Etc…

Aqui você vai encontrar tudo o que faz parte da minha visão de mundo e que ajuda a me conectar com a natureza

Santa Hildegarda de Bingen – Hildegard von Bingen

Santa Hildegarda de Bingen – Hildegard von Bingen

Estou apaixonada pela Santa Hildegarda! Uma monja beneditina alemã, que viveu de 1098 a 1179. Ela foi mística, teóloga, compositora, pregadora, naturalista, médica, poetisa, dramaturga, escritora e ainda abadessa do Mosteiro de Rupertsberg em Bingen am Rhein na Alemanha. Em 7 de outubro de 2012 foi nomeada Doutora pela Igreja Católica (apenas 4 mulheres possuem esse reconhecimento)!

Ilustração de Santa Hildegarda – Hildegard Von Bingen

MÚSICA

A primeira vez que entrei em contato a Santa Hildegarda foi através da música. Eu morava no Canadá e uma amiga me presenteou com uma fita K7 (faz tempo…) com canto gregoriano cantado por mulheres!

Capa do CD Canticles of Ectasy gravado pelo grupo Sequentia

Para ouvir uma das músicas acesse: Canticles of Ecstasy – HIldegard von Bingen

Eu adorava aquela fita, a música era super bonita e profunda e eu conseguia entrar em um estado de relaxamento profundo muito bom. A fita acabou perdendo-se no tempo. Um dia recebi um link para um vídeo de mandalas e descobri que a música era a que eu andava procurando há tempos!

 

Fiquei “viajando” pelo youtube ouvindo tudo que havia dela, fiz o download do CD inteiro pela Amazon: http://www.amazon.com/Hildegard-von-Bingen-Canticles-Ecstasy/dp/B000001TYF, e continuei procurando pela internet mais informações sobre ela.

 

BIOGRAFIA

Descobri que ela nasceu no verão de 1098, no castelo de Böckekheim, na bela região do rio Reno. Seus pais, Hildeberto e Matilde, eram nobres e ricos.

 

Como era o costume na época, aos oito anos de idade ela foi entregue aos cuidados de religiosas do convento das monjas beneditinas. Ali recebeu os primeiros fundamentos dos ensinamentos de Cristo, aprendendo o desapego que deveria ter com as coisas e vaidades mundanas. Assim começou a vida mística de Santa Hildegarda. O mosteiro escolhido foi o de Disibodensberg, do qual era abadessa a ex-condessa Judite (Jutta), filha do Conde de Spanheim, que tomou para si o encargo de cuidar dessa menina que dava sinais de uma grande vocação.

Diria Hildegarda mais tarde: “Aos três anos de idade eu vi uma tal luz que incendiava minha alma. Aos oito anos, consagrei-me a Deus e até os 15 anos eu via em minha alma muitas coisas que escondia dos outros, pois notava que eles não tinham este tipo de visões”.

As estações do ano por Hildegard von Bingen

Foi Jutta que ensinou a Hildegarda o canto dos salmos e a arte musical. Naquele tempo, dizia-se “aprender a ler é aprender a salmejar”. Deste período de sua vida, sabe-se apenas que ela tinha uma saúde muito frágil e que sempre era favorecida por visões, narradas com discrição apenas a sua tutora e a um dos monges do mosteiro de Santo Disibold, chamado Volmar, que depois exerceu, durante 30 anos, o ofício de seu secretário.

 

NOVIÇA

 

Aos 12 anos, idade em que uma moça era então considerada maior, a jovem mística pede para fazer os votos religiosos no convento em que vivia. Depois de conhecer e conviver na comunidade religiosa, Hildegarda, ingressou como noviça sem dificuldade alguma. Aos 15 anos recebeu o véu e o anel das mãos do bispo Oto de Bamberga, tornando-se assim irmã da Ordem Beneditina. Seu exemplo foi seguido por outras mulheres nobres da aristocracia alemã e, num curto espaço de tempo, a sua adesão tornou o mosteiro um centro cenobítico de grande importância.

 

PERSONALIDADE

 

Desde a infância ela apresentava uma personalidade muito carismática e um alto grau de elevação mística. Aos poucos, esses dons acabaram se manifestando como visões, definidas por ela mesma como “lux vivens”, ou seja, luz vivificante. Um dia, Hildegarda ouviu uma voz superior, que ela identificou como do Espírito Santo, ordenando-lhe que escrevesse todas as revelações que lhe eram feitas. O Scivias compreende três partes: a primeira relatando seis visões, a segunda, sete visões e a terceira, treze.

