Etc…

Aqui você vai encontrar tudo o que faz parte da minha visão de mundo e que ajuda a me conectar com a natureza

Jardins Flutuantes + Sistema Ecológico = Recuperação de Rios

Jardins Flutuantes + Sistema Ecológico = Recuperação de Rios

Fiquei tão encantada com essa notícia que a Marina Maciel escreveu para o Planeta Sustentável em 10/06/2014, que resolvi compartilhar aqui no blog:

E se fosse possível recuperar rios poluídos gastando pouco dinheiro? Essa é a ambição do sistema de tratamento de água ecológico que pode ser instalado em rios, canais e lagos contaminados. Criado pela empresa escocesa Biomatrix Water, a tecnologia já despoluiu o canal Paco, da cidade de Manila, nas Filipinas.

Além de melhorar a qualidade da água e aumentar a biodiversidade aquática, o sistema revitalizou a paisagem do canal filipino, que antes era destino final de lixo e esgoto. Isso porque usa “jardins flutuantes”, que são ilhas artificiais, de aproximadamente 110 m², cobertas por plantas aquáticas capazes de filtrar poluentes.

O sistema ainda tem outra vantagem: o custo da despoluição é menor do que a metade do que gastam estações de tratamento de águas residuais convencionais, segundo a empresa. Isso é possível graças à integração e ativação do ambiente fluvial circundante.

No vídeo abaixo, saiba como funciona a engenhoca:

Biomatrix Water Technology from Biomatrix Water Solutions on Vimeo.

 

O processo de descontaminação também dependeu de outros dois fatores: de obras de infraestrutura para evitar o despejo de resíduos no local e da instalação de um reator capaz de adicionar ar à água e introduzir no ecossistema uma bactéria que se alimenta de poluentes.

Abaixo, veja imagens de como era o canal antes da revitalização e de como ele ficou depois que a comunidade local se engajou na sua recuperação por meio do sistema de tratamento:

 

Essa é mais uma prova do magnífico poder curativo e regenerador das plantas! Como a natureza é incrível e maravilhosa!!!

 

Fotos: Reprodução/Facebook

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/blog-da-redacao/sistema-ecologico-recupera-rios-poluidos-e-cria-jardins-flutuantes/

 

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

Estudo que Acredita que as Plantas têm inteligência para resolver problemas

Estudo que Acredita que as Plantas têm inteligência para resolver problemas

Achei tão interessante a pesquisa desse biólogo, que resolvi compartilhar aqui no blog a entrevista que ele deu ao site da Veja:

O biólogo Frantisek Baluska pesquisa neurobiologia vegetal, estudo que acredita que as plantas têm inteligência para resolver problemas. Em entrevista ao site de VEJA, ele explica o porquê da resistência científica a seu objeto de trabalho e decifra as capacidades de árvores e arbustos

Campo de papoulas – eljoja/Creative Commons

Por: Rita Loiola
Veja.com – 21/03/2014

biólogo eslovaco Frantisek Baluska

Para o biólogo eslovaco Frantisek Baluska, de 56 anos, a espécie humana sofre de bloqueio psicológico que a impede de aceitar que as plantas podem ser inteligentes. “Gostamos de nos considerar o topo da evolução, essa é a nossa natureza“, afirma o pesquisador da Universidade de Bonn, na Alemanha, um dos nomes mais importantes em todo o mundo no estudo de neurobiologia vegetal.

O título controverso do seu campo de estudos foi criado por ele e por mais quatro colegas em 2007, em um manifesto que pretendia chamar a atenção para o estudo de sistemas vegetais extremamente refinados. Com isso, Baluska não queria dizer que as plantas têm cérebro ou neurônios, mas que dispõem de ferramentas biológicas que lhes permitem resolver problemas. Uma capacidade chamada por ele de inteligência.

