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Delícias da maternidade: o amor divino

Delícias da maternidade: o amor divino

Outro dia uma amiga escreveu no Facebook que adora beijar e abraçar seu bebê… Tem coisa melhor que isso? Eu fortemente recomendo a todas as mães que abracem, beijem e reforcem diariamente a seus filhos o amor que sentem por eles!

Filhos que sabem que são amados são mais felizes!

Todas as noites, na hora de dormir, quando vou colocar meus filhos na cama, dou vários beijos, digo o quanto eu os amo, como adoro ser mamãe deles e de tê-los como filhos. Que eu me sinto muito honrada por ter sido escolhida por eles para ser a mamãe deles nesta encarnação! Sim, por que eu acredito em reencarnação… E acredito que escolhemos nossos pais, para que possamos vivenciar e aprender as lições que precisamos para evoluir…

Mais tarde, quando eu vou dormir e eles já estão dormindo, eu vou novamente à cama de cada um, dou mais beijos e falo no ouvido, bem baixinho, que eu os amo muito e desejo novamente uma boa noite de sono. Falo a cada um como ele é especial, inteligente, alegre, amoroso, carinhoso, bom filho, bom irmão, bom amigo, estudioso, bom esportista… E como é maravilhoso ser mãe dele. Faço isso como um ritual. Desde que cada um nasceu.

Quem conhece meus filhos, sabe o quanto eles são fofos e seguros. Por que sabem que nós os amamos. Não há dúvida com relação a isso.

Acho falta amor no mundo. E que as pessoas precisam saber que são amadas, sempre. Principalmente nossos filhos. Se queremos que o mundo seja melhor, mais justo e mais amoroso, devemos começar a ser mais justos e amorosos com as pessoas que estão mais perto de nós e que aprendem tudo o que fazemos, só de nos observar. O tempo todo eles estão absorvendo as nossas atitudes com relação a eles e ao mundo. É uma responsabilidade enorme criar um filho! Mas dá uma satisfação igualmente enorme vê-los felizes, saudáveis e adaptados ao mundo em que vivemos…

Então, não perca tempo! Nunca é tarde para dizer ao seu filho o quanto ele é amado! E mesmo que ele diga que se cansa de ouvir, não acredite. Não se canse de repetir! Eu falo TODOS OS DIAS, várias vezes ao dia. Quando eles acordam, na hora do almoço quando estou levando-os para a escola, antes de dormir, depois que dormiram…

Essas fotos são dos meus filhos quando eram bebês… Dizem que quando o bebê dorme de braços abertos é sinal de que ele é feliz…

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Beijos floridos de gratidão com muito amor,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

Glass Beach: A praia feita de vidro

Glass Beach: A praia feita de vidro

Adoro quando a natureza dá uma lição no homem! Jogaram lixo e era transformou em jóia!

Vidro é areia, na praia mais exótica da Califórnia

Glass Beach é uma praia exclusiva, não porque a natureza a fez assim, mas porque a ação do tempo e das ondas constantemente batendo na praia acabaram corrigido um dos maiores erros do homem.

No início do século 20, os moradores de Fort Bragg depositavam o lixo doméstico sobre as falésias acima do que é agora “a praia do vidro”. É difícil imaginar isso hoje acontecendo, mas naquela época as pessoas costumavam despejar todos os tipos de lixo diretamente no oceano, incluindo carros antigos, e claro, seu lixo doméstico, o que naturalmente incluía gigantescos lotes de vidro. (naquela época ainda não havia tanto plástico…)

No início em 1949, a área ao redor da Glass Beach tornou-se um “dump” (depósito de lixo público), e moradores da região se referem a ele como “The Dumps” pois todas as pessoas da área depositavam ali o seu lixo. Às vezes, foram acesas fogueiras para reduzir o tamanho da pilha de lixo, no entanto, em 1967, os líderes da cidade consideraram fechada a área, limitando o acesso.

Ao longo das décadas seguintes, com as ondas batendo diuturnamente, o mar limpou a praia , com o tempo houve o desgaste do vidro descartado, transformando em pequenas, arredondadas e lisas miçangas, ou contas de vidro, como que bijuterias multicoloridas que cobrem toda a extensão da praia hoje.

