrobianas sobre bactérias e fungos.

 

Queimaduras e ferimentos

Como o sumo da babosa é muito cicatrizante, é usado em casos de queimaduras e ferimentos superficiais da pele. Esse gel claro acelera a cicatrização e reduz o risco de infecção.

Pode-se cortar uma folha e aplicar o sumo diretamente ou usar a parte interna como um pincel. Pode-se aplicar umas 2x por dia.

Detalhe da folha da Babosa usada como pincel

Detalhe da folha da Babosa usada como pincel

 

Hemorróidas

Para hemorróidas inflamadas, usam pedaços pequenos, sem a casca, como supositório.

 

Contusões, entorses e dores reumáticas

Para tratar contusões, entorses e dores reumáticas, geralmente é feito uma alcoolatura, misturando pequenos pedaços das folhas, aproximadamente 50g com meio litro de uma mistura da álcool e água e depois passada através de um pano limpo. Essa mistura pode então ser aplicada em forma de compressas e massagens nas partes doloridas.

 

Laxante

Pode-se fazer também uma mucilagem obtida das folhas cortadas e deixadas escoar por 1 a 2 dias, que é aproveitada pela indústria cosmética ou é posta para secar ao sol ou ao fogo até que saia toda a água até formar uma espécie de resina, que apresenta propriedades laxantes.

 

Úlcera péptica e para síndrome do intestino irritável

Graças ao poder curativo e protetor da babosa, ela também é usada internamente. Seu gel ou suco pode ser usado para úlcera péptica e para síndrome do intestino irritável.

 

Atenção!

Não use a babosa internamente se estiver grávida ou amamentando, nem se tiver hemorroidas ou problema renal.

Evite ingerir babosa em grande quantidade por que ela pode ser tóxica em altas doses. A diferença entre o remédio e o veneno é a dose!

Aliás, é sempre bom consultar um médico ou fitoterapeuta antes de ingerir qualquer medicamento caseiro.

 

A babosa “verdadeira”, a Aloe Vera, tem as flores amarelas. A que tenho em casa é a Aloe arborescens, também conhecida por aloe-candelabro, áloe e babosa. E existe ainda a Aloe ferox, cuja floração é um pouco diferente e avermelhada. Todas são parentes e utilizadas da mesma forma.

 

Veja mais sobre Ervas Aromáticas e Medicinais.

 

E aí? O que você achou da babosa? Já conhecia essa planta? Qual foi sua experiência com ela? Conta para mim nos comentários abaixo.

 

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Cebolinhas: conheça 3 tipos e aprenda como cultivá-las!

Cebolinhas: conheça 3 tipos e aprenda como cultivá-las!

Cebolinhas: conheça e aprenda a cultivar 3 tipos de cebolinhas nessa conversa que a Nô Figueiredo teve com a Gabriela Pastro no viveiro de ervas e temperos orgânicos Sabor de Fazenda.

Cebolinhas

Saiba mais sobre as cebolinhas:

CEBOLINHA COMUM

Cebolinha comum

Cebolinha comum

 

A cebolinha comum (Allium fistulosum), também é popularmente conhecida por alho-espanhol, alho grosso-de-espanha, alho-mourisco, alho-rocambole, cebolinha-de-cheiro, cebolinha-galega, cebola-miúda, cebolinha-verde, green onion (inglês), japanese bunching onion (inglês), salad onion (inglês), spring onion (inglês), welshonion (inglês), cebolla china (espanhol), cebolla de hoja, cebolla de verdeo (espanhol), cebolla larga (espanhol), cebolleta (espanhol), cebollín (espanhol).

É uma erva erva bulbosa perene, de pequeno porte e originária da Europa.

Características botânicas: Seus bulbos são brancos e alongados e suas folhas são verdes, compridas e cilíndricas, como tubos ocos, inflados desde a base. Após um período frio ela emite a inflorescência, com flores de coloração branca-esverdeada. Produz híbrido com a cebola, originando plantas estéreis, mas bem adaptadas ao clima quente.

Bulbos de cebolinha

Bulbos de cebolinha

 

Cultivo: Essa erva não gosta de encharcamento, por isso é importante o solo ser bem drenado. Deve ser cultivada a pleno sol  e tolera geadas pouco intensas. Pode ser cortada diversas vezes, rebrotando com facilidade e rapidez. Multiplica-se por sementes e por divisão de touceiras.