 

OBRAS

 

O maravilhoso mundo medieval é desvendado na escrita de Hildegarda, tendo sempre presente o ser humano e a relação Cosmos-Humanidade-Natureza, o que fornece a possibilidade de pensar o todo sem deixar de considerar as suas partes. As visões de Hildegarda perpassam grande parte de seus trabalhos e a elas a monja faz constantes referências. Mas, de caráter explicitamente visionário, além do Scivias, há o Liber Vitae Meritorum, escrito entre 1158 e 1163, e o Liber Divinorum Operum Simplicis Hominis, escrito entre 1163 e 1173. Em conjunto, estas três obras compõem um quadro muito denso, que abrange desde um elaborado enfoque de temas cosmológicos, até uma detalhada análise de vícios e virtudes, sob um refinado prisma psicológico.

 

Estrutura do cosmos – iluminura de Hildegard von Bingen

Nos livros Physica e Causae et Curae, Hildegarda se debruça com olhar inquiridor sobre a natureza, pesquisando o uso terapêutico de plantas, aprofundando a tradição beneditina de manter farmácias e de dar assistência aos enfermos, nos mosteiros. O interesse da abadessa pela cura de enfermidades reflete sua própria visão do homem no mundo, integrado com a natureza.

Capa do livro Physica de Hildegard von Bingen

ESTUDO DAS ERVAS

De maneira sutil, ela comenta o valor curativo ou simplesmente o efeito saudável de incontáveis plantas, pedras preciosas, frutas, animais e peixes. Para a Santa, cada elemento da natureza possui um valor, salutar ou maléfico. Sua medicina tem em vista o homem, o corpo e também a alma, elementos que ela nunca separa. Assim, a título de exemplo, indica plantas “que podem curar a melancolia”, ou manda evitar as que “engendram humores maus, donde resultam problemas de metabolismo e que conduzem à depressão”. Santa Hildegarda acreditava que  “a saúde humana mantém-se por uma boa alimentação”.

 

Tudo isso, que pode parecer um pouco simplista, chama hoje a atenção de renomados médicos que vêem, nessa medicina, a vontade de tratar o paciente por meios naturais, com o cuidado manifestado continuamente pela religiosa de “curar o doente e não a doença”.

Ela foi, talvez, a primeira mulher musicista da História da Igreja católica, tendo composto 77 sinfonias, em um estilo semelhante ao do gregoriano.

Anjos – Iluminura de Hildegard von Bingen

Achei linda essa mandala de anjos!

 

O que surpreende, portanto, é não só a variedade da sua obra, mas a profundidade de seus escritos, a qualidade de todos os seus trabalhos, desde os relatos das visões até a música, a poesia, a correspondência em geral e seus compêndios de medicina.

 

É incrível que no século XII uma mulher tenha alcançado tanto destaque e reconhecimento!

 

Referências iconográficas e bibliográficas:

http://tejedorasdecristal.blogspot.com.br/2012/10/el-uso-terapeutico-de-los-cristales-en_19.html

http://www.sequentia.org/recordings/recording14.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hildegarda_de_Bingen

http://www.sca.org.br/biografias/stahildegarda.pdf

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
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A arte da transformação

A arte da transformação

Neste feriadão de 15 a 20 de novembro fomos visitar uns primos queridos que moram em Florianópolis. Ele, Ricardo Barros é um super arquiteto e ela, Bia Barros, uma artista plástica de mão cheia! Fiquei tão encantada com o trabalho dela que tirei várias fotos e resolvi fazer um post para mostrar a arte dela. Aqui está ela pintando o pé de um copo no torno…

Copos recém pintados secando e aguardando a finalização…

E finalmente as obras de arte da Bia: copos e jarras coloridos! Um mais lindo que o outro!

Mais copos…

 As jarras…

 E ela também faz velas sob medida para os copos que pinta!

Demais o trabalho dela, né? Se quiser encomendar alguma peça, o email de contato dela é: biagmbarros@gmail.com

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Unhas frágeis

Unhas frágeis

 


Hoje vamos falar de um problema que você certamente já teve, está tendo ou ainda poderá vir a ter: as unhas frágeis. Um mal que acomete mais de 20% da população geral, sendo mais comum nas mulheres.

É uma doença tecnicamente conhecida como Síndrome das Unhas frágeis. Seus sintomas mais comuns são: unhas que quebram com facilidade, descamam ou lascam na ponta, crescem pouco, são finas ou moles.