Além de conduzir pesquisas na universidade alemã, o biólogo faz parte do Laboratório Internacional de Neurobiologia Vegetal, em Florença, na Itália, é co-fundador da Sociedade de Comportamento e Sinalização Vegetal e edita uma revista científica dedicada a pesquisas na área. Depois de quase trinta anos estudando a biologia e fisiologia das plantas, ele encontrou, nos últimos meses, evidências de que as raízes têm sua própria versão de processos que, nos animais, são chamados de sinapses. Em entrevista ao site de VEJA, Baluska discute a resistência a suas pesquisas e, com sua visão de neurocientista das plantas, explica o que é a cognição vegetal.

Qual o seu conceito de inteligência?
Há muitas definições, a maior parte antropocêntrica. Sigo aquela que vê na inteligência a habilidade para resolver problemas apresentados pelo ambiente.

Sob essa ótica, plantas são seres inteligentes?
Sim. Elas resolvem problemas o tempo todo. E como são imóveis, arraigadas no solo, seus problemas são ainda mais sérios que aqueles dos animais.

No entanto, a maior parte de seus colegas não concorda que exista uma inteligência vegetal. Isso é muito interessante.
Acredito que a fonte desse problema está em nossa natureza humana: gostamos de nos considerar como o topo da evolução. Temos um bloqueio psicológico em reconhecer que existam outros seres tão ou mais inteligentes que nós. No entanto, não temos a capacidade de sustentar a civilização sem os vegetais. Na verdade, se todos eles se extinguissem subitamente, sobreviveríamos alguns meses, anos nos máximo. Por outro lado, a maior parte das plantas viveria se todos os animais e a raça humana desaparecessem.

Você e seus colegas publicaram uma carta em 2007, no periódico Trends in Plant Science, defendendo o uso de termos como inteligência e comportamento em plantas. Por que, até hoje, é difícil que esses termos sejam empregados para descrever vegetais?
A situação melhorou desde então. Alguns termos – comportamento, comunicação e sinalização – são aceitos agora. Mas as maiores dificuldades ainda persistem: não é possível obter recursos de agências de fomento se o projeto for escrito com palavras como inteligência, cognição ou neurobiologia vegetal.

Falar em neurobiologia significa dizer que plantas fazem sinapses?
Desde que Charles Darwin se interessou por plantas carnívoras, no fim do século XIX, sabemos que elas funcionam por meio de pulsos elétricos. Sabemos que há versões vegetais de neurotransmissores e receptores que integram e talvez ‘animem’ o corpo das plantas, da mesma forma que animam nosso corpo. Sinais elétricos controlam também a respiração e a fotossíntese em qualquer vegetal. Dados preliminares sugerem que esses sinais elétricos transmitidos por longas distâncias também controlam o tropismo nas raízes.

Como assim?
Estamos estudando a endocitose, processo em que as células absorvem materiais através da membrana celular, o principal processo de comunicação sináptica neuronal em nossos cérebros. Encontramos processos muito semelhantes nas raízes.

Em um seu livro Communication in Plants – Neuronal aspects in plant life (Comunicação em Plantas – Aspectos neuronais da vida das plantas, publicado em 2007 e sem tradução no Brasil), você afirma que as plantas “reconhecem outros organismos como bactérias, fungos, outras plantas, insetos, pássaros e animais que, provavelmente, incluem os humanos”. Isso quer dizer que elas têm consciência de si e do ambiente em que vivem?
Ninguém sabe isso porque, como expliquei, ainda não é possível estudar esses assuntos com toda a liberdade. No entanto, a comunidade científica aceita que as plantas têm sistemas sensoriais que permitem que elas conheçam os vegetais ao redor, bactérias, insetos, animais e, sim, humanos. É muito provável que elas tenham a sua própria consciência e compreensão vegetal. Elas podem manipular insetos, animais e, talvez, os homens (por meio de aromas, formas, cores e substâncias que alteram a consciência) para o seu proveito.

E essas habilidades foram comprovadas por estudos científicos? 
Sim, todos esses aspectos já foram muito bem estudados, mas ainda não foram interpretados pela perspectiva da neurobiologia vegetal. Eles são muito importantes para a ciência agrícola.