Localização:
Glass Beach (Praia de vidro), no final da West Elm Street em Road Old Haul;
Entre no parque que fica no final da Elm Steet e caminhe até a praia de Fort Bragg,
California 95437

Fontes: O Lápis VerdeWikipedia , Fortbragg.com

 

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Beijos floridos de gratidão,

Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

O aniversariante do dia

O aniversariante do dia

Quando casei, meu marido e eu conversamos muito sobre os rituais e costumes de cada família. Decidimos então que na nossa família, a que estávamos montando juntos, íamos manter os rituais que achávamos legais de cada lado e criar nosso próprios rituais.
Um dos rituais que foi mantido e que eu acho muito legal é o de acordar o aniversariante com bolo. Todos os habitantes da casa se reúnem e entram no quarto carregando o bolo e cantando parabéns para o felizardo do dia. É uma delícia ser acordado assim!
Meu filho mais velho fez aniversário em maio e pediu bolo de maçã (uma receita que peguei de um blog que sigo de uma amiga antiga, a Lu Betenson)…

 

 

E meu caçula, que faz aniversário hoje, pediu bolo de cenoura para ser acordado e bolo formigueiro para levar para a escola. O de cenoura eu fiz ontem à noite, mas coloquei numa forma muito grande e ele ficou muito magrinho. Ficou gostoso, mas o visual não ficou legal.
Eu ia encomendar um bolo, mas esqueci e quando liguei, a moça não podia fazer. Resolvi então fazer eu mesma. Acordei cedo e fui xeretar na internet a procura de uma receita de bolo formigueiro, já que eu não tinha uma. Achei uma receita que era muito parecida com um bolo que eu adoro e que a minha avó fazia, o Bolo Vovozinha… Então resolvi seguir a receita da minha avó e acrescentar o chocolate granulado para transformá-lo em formigueiro. As receitas que li na internet falavam em colocar coco ralado, mas eu não gosto de coco ralado, então não coloquei.

 

Bolo Vovozinha adaptado a Bolo Formigueiro

 

4 ovos
100gr de manteiga
2 xícaras de chá de farinha de trigo
2 xícaras de chá de açúcar
1 xícara de chá de leite
1 colher de sopa de fermento
1 saquinho de chocolate granulado (para o bolo virar formigueiro)

 

Modo de fazer:
  • Ligue o forno em temperatura baixa 180ºC
  • Unte com manteiga e farinha uma assadeira
  • Separe as gemas das claras e bata na batedeira as claras em neve. Para saber se estão em neve, quando a mistura estiver meio dura, vire a bacia de ponta cabeça. Se não cair, é por que está em neve.
  • Pique a manteiga e bata em outro recipiente até ficar branca. Acrescente o açúcar, as gemas, a farinha e as claras. Bata bem. Adicione o leite e o fermento e bata até a massa ficar homogênea.
  • Desligue a batedeira e então coloque meio saquinho de chocolate granulado e misture bem com uma colher de pau
  • Coloque no forno, que deve continuar em temperatura baixa, por uns 30 a 40 minutos. Para saber se o bolo está bom, coloque um palito de dentes na massa, se ele sair liso está pronto.

Cobertura de chocolate

1/2 xícara de chá de leite
1 1/2 xícaras de chá de açúcar
4 colheres de sopa de nescau ou chocolate em pó
2 colheres de sopa de manteiga
Coloque todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo até engrossar. Despejar sobre o bolo até cobrir tudo. O ideal é despejar enquanto a calda ainda está quente. Use uma faca para ajudar a espalhar a cobertura sobre o bolo.
Depois que eu coloquei a cobertura, joguei por cima o resto do granulado. Mas achei que o bolo estava sem graça… que precisava de algo a mais. Foi aí que tive a idéia de colocar bis para fazer a decoração. Olha que lindo que ficou!

 

Bolo formigueiro

 

Mas sensacional mesmo foi a minha entrada na escola carregando o bolo. Não teve uma criança que não ficou com água na boca! Estou louca para ir buscar meu filhote na escola e saber se o bolo ficou bom… Acho que amanhã farei outro, por que eu fiquei morrendo de vontade de prová-lo!

 

p.s.: a receita do bolo vovozinha sem o granulado é deliciosa. Acho que é o meu bolo preferido. Um bolo branco, fofinho com casquinha… Ideal para quem gosta de bolo sem cobertura, para acompanhar um café,  um chá, ou mesmo para o café da manhã ou lanche da tarde… Sucesso garantido!

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
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Butchart Gardens – Canadá

Butchart Gardens – Canadá

Queria compartilhar com vocês uma história linda de amor à Terra.

 

No começo do século passado um ex-comerciante americano resolveu mudar-se para o Canadá para produzir cimento. Ele mudou-se para a Ilha de Vancouver, na costa Oeste do Canadá, onde haviam muitos depósitos de calcário, matéria-prima vital para a fabricação do cimento. Depois de um tempo e muito calcário extraído, sobrou apenas um grande buraco no local. Sua esposa, Jennie, concebeu então um plano genial para a renovação desse buraco negro. Ela requisitou terra dos arredores e ao pouco essa pedreira abandonada floresceu num jardim espetacular!

 

Ela criou, no estilo das grandes propriedades da época, vários jardins distintos para evocar uma série de experiências estéticas que se modificam de acordo com a estação do ano.