Felizmente, as causas mais comuns das unhas frágeis são benignas e facilmente tratáveis, porque estão relacionadas aos hábitos de vida de uma pessoa. São elas: exposição prolongada a água, agentes químicos (detergentes, sabões, acetona etc), cosméticos (formaldeído), traumas repetitivos (digitação), e contaminação das unhas por fungos.

Porém um alerta importante é que a síndrome das unhas frágeis não é um problema apenas estético, mas pode ser um sinal de que alguma coisa não anda bem no organismo. Por isso devemos sempre investigar doenças que podem dar o seu primeiro sinal através da fragilidade ungueal. Dentre essas, as principais são: alterações na tireóide, anemia, doenças vasculares, diabetes, carência de vitaminas, doenças de pele como eczemas, psoríase, dermatites, entre outras.

Finalmente, como tratar? Bom, vocês viram que um problema aparentemente simples, pode ser apenas a ponta de um iceberg, portanto não deixe de procurar seu dermatologista pra que a investigação e tratamento da síndrome das unhas frágeis seja completo. Mas alguns cuidados vocês já podem começar a tomar! Por isso aí vão algumas dicas:

·         Hidrate as unhas várias vezes ao dia. Existem hidratantes específicos para cada tipo de fragilidade, mas inicie com o que você tem, de preferência à base de óleos essenciais (como óleo de rosa mosqueta).

·         Procure deixar 1 dia da semana as unhas sem esmalte, e aproveite esse dia para caprichar nessa hidratação.

·         Evite exposição prolongada à água. Portanto na manicure não deixe a unha de molho, apenas umedeça as cutículas.

·         Se for se expor constantemente à água e produtos químicos utilize luvas. Uma dica é a luva de vinil, que adere bem à mão e é classificada como hipoalergênica.

·         Evite esmaltes que contenham formaldeído em sua composição.

·         Prefira removedores de esmalte sem acetona.

·         Mantenha as unhas mais curtas, isso diminui o impacto dos traumas repetitivos.

·         E claro, tenha uma dieta saudável e equilibrada, isso já irá diminuir os riscos de carências nutricionais e anemias.

 

Estarei à disposição para dúvidas e esclarecimentos.

 

Dra Taiz Campbell
Dermatologia e estética
Rua Juquis 429, Moema  tel: 5535-3824

e-mail: taizdozono@hotmail.com

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Tendência: Eco Grafites

Tendência: Eco Grafites

Será a arte urbana pode melhorar a qualidade do ar das grande cidades?

O artista italiano Andreco, autor do projeto Philosofical Tree, acredita que sim. Seu projeto consiste na grafitagem de árvores de 18 metros de altura nas ruas dos grandes centros urbanos de Bologna e Turin na Itália, para diminuir a poluição atmosférica.

Andreco grafita usando uma tinta especial, fotocatalítica, que reage ao entrar em contato com a radiação solar, sendo capaz de absorver do ar o monóxido de nitrogênio (gás poluente que contribui, entre outros fenômenos, para a chuva ácida). Segundo o artista, cada metro quadrado de seu grafite tem, para a natureza, o mesmo efeito de tirar oito carros das ruas. Legal, né?

Com essas intervenções, o artista traz a presença das árvores de volta para as cidades e ainda chamar a atenção dos cidadãos para o fato de que há cada vez menos verde nos centros urbanos e incentivando-os a defender a presença da natureza nesses locais.

E tem artistas fazendo grafite de musgo! Lindas intervenções em muros, instalações e até dentro do metrô!

Gostou? O blog 9GAG.com deu a receita. Dá para fazer em casa!

  • Misture 3 punhados de musgo com 700 ml de água morna
  • Adicione 2 colheres de sopa de gel enraizador
  • Adicione 120 ml de soro de leite coalhado
  • Bata a mistura no liquidificar, por 2 a 5 minutos, até a mistura ficar na consistência de gel
  • Transfira para um balde, vá para a rua e aplique a mistura em superfícies de madeira ou concreto com a ajuda de um pincel
  • Regue semanalmente e espere crescer!

Fiquei com vontade de fazer um na minha casa! E você?