Várias das novas descobertas em neurobiologia vegetal admitem que haja novos significados para o tropismo, a conhecida capacidade das plantas de se movimentar segundo estímulos como luz ou água. O que você afirma é que os vegetais não respondem automaticamente a esses sinais, mas escolhem fazer isso?
As plantas leem ao menos vinte parâmetros diferentes do ambiente e integram todas essas informações em suas células e tecidos para responder de maneira inteligente – senão, elas não sobreviveriam. Isso requer memória, aprendizado, atenção e cognição. Mas é preciso lembrar que elas têm sua própria versão dessas habilidades, ditada por sua vida vegetal. Nesse aspecto, a parte da planta mais interessante é a raiz, que busca água e minerais no solo, um lugar muito heterogêneo. Essa é uma tarefa difícil e ela se une a fungos e bactérias para ser bem-sucedida. Recentemente, além desse comportamento de busca, foram identificados na raiz também os de fuga e evasão. Raízes são capazes de comunicar suas experiências de stress, reconhecer a si e a outras raízes, identificar plantas da sua família e as estranhas e ter comportamento coletivo. Um único pé de centeio precisa coordenar suas 13 815 672 raízes e radículas, com um comprimento total de 622 quilômetros.

Você mencionou a memória. Plantas se lembram de suas experiências passadas?
É claro que as plantas têm memória. Ela é necessária para sua adaptação e sobrevivência em ambientes que estão, o tempo todo, se modificando. Mas reforço: são memórias específicas de vegetais e nossa compreensão a seu respeito ainda é muito restrita.

Você é especialista em comunicação entre as plantas. Por que resolveu pesquisar um tema tão controverso?
A sobrevivência humana depende das plantas. Na verdade, nossa evolução foi dividida com os vegetais cultivados por nós e, como a comunicação entre as árvores é muito importante para nos manter vivos, devemos entendê-la. Além disso, jamais seremos capazes de compreender a biosfera e a natureza humana sem ter um melhor conhecimento dos vegetais em toda a sua complexidade sensorial e neurobiológica.

Muitos biólogos argumentam que não devemos antropomorfizar as plantas. Por que vocês gostam de usar o mesmo vocabulário para descrever plantas e animais?
Acho que o antropocentrismo de nossa ciência é um problema muito maior. Todo o nosso esforço científico começou com humanos, depois se dirigiu aos animais e só então chegou às plantas. Toda a terminologia científica é recheada de termos antropomórficos. É muito interessante como o conceito de inteligência bacteriana recebe uma oposição menor, indicando que, realmente, temos algum problema psicológico em relação aos vegetais.

Árvores têm um sistema neuronal semelhante ao animal?
Sim, plantas têm seu próprio sistema neuronal específico e vegetal espalhado por todo o seu corpo. Raiz e flores representam os dois polos da planta e estão ligados por não só por sistemas vasculares especializados em transporte de nutrientes, água e químicos, mas também por meio de sinais elétricos vegetais.

Sendo assim, elas sentem dor?
Não sabemos. Mas podemos especular que elas tenham versões específicas de dor, pois sintetizam diversos anestésicos, como etileno e éter, quando são feridas ou estão sob stress. Para qualquer organismo vivo é importante estar a par dos estragos sofridos e a dor é um sinal fundamental. Plantas são também sensíveis a todos os anestésicos e têm suas próprias versões de olhos, audição e olfato. Necessitam tudo isso para sobreviver na natureza.

O naturalista britânico Charles Darwin foi o primeiro a perceber as habilidades “inteligentes” das plantas. Você se considera um de seus seguidores?
Ele foi um visionário nesse assunto também e, por isso, o consideramos o “pai” da neurobiologia vegetal. Mas seu avô Erasmus e seu filho Francis também eram muito ativos nesse tema. Inclusive, para o primeiro simpósio de neurobiologia vegetal organizado por mim e pelo biólogo italiano Stefano Mancuso em maio de 2005, criamos um logo com a foto de Darwin sobre uma raiz.

