TV Gazeta

Veja as inúmeras participações que fiz nos programas da TV Gazeta

Como Fazer Kokedama – TV Gazeta

Como Fazer Kokedama – TV Gazeta

Confira o passo a passo de como fazer kokedama com a paisagista Nô Figueiredo no programa Revista da Cidade da TV Gazeta:

 

Nô Figueiredo na TV Gazeta programa Revista da Cidade

Mais dicas de como fazer kokedama aqui.

 

Fotos dos bastidores aqui.

 

 

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Beijos floridos de gratidão,
Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
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Como ter um Pomar no Apê – TV Gazeta

Como ter um Pomar no Apê – TV Gazeta

Confira as dicas da paisagista Nô Figueiredo para ter um pomar em apartamento no programa Revista da Cidade da TV Gazeta com Regiane Tápias:

 

 

Plantas que estavam no estúdio:  jabuticaba, amora, pêssego, mexerica ponkan, romã, araçá, pitanga, morango, cereja

 

Veja abaixo as principais dicas de cultivo de cada uma:

Jabuticaba (Myrciaria cauliflora):

Nativa do Brasil, região sudeste

As jabuticabeiras frutificam em abundância, entre 50 e 200 quilos por planta. Contam com uma ou duas produções ao ano, entre agosto e setembro e janeiro e fevereiro. As frutas devem ser consumidas logo após a colheita, pois são difíceis de conservar e podem fermentar rapidamente.

Árvore semidecídua

3 a 6m de altura

frutos agosto a setembro e janeiro e fevereiro

gosta de muita água

 

Amora (Morus nigra):

Nativa da China e Japão – muito cultivada para a produção de folhas para alimentar o bicho-da-seda.

Árvore cadicifólia (que perde as folhas)

7 a 12m de altura

frutos na primavera

 

Pêssego (Prunus pérsica):

Nativo da China

Árvore cadicifólia (que perde as folhas)

4 a 6m de altura

frutos de outubro a março

 

Araçá ou laranjinha-do-mato (Eugenia speciosa):

Nativa restingas litorâneas e matas de altutude de Minas Gerais até Rio Grande do Sul.

Subarbusto de 1m de altura na restinga e Árvore semidecídua de 10 a 20m de altura na Mata dos Pinhais

Frutos lembram laranjinha, com polpa carnosa fina e um pouco esponjosa e sabor adocicado

Frutos consumidos in natura ou geléias

Frutos dezembro e janeiro

 

Pitanga (Eugenia uniflora):

Nativa do Brasil, região sul e sudeste e restinga da costa

Árvore semidecídua

6 a 12m de altura

Frutos de outubro a janeiro

 

Cereja (Eugenia involucrata):

Também conhecida como cerejeira-do-rio-grande ou cereja-do-mato

Nativa brasileira das floresta demidecíduas de altitude

Árvore caducifólia

8 a 14m de altura

Frutos de novembro a janeiro

 

Mexerica Ponkan (Citrus reticulata) – tangerina

Nativa do sudoeste da China e nordeste da Índia, seu cultivo data de 1.000 anos a.C.

Arvoreta perenifólica

3 a 5m de altura

Frutos no outono

 

Romã (Punica granatum)

Nativa da Pérsia (atual Irã) cultivada desde 2.000 a.C.

Arvoreta/arbusto grande semidecídua

3 a 6m de altura

Frutos no verão

 

Morango (Fragaria X ananassa) – morangueiro:

Nativo do Chile e Estados Unidos (híbrido)

Planta herbácea e perene

Frutos no inverno

 

 

Para ver fotos dos bastidores acesse: Nô Figueiredo na TV Gazeta

 

 

Agradeço à loja Depósito da Jardinagem pelo empréstimo da Plantas.

Loja Depósito da Jardinagem

tel: 11 2366-0975

Rua Baumann, 1273 – São Paulo, SP

 

 

Nô Figueiredo veste vestida da loja PontoKa

Visite a loja PontoKa – Moda Feminina:

Endereço: Av. Macuco, 697 – Moema, São Paulo, SP – tel: 5533-5045
Instagram: @lojapontoka 
Facebook: modapontoka
WhatsApp: +55 11 958 342 992

 

 

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Como fazer uma horta na sapateira – TV Gazeta

Como fazer uma horta na sapateira – TV Gazeta

Confira as dicas para montar uma horta na sapateira de plástico pela paisagista Nô Figueiredo no programa Revista da Cidade com Regiane Tápias:
 

 

DICAS GERAIS:

 

Substrato para plantio:

3 partes de substrato
1 parte de humus
1 parte de areia de construção

* SOL: As ervas e temperos precisam de pelo menos 4 horas de sol por dia

* ÁGUA: Regas diárias – solo deve estar úmido mas não encharcado

* ADUBAÇÃO: Adubação mensal com humus de minhoca, bokashi ou torta de neem.