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: muito utilizada como tempero. Rica em vitamina C, anti-séptico, boa para tosse, cardiotônico, cicatrizante, diurético, emoliente, estimulante, expectorante, hipoglicemiante, laxativo.

Partes usadas: folha e bulbo.

 

CEBOLINHA FRANCESA OU CIBOULETTE

Cebolinha francesa ou ciboulette

Cebolinha francesa ou ciboulette no caixote e alho japonês ou nirá no copo de plástico

 

A cebolinha francesa (Allium schoenoprasum) também é popularmente conhecida por alho espanhol, alho grosso de espanha, alho mourisco, alho rocambole, cebolete, cebolinha galega, cebolinha miúda, chives (inglês), common chives (inglês), cebollín (espanhol), chirivías (espanhol).

É uma erva perene, com altura e diâmetros variados, originária da Europa.

Características botânicas: As folhinhas parecem um capim fino e são ocas. A reprodução se faz por sementes e divisão de touceiras. Não gostam de facas nem de tesouras, preferindo serem cortadas suavemente com os dedos. Quando florescem demais, suas flores exaurem a planta que muitas vezes morrem.

Cultivo: Essa erva também não gosta de encharcamento, por isso é importante o solo ser bem drenado. Deve ser cultivada a pleno sol  e tolera geadas pouco intensas.

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: é usada como tempero, rica em vitamina C, antiescorbútico, anti-séptico, antitússico, cardiotônico, cicatrizante, diurético, emoliente, estimulante, expectorante, hipoglicemiante, laxativo. Suas flores podem ser usadas para incrementar saladas e outros pratos frios.

Partes usadas: bulbo, flores e folhas.

 

NIRÁ OU ALHO JAPONÊS

flores de alho japonês ou nirá

 

O Nirá (Allium tuberosum), também é popularmente conhecido por alho-chinês, alho-japonês, cebolinho-chinês, hana-nirá, chinese chives (inglês), chinese leek (inglês), garlic chives (inglês), oriental garlic (inglês), kow choi (chinês), ajo chino (espanhol), cebollino (espanhol), cebollino chino (espanhol), cive chino (espanhol).

É uma erva bulbosa, pequena, perene, de cheiro forte e característico, originária da Ásia.

Características botânicas: Folhagem verde-escura, lineares, longas e com caule oco. Seu sabor é parecido com alho, porém mais suave. As flores são brancas, dispostas em inflorescências e hermafroditas (incluindo ambos os sexos), sendo polinizadas por abelhas.

Cultivo: semear dentro de casa no final do inverno para transplantar na primavera. Esta erva não deve ser plantada perto de alfafa e deve-se tomar cuidado para não plantá-la perto de leguminosas, pois pode inibir o seu crescimento.

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: para fins culinários, pode ser usada da mesma maneira que são utilizados cebola e alho. As flores (conhecidas como hana-nira), bulbos e folhas são comestíveis. As folhas vão bem em pratos quentes, podendo ser usada em sopas, salteados e saladas. Colher as folhas apenas antes da floração para o melhor sabor.

Hana-nirá

Hana-nirá (pendão floral ainda fechado) = iguaria japonesa!

 

Partes usadas: folhas, bulbos e flores.

 

Veja mais ervas e temperos.

 

 

Visite a Sabor de Fazenda:

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Terça a sábado: das 8h as 17h

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Conheça as Ervas do Mediterrâneo

Conheça as Ervas do Mediterrâneo

Conheça as ervas do mediterrâneo e aprenda sobre os benefícios, as dicas de cultivo e plantio com a querida herborista Silvia Jeha nessa visita que a Nô Figueiredo fez no Sabor de Fazenda.

Conheça as Ervas do Mediterrâneo – benefícios, dicas de cultivo e plantio

As ervas do mediterrâneo são:

ALECRIM (Rosmarinus officinalis)  ajuda muitos estados de cansaço, as fadigas, gripes. Planta muito estimulante. Atenção: mulheres grávidas ou que tenham hipertensão usar com muita parcimônia, tá? Saiba mais.

LAVANDA (Lavandula dentata) – calmante suave e digestiva. Combate cólicas, indigestão, fermentações e os gases intestinais. A denominação Lavandula deriva do latim lavare, que significa lavar. Era o aditivo para o banho preferido pelos gregos e romanos na Antiguidade e hoje seu óleo essencial é muito usado para perfumar e acalmar, além de ser largamente empregado na indústria de perfumes, sabonetes e na cosmética. Saiba mais.