 

Matéria original publicada no Planeta Sustentável: http://goo.gl/lVJvYc

 

 

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

O incrível poder de auto regeneração da natureza!

O incrível poder de auto regeneração da natureza!

Fiquei emocionada com o poder da natureza! Quando todas as peças se encaixam, tudo funciona perfeitamente!

“Belíssima exposição sobre Cascata Trófica, numa breve vídeo-aula de Ecologia de Comunidades e Biogeografia, apresentando o caso da reintrodução de lobos no Parque Nacional de Yellowstone:

Para assistir ao vídeo “Como Lobos Transformam Rios” acesse: http://bit.ly/OLRrrc

O original, ‘How Wolves Change Rivers’, de Sustainable Man (http://www.sustainableman.org/https://www.youtube.com/user/TheSustainableMan), foi recebido de Enrique M. B. e agora está legendado em português.

— N.T.: Para os preciosistas, ‘Deer’ aqui foi traduzido como ‘alce’, mesmo que uma tradução mais literal sugira “veado”. Mas talvez tivesse sido mais preciso falar diretamente em Cervidae, de uma vez… Yellowstone conta em sua fauna com o alce (Alces alces), mas também com o Uapiti (Cervus canadensis), Veado-Mula (Odocoileus hemionus), o Veado-de-Cauda-Branca (Odocoileus virginianus)… todos ungulados artiodáctilos ruminantes, com galhadas… rs! ( http://www.nps.gov/yell/naturescience… ) –“

Obs: tanto o texto acima como o vídeo são do canal do aleco2009 no youtube: https://www.youtube.com/user/aleco2009

 

A natureza é realmente mágica e maravilhosa, você não acha?

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde
Conexão com a natureza

Chapada dos Veadeiros

Chapada dos Veadeiros

Nada é melhor do que um belo feriadão para tirar a barriga da miséria e mergulhar na natureza! Adoro! Esse carnaval resolvemos deixar de lado a fantasia da escola de samba e colocar a fantasia de trilha: botinha de caminhada, calça de tactel que seca rápido, camiseta com fator de proteção solar, chapéu e óculos escuros. Ah, e o item mais importante: um bikini por baixo de tudo isso para poder aproveitar as cachoeiras!

Nô Figueiredo chapada de alegria na frente da Cachoeira dos Couros na Chapada dos Veadeiros, GO

Na 6af logo depois do almoço pegamos um voo para Brasília com mais 2 casais amigos com filhos na idade dos nossos. Lá nos esperava um van para nos levar até a cidade de Alto Paraíso de Goiás, onde fica a Chapada dos Veadeiros. Ficamos hospedados numa pousada BBB: boa, bonita e barata chamada Casa Rosa. Gostei muito das camas. Colchões firmes e altos. Super confortáveis. Dormimos os 4 no mesmo quarto. Meu marido e eu numa cama king, e mais 2 camas de solteiro para meus filhos. No final do quarto tinha uma pia no meio, aberta para o quarto e de cada lado uma porta. Uma tinha o vaso sanitário e a outra o chuveiro. Achei super prático. Na entrada do chalé tinha uma varandinha com rede, muito útil para secar a roupa…

Bom, vamos ao que interessa: A Chapada. Fiquei encantada com a vegetação do cerrado. Que plantas lindas! São totalmente diferentes das que temos aqui em SP:

Flor nativa do Cerrado da Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Flor nativa do Cerrado da Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Olha só os líquens, parecem pingos de tinta fluorescente! Os guias falaram que a Nasa esteve por lá estudando esses líquens e que eles disseram que são dessa cor por que o ar lá é puríssimo!

Líquen amarelo fluorescente na Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Líquen amarelo e laranja fluorescente na Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Lá nascem muitos rios. E tem montes de cachoeiras. Uma mais linda que a outra!