 

A fama dos jardins da Sra. Jennie Butchart se espalhou rapidamente. Por volta de 1920 mais de cinqüenta mil pessoas foram conhecer a sua criação. Com o tempo seus jardins foram transformados em parque, abertos à visitação pública durante o ano todo. O Butchart Gardens é um parque lindo, uma Disney das flores!!! Um deleite aos sentidos! Dá uma conferida nesse tour virtual, dá para ver como o jardim se transforma conforme mudam as estações do ano…

 

Viagem virtualmente pelos jardins de BURTCHAT GARDENS

 

E pensar que ela fez isso numa época em que não se falava em cuidar dos recursos naturais, em recuperação de solos degradados, nada disso. Ela deve ter sido inspirada pelos anjos!

 

Quando morei no Canadá, fui lá conferir:

 

Meu marido e eu, na época ainda namorados…
Posando na frente das flores!
Uma vista do parque

 

Se algum dia você for ao Canadá, não deixe de ir lá conferir. Vale a viagem!!!

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

Como fazer Molho de tomate caseiro

Como fazer Molho de tomate caseiro

Será que existe alguém que não gosta de molho de tomate?

Bom, eu adoro! Principalmente aquele feito em casa… Aqui em casa fazemos várias receitas diferentes usando molho de tomate e não dá para ficar comprando aqueles molhos de tomate importados sempre. Então de tempos em tempos, eu compro 10kg de tomates maduros na feira e fazemos um monte de molho de tomate.

 

Daí meu super maridão, que adora cozinhar, lava, corta e coloca tudo num panelão com cebola, alho, cheiro verde e manjericão e deixa cozinhando até os tomates se desmancharem.

Daí ele passa numa peneira de metal que amassa tudo

E então pegamos o molho pronto e

Colocamos em forminhas de gelo para congelar

 

Depois de uns dias, tiramos das forminhas e ensacamos em sacos plásticos. Sempre que ele vai fazer alguma receita com molho de tomate, ele abre o freezer e tira alguns cubinhos. Como os cubinhos são pequenos, eles  derretem rápido e sempre temos molho caseiro delicioso em casa!

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
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São Paulo fluvial

São Paulo fluvial

Na revista Trip de outubro saiu uma matéria com Alexandre Delijaicov sobre a São Paulo do futuro inspirada no passado. Uma metrópole fluvial!

 

SÃO PAULO E O RIO

Alexandre Delijaicov propõe um futuro inspirado no passado. Seria uma metrópole fluvial
14.10.2010 | Texto por Bruno Weis Ilustração Fujocka sobre fotos de Gabriel Rinaldi

 

Uma São Paulo com um anel hidroviário de 600 km de extensão, conectando os rios Tietê, Pinheiros e Tamanduateí e as represas Billings, Guarapiranga e Taiaçupeba. Uma metrópole com uma bacia fluvial repleta de barcos transportando cargas diversas até ecoportos com usinas de reciclagem de lixo. Uma cidade habitada por pessoas que utilizam os rios como meio de transporte ou fonte de lazer, com piscinas flutuantes, caiaques e até pedalinhos na paisagem. Delírio? Não para Alexandre Delijaicov, arquiteto e urbanista da Universidade de São Paulo. Para ele, falar de uma São Paulo fluvial é falar do futuro da maior cidade da América Latina.

Delijaicov é um dos responsáveis pelos projetos dos Centros Educacionais Unificados (CEUs), os prédios construídos em bairros da periferia de São Paulo que concentram creches, escolas, equipamentos esportivos e culturais. Além disso, um de seus trabalhos pela USP resultou em um projeto de implantação de ciclovias urbanas. Mas a pesquisa sobre a utilização dos rios e lagos de São Paulo, iniciada há mais de dez anos, é sua mais consistente e ao mesmo tempo sonhadora resposta ao caos urbano.

“O projeto não é uma fantasia. Ele é não apenas factível, como economicamente viável. Só o transporte público de lixo pelos rios já justificaria a execução. Mas essa é uma questão de política de Estado, não de governo. Porque o projeto pode levar 20 anos, atravessar até cinco gestões, com grandes obras de infraestrutura e gastos de mais de R$ 1 bilhão”, explica Delijaicov.

“O projeto não é uma fantasia. É economicamente viável. Mas depende uma política de estado”

“O Brasil concentra 12% da água doce do mundo, mas constrói suas cidades de costas para os rios. Para inverter isso, as marginais de São Paulo, por exemplo, teriam que acabar. Hoje parece difícil, mas não sabemos no futuro. Se não houvesse restrição de dinheiro nem de opinião pública, daria para fazer.” Mas o arquiteto afirma que um primeiro passo já foi dado: o Departamento Hidroviário da Secretaria Estadual de Transportes contratou um estudo de viabilidade do anel hidroviário.