SÁLVIA (Salvia officinalis)  possui ação anti-inflamatória, sendo usada para gengivite (bochechos) e dores de garganta (gargarejo). Fazer inalação para congestionamento nasal. Como erva aromática, apresenta sabor ligeiramente apimentado. Na culinária, a receita mais conhecida é a de molho de manteiga com sálvia para macarrão e carnes. Na cozinha Ocidental é usada para dar sabor a carnes gordas (especialmente em marinada), queijos, e algumas bebidas. Nos Estados Unidos, Reino Unido e Flandres, é usada com cebola, em recheios de porco ou aves e também em molhos. Na cozinha francesa é utilizada para cozinhar carne branca e em sopas de vegetais. Os alemães usam-na freqüentemente em pratos de salsichas. É também de uso comum na cozinha italiana. Nos Balcãs e no Médio Oriente, é usada em assados de borrego.

SEGURELHA (Satureja montana)  boa com os feijões, favas e carnes gordas. Bem digestiva. O sabor lembra orégano com tomilho e menta. seu aroma assemelha-se ao do tomilho, porém é mais amargo e penetrante. Os ramos são cortados para secagem antes da floração, quando diminui o aroma. É utilizada na indústria de salame e linguiça. É utilizada para anginas, banho, bronquite, diarreia, espasmo, estômago e ferida. É também uma planta afrodisíaca.

MANJERONA (Origanum majorana)  apresenta propriedade digestiva, estimulante menstrual, podendo auxiliar na cura do reumatismo e de toda a forma de artrite, tanto na forma de chá quanto na forma macerada com óleo quente para colocação em locais mais doloridos. Suas folhas aromáticas, verdes ou secas, possuem uso culinário. Para secá-las, as folhas devem ser cortadas enquanto a planta começa a florescer e secadas lentamente na sombra. É usada freqüentemente em combinações das ervas tais como Herbes de Provence e Zaatar. Pode aromatizar saladas, vegetais, legumes, doces, bebidas e óleos. Semelhante aos orégãos, a manjerona é ainda mais aromática. Também é usada em massas, lasanhas e pizzas. Combine com manjericão, alecrim, tomilhos e salva. O óleo essencial pode ser usado na perfumaria, para aromatizar os sabões e produtos para o cabelo.

ORÉGANO (Origanum vulgare)  medicinalmente, é usado para melhorar a digestão, resfriados e dores de garganta (gargarejos). Sua infusão alivia as cólicas. Uma ótima opção de condimento para peixes, carnes, verduras e vinhos. Muito utilizado em pratos da comida italiana, como pizzas, molhos de tomates, massas, berinjela à parmigiana, entre outros.

CURRY (Helichrysum italicum)  recebeu este nome por seu aroma ser muito parecido com o do curry em pó (que na verdade é uma mistura de várias especiarias). Pode ser usado para aromatizar sopas e assados. É uma erva digestiva.

TOMILHO (Thymus vulgaris)  ótimo para ser usado nas preparações com carnes, com molho de tomate ou para temperar. É um bactericida poderoso!

ALFAZEMA (Lavandula officinalis) – calmante suave e digestiva. Combate as cólicas, indigestão, fermentações e os gases intestinais. Muito utilizada como planta ornamental e aromática para decorar grandes jardins. Suas flores são utilizadas na culinária, como na elaboração de doces.

Características e cultivo:

  • Folhas pequenas que não gostam de muita água
  • Gostam de solo arenoso, calcariado
  • Gostam de solo drenado, seco
  • Não gostam tanto de adubo
  • Gostam de mais de 4 horas de sol por dia. O ideal é pleno sol!
  • Se for plantar em vaso, a profundidade deve ser no mínimo de 15cm

 

Saiba mais sobre o cultivo dessas e outras ervas no site do viveiro de ervas e temperos orgânicos Sabor de Fazenda:

Sabor de Fazenda:

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Aprenda a fazer Sal de Hibisco e Conheça Tipos Raros

Aprenda a fazer Sal de Hibisco e Conheça Tipos Raros

Aprenda a fazer sal de hibisco e conheça tipos raros nessa conversa que a Nô Figueiredo teve com a Gabriela Pastro no viveiro de ervas e temperos orgânicos Sabor de Fazenda.