Cachoeira das Siriemas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Vale da Lua – Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Cada uma com um tipo de rocha. A água pode se esbaldar e criar mil formas diferentes!

Cachoeira das Siriemas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Cachoeira Almécegas I na Fazenda São Bento, GO – foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Sente o clima das cachoeiras, peguei uns vídeozinhos que o Fábio Mazza, nosso amigo companheiro de viagem, fez e fiz uma montagem…

 

Que vontade de voltar para lá e tomar mais um banho gostoso de cachoeira como esse…

Nô Figueiredo nas Cachoeira dos Couros na Chapada dos Veadeiros, GO – Brasil – foto: Fábio Mazza

 

Eu adoro o mar, mas acho banho de cachoeira uma das melhores coisas do mundo! Sinto que energia e a força da água limpam até a alma! Bom demais!

Se quiser ver mais fotos da viagem, acesse o álbum da Chapada dos Veadeiros no facebook.

 

Dicas da viagem:

Onde ficamos: POUSADA CASA ROSA 

Nossos guias foram a Rosa Almeida e o Zé Pereira da ALTERNATIVAS ECOTURISMO 

O que visitamos:

 DIA  01/03 – CATARATAS DO RIO DOS COUROS

–          Após o café da manhã, saimos com direção a serra de São Vicente. Traslado de 53km,  onde estão localizadas as Cataratas dos Couros. Este é um trecho do Riodos Couros em área particular – uma dos mais impressionantes complexos, com várias cachoeiras, quedas, corredeiras e maravilhosos poços para natação. Essa formidável sucessão de quedas com nomes tais como “Muralha, Franja, Bujão e Parafuso”. Cerca de 2km de caminhada, margeando o Rio dos Couros. Grau de dificuldade: médio.   Paradas para banho e lanche de trilha nas cachoeiras, incluído.

Obs: Amei esse passeio! Vale a pena! 

 

 DIA 02/03 – VALE DA LUA 

–          Após o café da manhã, deslocamento de 35km até o Pé da Serra do Segredo, onde está localizado o Vale da Lua. O atrativo mais visitado da Chapada. O Rio São Miguel percorre um trecho de cerca de 1 km entre rochas esculpidas pelas águas durante milhares de anos, formando piscinas, e inúmeras duchas, pausa para banho refrescante em suas águas cristalinas.  Caminhada de 1,2km ida e volta. Grau de dificuldade: leve.

–        Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros – Cachoeira das Siriemas

Obs: O Vale da Lua é lindo, vale muito a visita. A cachoeira das Siriemas também adorei!

 

3° DIA 02/03 – ALMÉCEGAS / CACHOEIRA SÃO BENTO

–          Após o café da manhã, deslocamento de 15km até a Fazenda São Bento, onde fizemos um rapel e depois visitamos as Cachoeiras: Almécegas I, Almécegas II. Duas quedas exuberantes, uma delas de grande porte e beleza, estas dão origem a piscinas excelentes para banho e descanso. Caminhada de 3km – ida e volta. Grau de dificuldade: médio leve. Lanche incluso.

–          No período da tarde, ali próximo, no Portal da Chapada, visitaremos a Cachoeira de São Bento. Um dos pontos mais visitados da Chapada.  Possui um ótimo poço para mergulho e natação, onde se costuma promover campeonatos nacionais de Pólo Aquático em águas correntes, 3,2km de trilha, sendo 2,4km de trilha de madeira suspensa o que é um atrativo a mais. Grau de dificuldade – Levíssimo 

Obs: O rapel foi legal. As crianças gostaram muito. Eu achei que poderia ser mais alto, pois fiquei parada no meio e tiveram que ir me buscar…

Adorei a Cachoeira Almécegas I! Linda demais e a piscina natural que se forma antes da queda é divina!