 

Sites consultados:

http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/blog-da-redacao/grafite-absorve-poluicao-do-ar/

http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/blog-da-redacao/receita-de-grafite-verde-feito-de-musgo/

http://www.flickr.com/photos/andrecoandreco/7738761700/in/photostream/

http://mosstika.com/projects/street-art

http://crosshatchling.co.uk/Grow.html

http://9gag.com/gag/2797261

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Parque Estadual da Cantareira

Parque Estadual da Cantareira

Sabe aquele dia de sol e céu azul que dá vontade de caminhar e ficar em contato com a natureza? Pois é, tenho tido cada vez mais vontade de estar em contato com a natureza… Então aproveitei as férias das crianças e tirei um dia para fazer um passeio muito legal com eles. Fomos passar o dia no parque da Cantareira!

O parque da Cantareira está localizado ao lado do Horto Florestal e possui uma das maiores áreas de mata tropical nativa do mundo dentro de uma região metropolitana. Seus 7.900 hectares são formados por remanescentes de mata atlântica. O parque assegura a proteção de seus mananciais, além de abrigar diversas espécies animais ameaçadas de extinção, como o bugio, o gato-do-mato, a jaguatirica, o macuco, o gavião-pomba, o jacuguaçu e o bacurau-tesoura-grande. Também possui diversas espécies vegetais, incluindo algumas ameaçadas de extinção, como a imbuia, a canela-preta e a canela-sassafrás.

Pegamos a Trilha da Pedra Grande, uma trilha urbana, de asfalto, que já foi uma antiga estrada e teve seu asfalto preservado. Essa trilha tem 9, 500km  total e é considerada como uma trilha difícil pois metade dela é subida. O ponto alto da trilha é a Pedra Grande, um grande afloramento rochoso de granito, de onde se pode ver a Cidade de São Paulo do Norte para o Sul. A trilha dura umas 3h.

Lá na pedra fizemos um piquenique com sandubas, sucos e frutas curtindo a vista da nossa querida São Paulo…Delícia!

O caminho é muito bonito. Com araucárias, palmeiras, samambaias e muitas flores!

O nome Cantareira vem de:

Importante lembrar que:

Respiramos um ar mais puro, fizemos exercício, as crianças saíram da frente do computador e da tv, estivemos em contato com a natureza… Tudo de bom! Os meninos adoraram! Recomendo o passeio!

Para saber mais acesse:

http://www.ambiente.sp.gov.br/wp/trilhasdesaopaulo/2011/05/19/trilha-da-pedra-grande-no-pe-da-cantareira/

http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/o-que-visitar/213-parque-estadual-da-serra-da-cantareira

http://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/turismo_parques_estadual-cantareira

http://www.recanta.org.br/nucleo_pedra_grande_cantareira.html

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Plantas reduzem poluição até 8 vezes mais do que se pensava

Plantas reduzem poluição até 8 vezes mais do que se pensava

Olha que interessante que saiu no site da Exame Info:

São Paulo – Ninguém discute o papel que os espaços arborizados têm de ajudar a controlar a poluição nas cidades. Mas o quão poderosa é essa contribuição? Segundo um novo estudo desenvolvido pela Universidade de Birmingham, no Reino Unido, ávores, arbustos e outros tipos de vegetação podem reduzir até oito vezes mais do que se pensava os níveis de poluição nos centros urbanos.

De acordo com o estudo, publicado na revista da Sociedade Americana de Química, os espaços verdes atuam principalmente como filtro de dois poluentes extremamente prejudiciais para a saúde humana: o dióxido de nitrogênio (NO2) e o chamado material particulado inalável (PM), partículas microscópicas que resultam da combustão incompleta de combustíveis fósseis utilizados pelos veículos automotores e fábricas.

Pesquisas anteriores já sugeriram que as árvores e outras plantas podem melhorar a qualidade do ar urbano. Contudo, dizem os persquisadores de Birmingham, a melhoria parecia ser pequena, uma redução de menos de 5%. As novas análises mostraram um resultado bem mais animador: um planejamento criterioso para criação de espaços arborizados pode reduzir a concentração de NO2 em até 40% e de material particulado em 60%.

Para turbinar esse efeito, os autores ainda sugerem a construção específica de instalações, como outdoors, cobertas de vegetação para aumentar a quantidade de folhagem nas cidades e melhorar a qualidade do ar.

 

Matéria escrita por Vanessa Barbosa da Exame.com no dia 25 de julho de 2012 para a revista Exame Info: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/plantas-reduzem-poluicao-ate-8-vezes-mais-do-que-se-pensava-25072012-13.shl

Já pensou se ao invés de “cidade limpa”, implantássemos “cidade verde”? Com milhares de outdoors de trepadeiras pela cidade??? Ia ficar maravilhoso além de muito menos poluído!!!

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