O projeto está detalhado em desenhos, mapas, fotos antigas e croquis de diferentes ângulos e escalas. Propõe a criação de uma rede de navegação nos rios e represas da cidade, com portos, canais e barragens para ordenar o fluxo de balsas e barcos que transportariam passageiros e cargas de baixo valor agregado, como lixo, entulho, terra e lodo. Além do anel hidroviário de 600 km de extensão, que demandaria a construção de dois grandes canais de ligação entre represas, o projeto também prevê a abertura de um porto no centro velho de São Paulo.

De volta ao passado

São Paulo já teve 4.000 km de rios e córregos. Hoje menos de 400 km permanecem a céu aberto. Há menos de cem anos, riachos, corredeiras e córregos existiam no lugar de algumas das principais ruas e avenidas da cidade. A Nove de Julho era o Saracura, a 23 de Maio, o Itororó. Vladimir Bartalini, professor de arquitetura da USP e colega de Delijaicov, vem mapeando esses córregos ocultos de São Paulo para oferecer à população a informação de que onde ela anda, ou roda, corre um riacho. “Assim poderemos reverter a associação dos rios com aspectos negativos, como esgotos, lixo, inundações, e abrir frentes para o tratamento criterioso dos espaços livres”, explica Bartalini.

As ideias de Delijaicov para o futuro de São Paulo dialogam o tempo todo com esse passado da metrópole, quando vários urbanistas, arquitetos, engenheiros e paisagistas planejaram o crescimento da cidade a partir de sua geografia marcada por vales e levando em conta a malha fluvial. “Meu projeto é a condensação de propostas feitas no século 19 e início do século 20 que pensavam as águas da cidade com usos múltiplos.”

Delijaicov lembra que no passado engenheiros importantes como Saturnino de Brito projetaram a retificação do Tietê sem a construção das vias marginais. Os planos incluíam um parque com 25 km de extensão por 1 km de largura ao longo do Tietê e outros menores ao longo de córregos como os da Moóca, do Tatuapé e do Ipiranga – todos já sumidos da paisagem urbana.

Segundo o urbanista, a cidade começou a dar as costas para suas águas com o plano de avenidas criado por Prestes Maia nos anos 30, que emparedou rios de fundo de vale e pavimentou o caminho para o triunfo do automóvel. “Fomos abduzidos por um rodoviarismo inconsequente”, diz Delijaicov, que enxerga os carros como uma célula cancerígena que se multiplicam sem limites.

Com a canalização e a cobertura de rios e córregos, aumentaram os problemas de enchentes e diminuíram as chances de São Paulo se tornar uma metrópole fluvial, como tantas cidades europeias. Mas, se depender de Delijaicov, a capital paulista poderá ter, em um futuro próximo, bateau mouches como os do Sena em Paris, vaporettos como em Veneza e piscinas flutuantes como as do rio Spree em Berlim.

O urbanista e o mestre da imagem

Inspirada pelo projeto do anel hidroviário defendido pelo urbanista Alexandre Delijaicov e também pelo mapeamento dos córregos ocultos de São Paulo feito pelo professor de arquitetura Vladimir Bartalini,Trip tentou traduzir visualmente o conceito de São Paulo como uma metrópole fluvial, em um futuro não muito distante.
Convidou o fotógrafo Gabriel Rinaldi para registrar os locais e depois convocou Fujocka, mestre do tratamento de imagens, para reinventá-los com uma nova relação com suas águas. O resultado mistura cenas que poderão se tornar realidade dentro de alguns anos, como a do Tietê navegado por um barco de passageiros, e outras improváveis, como o do córrego Saracura tomando novamente o lugar da av. Nove de Julho.

E aí, dá pra fazer?

“São Paulo tem uma série de córregos e rios tamponados. Por isso esse projeto é importante. E viável, pois temos tecnologias e recursos. Só precisamos dirigir uma política com essa finalidade. Imagine se pudéssemos sair de Pinheiros e chegar na Penha de barco. Seria outra cidade. Não desenvolvemos uma cultura de convivência com os cursos d’água e precisamos reverter isso.”
Newton Massafumi
, diretor do Núcleo de Pesquisa da Escola da Cidade

“É um projeto muito engenhoso. É difícil reabrir todos os canais e córregos que foram fechados, os rios têm configurações muito diferentes. No entanto, apesar de existirem empecilhos, precisamos valorizar essas ideias. Nós desperdiçamos os cursos d’água.”
Jorge Wilheim
, arquiteto e urbanista

“Esse é um projeto interessantíssimo, tanto do ponto de vista paisagístico como do transporte. No entanto, essa prospecção, de usar os rios como estrutura viária, está cada vez mais longe de acontecer, por conta das políticas autoritárias dos governantes.”
José Magalhãe
s, professor de Projetos Urbanos da Universidade Mackenzie

Site referência: revista Trip outubro de 2010.

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
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