 

Indicações gerais de uso das ervas:

Alecrim – Erva da felicidade, ativa a memória, ativa o corpo de uma forma geral

Cebolinha – Aumenta a temperatura do corpo

Manjericão – Digestiva, relaxante, suaviza os processos, acalma

Morango – Refrescante, adstringente, diurético

Salsinha – Diurética, sedativa, antiparasitária, emoliente, ajuda a digestão difícil, cistite, pedras nos rins

Sálvia – Problemas orais, problemas na mucosa da boca, afta, dor de gargante, inalação

 

 

Saiba mais sobre ervas e horta.

 

Para ver fotos dos bastidores da TV acesse: Bastidores da Gravação 

 

Agradeço à Sabor de Fazenda pelo empréstimo das ervas.

 

 

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Como Cultivar Flores na Primavera – TV Gazeta

Como Cultivar Flores na Primavera – TV Gazeta

Confira as dicas de flores para a primavera pela paisagista Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde no programa Revista da Cidade com Marise Idalino:

 

 

 

Para saber mais sobre as plantas apresentadas acesse: Flores na Primavera

 

Para ver fotos dos bastidores da TV acesse: Bastidores da Gravação 

 

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Como Cultivar Flores na Primavera

Como Cultivar Flores na Primavera

Agora que estamos no final do inverno e as plantas começam a sair do repouso vegetal, é importante adubarmos as plantas para que elas possam ter o nutrientes que precisam para produzirem flores e frutos. Os principais nutrientes que a planta precisa são:

 

O Nitrogênio (N) – importante para o crescimento e desenvolvimento das raízes, caules e folhas. No começo de sua vida, a planta absorve uma grande quantidade de nitrogênio e o deixa armazenado em seus tecidos de crescimento.

Quando ele está em maior quantidade na fórmula ele é recomendado para estimular a brotação e o enfolhamento. Ótimos para folhagens em geral e para gramados.

Sua falta na fase inicial retarda o crescimento e consequentemente a produção. Geralmente a sua falta deixa a folha com a cor verde pálida ou verde amarelada e o excesso produz abundante folhagem de coloração verde-escura.

 

Fósforo (P) – importante na formação da clorofila e para aumentar o desenvolvimento radicular proporcionando à planta maior capacidade de absorver os elementos férteis do solo.

O fósforo também age diretamente na qualidade dos frutos e maturação das sementes.

Se você quer estimular o surgimento de raízes (após um transplante por exemplo), o aumento das floradas, das frutificação e produção de sementes, você deve reforçar adubos onde o fósforo está em maior quantidade.

Em regiões onde ocorrem geadas ele é importante para aumentar a resistência das plantas ao frio e ajuda a apressar a maturação dos frutos.

A deficiência desse elemento pode ser percebida pela coloração arroxeada das folhas.

 

Potássio (K) – contribui na formação de tubérculos, rizomas, fortalece os tecidos vegetais e ainda aumenta a resistência contra a seca. Sem ele a planta não se desenvolve e fica atrofiada e mais sujeita ao ataque de pragas e doenças.

 

Húmus de minhoca – melhora a porosidade do solo, aumenta os teores de nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio e manganês, melhora o ph e aumenta o número de microorganismos no solo. É tudo de bom!!!

 

farinha de ossos é proveniente da moagem de ossos. Contém fósforo e cálcio.

 

torta de algodão – rica em nitrogênio e matéria orgânica.

 

Aqui tem uma ótima receita de adubação orgânica para estimular flores e frutos:

Adubação orgânica para planta que floresce e frutifica:

3 colheres de farinha de osso
1 colher de torta de algodão ou mamona
8 colheres de humus de minhoca

Veja como fazer aqui.

Eu recomendo a adubação a cada 2 ou 3 meses. Mais do que isso pode ser prejudicial à planta.

 

Sintomas de excesso de adubação:

  • Crescimento exagerado das hastes, que ficam espichadas demais.
  • Na superfície do vaso pode se formar um limo esverdeado ou uma cobertura branca, e quando as folhas tocam esse local murcham, apodrecem e caem.
  • Também é possível que as pontas das folhas fiquem amarronzadas.
  • Assim que você notar o aparecimento desses sintomas, suspenda a adubação.

Atenção: o excesso de adubação inorgânica pode matar a planta.