Sal de Hibisco e Tipos Raros

No vídeo falamos sobre 3 hibiscos:

 

HIBISCO COMUM

O hibisco que a Gabi chama de hibisco comum, é o hibisco popularmente conhecido por vinagreira, rosela, groselha, groselheira, caruru-azedo e quiabo-azedo.  Seu nome científico é Hibiscus sabdariffa L. O famoso chá de hibisco é feito com suas flores secas. Saiba mais aqui.

 

Hibisco comum (Hibiscus sabdariffa L.) - foto: Leonardo Ronqui

Hibisco comum (Hibiscus sabdariffa L.) – foto: Leonardo Ronqui

 

O hibisco comum é nativo da África e pode atingir de 80 – 1,4m e até 2,5m de altura. É um subarbusto, ereto e anual. Pouco ramificado.

Ele deve ser cultivado a pleno sol. Geralmente é cultivado para fins ornamentais, mas principalmente para produção de frutos, cujos cálices carnosos são consumidos na forma de geléias, sucos e refrescos.

As hastes, folhas jovens e até as sementes também podem ser consumidas. Geralmente cozidas antes.

 

HIBISCO DE FOLHAS ROXAS

O hibisco de folhas roxas é maravilhoso e enfeita qualquer jardim! Ele é popularmente conhecido por vinagreira-roxa, vinagreira, groselheira, rosela, quiabo-azedo e quiabo-roxo. Seu nome científico é Hibiscus acetosella.

Hibiscus acetosella - foto: Leonardo Ronqui

Hibiscus acetosella – foto: Leonardo Ronqui

 

Ele é nativo da África tropical, e pode atingir de 1,5 a 3m de altura. É um arbusto sublenhoso, bienal ou perene (depende da forma de cultivo), ramificado ou de crescimento disperso.

É uma verdura linda e gostosa. Suas folhas são de um vermelho intenso, meio bordô e até arroxeadas. As folhas jovens são tenras, suculentas e ligeiramente ácidas. Podem ser consumidas cruas, em saladas, chás e sucos, geléias e molhos. Podem também fazer um frisante e cozidas com carnes.

Cozinhe as folhas com arroz para deixá-lo avermelhado e com um sabor muito agradável, ligeiramente ácido.

Toda a planta tem potencial antioxidante.

 

HIBISCO DE FLOR ROXA

hibisco flor roxa (Hibiscus cannabinus) - foto: Leonardo Ronqui

Hibisco flor roxa (Hibiscus cannabinus) – foto: Leonardo Ronqui

 

COMO CULTIVAR

Os hibiscos podem se comportar como plantas anuais ou bianuas, ou seja, possuem um tempo de vida de 1-2 anos.

Podem ser cultivados também de forma ornamental, isolado ou em grupos, a pleno sol, bem como para a produção de cálices ou folhas para serem utilizados na culinária.

São plantas rústicas não requerendo muitos cuidados no cultivo, preocupe-se apenas em oferecer terra leve e rica em matéria orgânica.

São suscetíveis a fungos, principalmente o Hisbiscus sabdariffa e pulgões e cochonilhas, principalmente o Hibiscus cannabinus. Veja receitas de inseticidas caseiros.

Multiplicam-se por sementes ou estaquia.

 

SAL DE HIBISCO

Sal de hibisco - foto: Leonardo Ronqui

Sal de hibisco – foto: Leonardo Ronqui

 

Ingredientes:

1/2 xícara de sal marinho

1 xícara de flores de hibisco (Hibiscus sabdariffa L.) secas

 

Modo de fazer:

Bata tudo no liquidificador ou no processador e depois coloque num potinho com tampa. Dura 6 meses.

 

Obs: Se utilizar flores frescas, o sal ficará em forma de pasta e deverá ser guardado na geladeira. Ou então pode ser colocado numa forma e levado ao forno para secar.

 

Para secar as flores, utilize papel de seda.

 

Saiba mais sobre as PANC.

 

Conheça outros tipos de hibiscos.

 

 

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Loja: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo, SP

Tel: +55 (11) 2631-4915

Segunda: das 13h as 17h
Terça a sábado: das 8h as 17h

Instagram: @sabordefazenda

Facebook: SabordeFazendaErvaseTemperos

 

 

E você? Gostou de conhecer esses outros hibiscos? Já tentou cultivar algum deles? Qual foi a sua experiência? Conta para mim nos comentários abaixo.

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