4° DIA 04/03 –LOQUINHAS / POÇO ENCANTADO

–          Após o café da manhã, deslocamento de 4km até as Cachoeiras das Loquinhas, Um santuário Ecológico, formado por um complexo de beleza única caracterizados por suas águas de tom verde esmeralda em suas sete piscinas e sete pequenas cachoeiras. A trilha suspensa de 1500m, toda em madeira, preservando a mata de galeria e ladeando o Córrego Passatempo, garante fácil visitação. Total de caminhada de 3km ida e volta. Grau de dificuldade: leve.

–          No período da tarde, deslocamento de 55km até a cachoeira do Poço Encantado que possui um poço que forma uma prainha com areia e tudo na sua borda. Bom para banho. Trilha de 1km – ida e volta. Grau de dificuldade: levíssimo (15 minutos de caminhada em média). Lanche incluso. –

Obs: Adorei a Cachoeira do Poço do Sol nas Loquinhas!

Não gostei muito do Poço Encantado, acho que por que estava muito cheio e chovendo…

 

Descobri que por baixo de toda a Chapada tem montes de cristais. A energia lá é incrível! Quero agora explorar o lado esotérico da Chapada. Quem quer ir comigo?

 

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Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Conexão com a natureza

Bonito

Bonito

Imagine um lugar com cachoeiras, matas, pássaros e muitos bichos… Uma espécie de paraíso na Terra… Imaginou? Esse lugar existe e fica no coração do Brasil, no estado de Mato Grosso do Sul, numa cidadezinha chamada Bonito. Que merece o nome e a fama que tem.

Parque das Cachoeiras – Bonito, MS. foto: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Situada na Serra da Bodoquena, Bonito é formada por muitos rios que foram esculpindo a rocha calcária e criando cavernas, grutas, cachoeiras e lagos de águas cristalinas que com uma estrutura muito bem organizada tornaram essa cidade num maravilhoso destino de ecoturismo. Tanto que ano passado ganhou o prêmio de “Melhor Destino Para Turismo Responsável no Mundo graças ao controle rígido que garante um limite de visitantes por vez nas atrações e, por tabela, a preservação do lugar.

Meu marido sabe que adoro natureza e principalmente cachoeiras então ele resolveu nos fazer uma surpresa e comprou um pacote para passarmos o reveillon em Bonito. Eu amei a viagem e gostaria de compartilhar um pouco das belezas locais com vocês.

Começamos com o pé direito visitando o Parque das Cachoeiras, caminhando pela trilha feita de decks de madeira (para não impactar e compactar o solo) através da mata ciliar do Rio Mimoso, , onde pudemos mergulhar nas piscinas naturais e tomar deliciosos banhos nas 7 cachoeiras, além de apreciarmos a beleza da fauna e flora locais. O percurso é sempre feito em companhia de um guia treinado e o local oferece colete salva vidas para quem não sabe nadar. Tudo muito limpo, seguro e organizado! Ao final do passeio, almoçamos por lá mesmo, num restaurante simples que oferece comida típica de fazenda feita no fogão à lenha, com vista para o mata. Depois do almoço, soneca no redário. Uma deliciosa tradição local.

No outro dia fomos conhecer a famosa Gruta do Lago Azul.  O lago é realmente muito bonito, mas acho que não vale muito a pena. Eu adoro cavernas (aqui tem um post sobre as cavernas do Petar em SP) e confesso que fiquei meio decepcionada por ficar tão pouco tempo dentro dessa. A entrada da gruta é feita por degraus de pedra, sem corrimão, por isso não recomendam para crianças pequenas, mas depois há uma escada com corrimão e não dá para chegar perto do lago. Apesar do dia estar nublado, demos sorte e apareceu um solzinho para garantir a água azul para nosso deleite.

Parque das Cachoeiras – Bonito, MS. fotos: Nô Figueiredo – A Menina do Dedo Verde

Fomos também andar de Bote no Rio Formoso. Vários botes de borracha que acomodam umas 12 pessoas usando coletes salva vidas (para garantir a segurança) e um guia, descendo as corredeiras do Rio Formoso. Foi muito divertido. Viramos crianças remando, jogando água nos outros botes e apostando corrida para ver quem chegava em primeiro lugar! Tudo isso ladeado pela mata ciliar preservada. Depois do passeio, tomamos um sorvete e ficamos curtindo a cachoeira do parque.