 

 

Substrato para plantas de flor:

1 1/2 medida de humus de minhoca
1 1/2 medida de terra
3 medidas de fibra de coco ou casca de pinus triturada
2 medidas de areia
2 medidas de vermiculita

Veja como fazer aqui.

Confira agora as dicas de cultivo das Plantas que estavam no estúdio:

Afelandra – Aphelandra squarrosa

(afelandra-zebra ou espiga dourada)

  • Nativa do brasil
  • Atinge de 50 a 90cm de altura
  • Inflorescências duráveis de cor amarela, formadas na primavera e verão
  • Pode ser cultivada em vasos ou formando maciços no solo.
  • Gosta de meia sombra
  • Solo permeável e com matéria orgânica
  • Em regiões tropicais, a afelandra pode ser cultivada diretamente no jardim, formando belos maciços e renques junto a muros, em canteiros bem adubados.
  • Em lugares de clima frio, ela apreciará o cultivo em vasos e jardineiras, em locais protegidos dentro das residências ou em casas de vegetação.
  • Multiplicação: estacas obtidas ao rebaixar a planta quando muito espigada. Ideal fazer no final do inverno. Colocar a estaca para enraizar em local protegido com umidade elevada.

 

Lírio da paz – Spathiphyllum wallisii

  • Nativa da venezuela e colômbia
  • Atinge de 30 a 40cm de altura
  • Inflorescências duráveis de cor branca, formadas na primavera e verão
  • Pode ser cultivada em vasos ou formando maciços no solo.
  • Gosta de meia sombra
  • Não tolera o frio.
  • Substrato rico em matéria orgânica, com boa drenagem.
  • Multiplica-se por divisão das touceiras.
  • Pode ser plantada em vasos decorando interiores ou em maciços e bordaduras protegidas por muros, árvores ou outras coberturas.
  • Planta purificadora de ar

 

Primavera – Bougainvillea spectabilis

(buganvile, buganvília, ceboleiro, santa-rita, três-marias)

  •  Nativa do brasil
  • Cultivada a pleno sol
  • Trepadeira lenhosa, espinhenta e pesada
  • As flores são pequenas e as brácteas coloridas
  • Pode ser conduzida com arbusto, arvoreta, cerca-viva e como trepadeira, enfeitando com majestade pérgolas e caramanchões de estrutura forte.
  • Gosta de solo fértil
  • Suporta frio e geadas
  • Requer podas de formação e de manutenção anuais, para estimular o florescimento e renovar parte da folhagem.
  • Multiplica-se por sementes, alporquia e estaquia.

 

Lágrima-de-cristo – Clerodendrum thomsonae

(clerodendro-trepador)

  • Nativa da áfrica ocidental
  • Cultivada a pleno sol
  • Trepadeira semi-lenhosa de crescimento lento, porém de efeito espetacular.
  • Flores com cálice branco inflado e corola expandida vermelha.
  • Deve ser conduzida sobre suporte, boa para caramanchões e pergolados por produzir bela sombra no verão e permitir a passagem de luz no inverno.
  • Floresce na primavera e no verão
  • Atrai mamangavas.
  • Gosta de solo fértil
  • Sensível às geadas.
  • Não gosta de poda
  • Multiplica-se por alporquia e estaquia após o florescimento.

 

Gérbera – Gerbera hybrida

(margarida da áfrica)

  • Nativa da áfrica
  • Inflorescências formadas na primavera e verão
  • Planta purificadora de ar
  • Cultivada a pleno sol
  • Cultivada em grupos como bordadura ou conjuntos isolados
  • Aprecia climas frios
  • Gosta solo composto de terra de jardim e terra vegetal, bem adubado
  • Com regas regulares.
  • Multiplicam-se por sementes ou por divisão da planta.

 

Hortênsia – Hidrangea macrophilla

  • Adoram o sol
  • No inverno, aproveite para fazer uma poda, deixando-as com 30 a 40cm do solo para que rebrotem com força total na primavera. É um bom momento para fazer novas mudas com as ponteiras podadas
  • Florescem na primavera/verão
  • As flores adoram ser pulverizadas com água
  • Truque da cor: a cor da hortênsia varia de acordo com o teor de ph do solo.
  • Flor azul: solo ácido, ph abaixo de 6,5. Para intensificar o azul, coloque palha de aço de molho num pote com água da noite para o dia e então regue suas hortênsias com essa água “enferrujada”.  Vá alternando as regas com água normal.
  • Flor branca: solo neutro.
  • Flor rosa: solo alcalino, ph acima de 7,5. Para deixar suas flores rosadas, acrescente no solo calcário dolomítico, 300gr por m2.