O ponto alto da viagem foi a Flutuação no Rio da Prata, que fica na cidade vizinha de Jardim, a 51km de Bonito, por uma estrada que tem trechos de asfalto e terra (ou solo como eles falam por lá). No valor da atração está incluso o aluguel de uma roupa de neoprene de mangas compridas e que vai até os joelhos e botinhas também de neoprene, máscara e snorkel. Pequenos grupos são formados e levados de caminhão até o começo da mata ciliar da propriedade. Caminhamos pela mata até chegarmos na nascente do Olho d’Água onde o guia/instrutor ensina como usar o equipamento e a verdadeira aventura começa. A roupa de neoprene faz com que você flutue e a água cristalina oferece um maravilhoso espetáculo. A sensação é de mergulhar num aquário que não acaba! Peixes e mais peixes, pacus, pintados, dourados, trairas e por aí vai… Lindo demais! Esse passeio é IMPERDÍVEL! Ah, se gostar de filmar e fotografar, alugue na cidade uma camera subaquática, que é mais barato que na atração. Vale a pena!

Flutuação no Rio da Prata – Bonito, MS. fotos: Nô Figueiredo

Os guias locais nos haviam indicado a Boca da Onça, mas infelizmente o passeio foi cancelado por que havia chovido muito na véspera e o rio estava muito turvo. Então acabamos indo para a Fazenda Ceita Coré, que oferece uma trilha na mata ciliar passando por várias cachoeiras. Achei as cachoeiras bonitas, mas as do Parque das Cachoeiras eram melhores. Nesse passeio o nosso grupo estava grande demais e não foi tão legal.

A nossa super agente de viagens, a Giselle da Giloschiavo, nos indicou uma pousada fora do centro de Bonito, que era linda, calma e sossegada. A Pousada Olho d’Água, com seus jardins onde passeavam siriemas e cotias. Recanto perfeito para recarregar as energias depois de tantas aventuras!

Pousada Olho d’Água – Bonito, MS. fotos: Nô Figueiredo

Dicas:

Melhor época do ano para visitar: ano todo. Evite os meses de inverno se gostar de banhos de cachoeira pois a temperatura da água pode ficar muito fria. No verão foi delicioso, só que às vezes chove e algumas atrações ficam com rios barrentos e não cristalinos.

O que levar: roupa de banho, chapéu, óculos escuros, tênis e/ou botinha para caminhada, toalha (adoro essa da Decatlon, que é leve e seca super rápido). No passeio das cachoeiras o ideal teria sido uma papete. Na flutuação do Rio da Prata não pode usar protetor solar nem repelente de mosquitos para não poluir a nascente do rio.

Como chegar:  Voamos de SP para Campo Grande pela TAM, mas depois ficamos sabendo que existem vôos da AZUL direto para Bonito. O voo de SP para Campo Grande dura quase 2 horas. Até aí, tudo bem. Duro é encarar mais 4 horas e pouco de ônibus até Bonito…

Meio de transporte para as atrações: ônibus compartilhado é a opção mais econômica. Alguns dias alugamos um FIAT velho para nos deslocarmos.

Onde comer: na maioria das atrações há a opção de incluir o almoço. Na cidade, o melhor peixe comemos no Restaurante Pantanal na rua principal. O único lugar que tinha um peixe delicioso que não era “à milanesa”. O restaurante A Casa do João tem um ambiente muito gostoso, uma lojinha charmosa e o cardápio mais divertido:

Quanto custa: Todas as atrações são pagas. E bem pagas. Não dá para chegar na atração sem ter comprado o voucher anteriormente e o valor de cada atração é tabelado. Um parte do valor vai para a agência de turismo, outra parte para o guia, outra para a prefeitura e restante fica para bancar os custos da atração. As opções em conta são os balneários públicos, mas são as atrações particulares, como as citadas acima, que reservam a grande diversão. Para você ter uma ideia de valores, segue os Preços por pessoa que pagamos na alta temporada:  

Parque das Cachoeiras: R$95,00 adulto/ R$70,00 criança – R$30,00 a refeição

Gruta do Lago Azul: R$60,00 adulto e criança

Bote no Rio Formoso: R$89,00 adulto/ R$80 criança – R$30,00 a refeição

Flutuação no Rio da Prata: R$162,00 adulto e criança

Fazenda Ceita Coré: R$121,00 adulto/ R$86,00 criança – R$30,00 a refeição

A cidade de Bonito não é grande coisa. Uma ruazinha de comércio, com uns restaurantes e lojinhas, sem nenhum charme. E à noite caminhonetes gigantes com caixas enormes de som pilotadas por jovens que ficam disputando quem toca a música mais alta e pior. Por tanto, se puder, fuja das pousadas do centro. Você não vai conseguir dormir à noite e no dia seguinte terá que acordar cedo…

Como já disse no começo do post, amei Bonito e quero um dia voltar. Desejo que essa estrutura premiada se mantenha preservando esse paraíso no coração do nosso querido Brasil. Deu orgulho de ser brasileira e ver que é possível desfrutarmos as belezas da natureza sem precisarmos destruir. Como dizem, da natureza só se leva fotos e boas lembranças!

 

 

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Arquiteto cria edifício agro-urbano em cidade japonesa

Arquiteto cria edifício agro-urbano em cidade japonesa

Fiquei encantada com esse edifício japonês da matéria que a Mayra Rosa da Redação CicloVivo escreveu. Que maneira mais linda de unir o concreto com o verde!

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fukuoka

O edifício Asian Crossroads Over the Sea (ACROS), localizado na cidade de Fukuoka, no Japão, é praticamente um parque urbano. Construído em 1994, ele possui três fachadas convencionais: uma delas, possui enormes terraços, que, juntos, assemelham-se a uma montanha. O local era o último espaço verde restante no centro da cidade.

O projeto, do escritório de arquitetura argentino Emilio Ambasz & Associates, propõe uma solução nova para um problema urbano comum: conciliar o desejo de desenvolver um lugar para uso rentável, oferecendo, ao mesmo tempo, espaços verdes. O plano de Fukuoka atende às duas necessidades numa única estrutura, através da criação de um modelo inovador agro-urbano.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fukuoka

Os 15 terraços, que atingem cerca de 60 metros acima do solo, contém 35 mil plantas, representando 76 espécies. Um grande átrio semicircular e um saguão triangular proporcionam contraste com a vegetação.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fukuoka

O telhado verde reduz o consumo energético do edifício, pois mantém a temperatura interna mais constante e confortável, além de captar águas pluviais e dar suporte à vida de pássaros e insetos.

 

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fukuoka

Uma série de espelhos d’água nos terraços são conectados por pulverização ascendente de jatos de água. Estas piscinas ficam acima do átrio de vidro, no interior do edifício central, trazendo luz difusa para o interior.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fukuoka

Uma grande “pedra” ao pé do parque-terraço atravessa a entrada em forma de “V”. Este elemento também funciona como ventilação de escape para os pisos subterrâneos e como um palco elevado para apresentações de música no local.

O lugar também possui sala de exposições, museu, teatro, sala de conferências, escritórios privados e governamentais, bem como vários níveis subterrâneos de estacionamento e lojas.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fukuoka

O ACROS é muito utilizado como área de exercício e de repouso, com vistas para a cidade e para o rio, que corre ao lado da construção.

 

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fukuoka

Fonte: blog CicloVivo

Que esse exemplo sirva de inspiração para muitos projetos aqui no Brasil e pelo mundo a fora! Vamos trazer o verde de volta ao nosso planeta!

 

 

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