 

Jasmim-dos-poetas – Jasminum polyanthum

(jasmim-de-inverno, jasmim-rosa)

  • Nativa da ásia e china
  • Cultivada a pleno sol
  • Trepadeira semi-lenhosa de crescimento rápido, com perfume delicioso e suave
  • As flores são rosadas por fora e brancas internamente, com 5 pétalas patentes e exalam um perfume adocicado.
  • Floração pode ocorrer no outono, inverno ou primavera de acordo com o clima. Aqui em sp é na primavera.
  • Solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica
  • Irrigado a intervalos regulares.
  • Aprecia o clima ameno, florescendo mais abundantemente.
  • Necessita podas de limpeza e tutoramento anuais, que a deixarão sempre viçosa e florífera
  • Multiplica-se por estaquia dos ramos semi-lenhosos, cortados após a floração. Também pode ser propagada por sementes, mergulhia e alporquia.

 

 

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Beijos floridos de gratidão,
Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
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Como Fazer Mini jardins de suculentas e terrários – TV Gazeta

Como Fazer Mini jardins de suculentas e terrários – TV Gazeta

As suculentas são plantas fascinantes. Com suas formas, texturas e cores variadas são verdadeiras esculturas vivas e formam lindos arranjos, muito decorativos. É um prazer para os olhos olhar a beleza através de suas formas geométricas, únicas na natureza.

Suculentas – fotos: Nô Figueiredo

Elas são plantas fáceis de cuidar, que não precisam de água com muita frequência, só de luz solar. Ter um mini jardim de suculentas é uma maneira muito legal de ser contato com a natureza, mesmo que você more em um apartamento e não tenha varanda. Esse contato com a natureza é importante, principalmente nas grandes cidades como São Paulo, onde estamos cercados por cimento e concreto por todo lado, pois o verde acalma os sentidos. Faz com que nos lembremos de que também fazemos parte da natureza. As plantas ainda ajudam a melhorar a qualidade do ar, produzindo oxigênio.

As suculentas são plantas de crescimento lento, então um mini jardim de suculentas pode durar 2 a 3 anos no mesmo pote. Depois desse tempo é necessário renovar o substrato, transplantar as plantas que cresceram demais para outros recipientes e substituir as plantas por outras menores, caso você queira continuar usando o mesmo recipiente. Para fazer esses mini jardins de suculentas é importante usar recipientes abertos, pois as suculentas são plantas que não gostam de muita umidade no ar. Muitas vezes esses mini jardins de suculentas são chamados de terrários, mas um terrário de verdade é uma forma de cultivar plantas em um ambiente fechado onde é possível simular seu ambiente natural, oferecendo às plantas condições favoráveis para que se desenvolvam. No terrário podemos observar o desenvolvimento dos vegetais e sua manutenção em um sistema auto-suficiente. É como uma miniatura do planeta Terra, uma composição entre seres vivos e não vivos, onde podemos observar, de forma simplificada, o equilíbrio da natureza através dos ciclos da água e do ar.

 

Assista ao vídeo com a minha participação no programa Revista da Cidade da TV Gazeta onde ensino a montar um mini jardim de suculentas:

 

 

E como esses terrários funcionam?

As plantas são os únicos seres vivos que produzem seu próprio alimento utilizando a luz, a água, os sais minerais encontrados no solo e o gás carbônico presente no ar. Esse processo chama-se fotossíntese e através dele a planta produz a glicose, que sua fonte de energia, e libera oxigênio na atmosfera. Na respiração ocorre o inverso. Utilizando a energia que é metabolizada as plantas captam o oxigênio liberado na fotossíntese  e liberam o gás carbônico para a atmosfera. Assim as plantas são capazes de sobreviver num recipiente fechado.

 

Se é fechado, e a água? Como funciona?

Quando há um aumento de temperatura, a água utilizada na rega do terrário evapora e junta-se à água resultante da transpiração das plantas, formando o vapor d’água. Esse vapor condensa-se nas paredes e na tampa do terrário e como uma chuva volta para o solo irrigando as plantas. As crianças adoram observar esse ciclo da água!

 

Quer montar um terrário?

Você vai precisar de:

1 recipiente de vidro, plástico, acrílico ou qualquer outro recipiente transparente (de preferência de boca larga)

1 tampa ou plástico filme

pedriscos ou pedrinhas

areia e carvão vegetal

musgo seco

Plantas de pequeno porte

água 

Substrato básico: 1/3 de areia, 1/3 de terra de jardim e 1/3 de composto orgânico

 

Que plantas colocar num terrário?

As melhores plantas para terrário são fitônias, piléias, samambaias, heras, avencas, peperômias, singônio, filodendros, lírio-da-paz, tradescantia, marantas, etc.

Na hora de escolher as plantas, busque informações sobre as condições ambientais específicas de cada espécie escolhida para o terrário.

É importante lembrar que o terrário é uma simulação de um ambiente natural, então leve em consideração o tipo de solo, a necessidade de luz e os fatores de umidade que cada espécie de planta encontra em seu habitat natural.

Busque colocar plantas que gostem de ambientes parecidos.

O porte da espécie também é um fato que deve ser considerado, pois deverá ser compatível com o recipiente onde o terrário será montado.

  

Passo a passo:

  • Lave o recipiente com água e sabão. Enxugue e passe um pano com álcool. É importante que ele esteja bem limpo para evitar a proliferação de fungos e bactérias.


  • Montagem das camadas: Coloque no fundo do recipiente uma camada de pedrisco, depois uma camada de areia com um pouco de carvão vegetal triturado e por cima o substrato.

 

  • Essas camadas representam, de forma simplificada, as condições favoráveis que as plantas precisam para se desenvolver com saúde.

 

  • Os pedriscos e a areia farão a drenagem da água, o carvão irá absorver os gases gerados evitando o mau cheiro e o substrato servirá de base fixadora e fornecerá os nutrientes necessários para as plantas.

 

  • Como o dedo ou com uma vareta de bambú faça pequenos buracos para plantar cada uma das mudinhas.

 

  • Se seu recipiente permitir e você desejar, faça pequenos morrotes, coloque pedrinhas e bichinhos ou outros objetos pequenos para decorar seu terrário.

 

  • Com a ajuda de um borrifador regue bem o substrato e aproveite para limpar as paredes internas do seu recipiente. Mas tome cuidado para não encharcar o substrato.

 

  • Agora é só cobrir com o filme plástico ou tampa. Ele deve ficar totalmente fechado.

 

 

Onde colocar devo colocar o terrário?

Escolha um local que receba luz, mas não o exponha à luz direta do sol, pois o ambiente pode aquecer demais e prejudicar as plantas.

 

Precisa regar?

Uma vez que você regou e tampou o recipiente, o ciclo da água deverá ocorrer naturalmente lá dentro.

Caso perceba que seu terrário está encharcado, abra a tampa por algumas horas para que um pouco da água evapore. Depois volte a fechá-lo.

Se por outro lado você observar que seu terrário está seco demais, você pode abrir, regar um pouco e tornar a fechá-lo.

Uma outra idéia é colocar um copinho dentro do terrário, de forma que ele fique enterrado e sua borda fique no nível do substrato. Ele funcionará como um laguinho.

 

E se aparecerem pragas e doenças? O que eu faço?

Não se deve aplicar nenhum remédio fitossanitário dentro do terrário pois o ambiente entrará em desequilíbrio, pois será introduzindo um elemento estranho, que não pertence ao ambiente natural.

No caso de plantas doentes ou infestadas por parasitas, se for possível, retire manualmente as folhas afetadas ou limpe-as cuidadosamente com um pano macio e úmido. Se os parasitas ou doenças insistirem em permanecer, retire as plantas afetadas e trate-as fora do terrário.

Caso seja necessário a aplicação de algum remédio, tipo óleo de neem, aguarde 3 a 4 semanas para recolocá-las no terrário. Se os parasitas ou doenças insistirem em aparecer, substitua a planta, de preferência por uma de outra espécie, pois essa espécie provavelmente não se adaptou ao terrário.

 

É necessário adubar? Podar?

Como as plantas estão confinadas num espaço restrito, não é necessário adubar com frequência.

Caso as folhas cresçam demais, pode-as utilizando ferramentas pequenas.

 

Como é a manutenção de um terrário?

De tempos em tempos abra seu terrário e descompacte o substrato e retire as folhas mortas. Isso influencia no aparecimento de fungos, causando o desequilíbrio do sistema.

 

Mini jardins de suculentas

 

Veja mais sobre CACTOS E SUCULENTAS.

 

Veja FOTOS DOS BASTIDORES DA GRAVAÇÃO DO PROGRAMA

 

 

Gostou? Então mão à obra! Digo mãos à terra!

 

Referência:

Oficina: Terrário: Um Pedacinho de Natureza ministrado pela bióloga Lourdes e pela Juliana Ferrari da Escola Municipal de Jardinagem de São Paulo

 


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